– Tá tudo bem entre você e o Jack? Tom pergunta enquanto caminham distraídos.
– Ah, a gente tá legal, Bren responde. Porque?
– Ele tava meio estranho. Não que eu já tenha visto ele não estranho, ele fala se expressando engraçado e Bren rir.
– Duvido que tenha alguém da família que não esteja estranho agora, Bren diz meio tensa.
– Por causa da.. Tom diz se referindo a Tori.
– É, Bren acena.
Sken perdido no meio da conversa para, espera aí! Eu me perdi aqui! Você conhece aquele cara também?
– Ele é primo da Bren mas, não o vejo muito, diz Tom.
– E você é o que da Bren, exatamente? Sken questiona.
– Amigo, Tom diz. Né? Ele diz sem jeito.
– É , é sim, ela diz sorrindo dele.
– Não são primos? Sken questiona.
– É meio que também!
– Minha cabeça tá doendo, diz Sken se expressando confuso. Vocês? Vocês? Ele diz apontando para ele.
– As vezes eu nem me lembro que somos parentes de alguma forma, diz Tom meio rindo.
– Eu imagino que não, Sken se expressa sarcástico sabendo que eles tinham alguma coisa.
– Não foi isso que eu quis dizer, Tom sorri meio sem jeito.
– O pai do Tom é primo do meu pai, diz Bren, sendo assim acho somos que primos de segundo grau.
– Eu acho, não entendo disso, diz Tom.
– Tá, e esse Jack? Sken questiona confuso.
– O Jack é meu primo de terceiro grau, explica Bren, ele era primo da minha mãe, mas, também não a conheceu muito.
– Entendi, diz Sken. O Tom é seu primo paterno e o Jack é seu primo materno.
– Por isso, eu e ele não somos primos, diz Tom.
– Mas, você e a Bren são? Smen diz.
– Somos! Tipo isso..
Sken para olhando pra Bren e Tom com uma expressão de questionamento engraçada e Bren e Tom se olham e começam a rir.
– Mas vocês não estavam? Vocês sabem, Smen questiona sobre o envolvimento deles..
– Sim! Eles acenam.
– Entendi, Sken acena. Viu? Ele diz apontando, por isso ninguém confia em primos! E eles seguem rindo. – Família estranha.
No caminho da passagem de uma cachoeira Bren da escorregada mas, Tom a segura.
– Bom reflexo, ela diz.
– Eu posso ser meio atrapalhado mas, eu acho que eu nunca deixaria você cair, Tom responde.
Bren sorri muito fofa e Tom está sorri de volta meio bobo, seus olhos brilham vendo ela passar. Sken vê os dois e acha que eles ainda se gostam.
Uma hora que Bren sai correndo na frente brincando com alguma coisa.
– O que ela tá fazendo? Sken questiona.
– Deve ter visto algum bichinho, diz Tom sorrindo. – Ah!
Sken aproveita que Bren ainda está um pouco a frente pra puxar conversa sobre o assunto. O que aconteceu entre vocês de verdade em?
– É bem enrolado, diz Tom.
– É, da pra notar, diz Sken. Você ainda tá com aquela garota? A outra garota?
– A Vic, Tom completa e consente.
– Ela não é prima da Bren, aliás? Sken pergunta.
– Prima da Bren, não minha, só pra constar, diz Tom. – Já basta uma prima né! Sken diz irônico e Tom rir.
– Vocês estão juntos? Sken pergunta.
– Com a Vic ou com a Bren? Porque eu acho que é não pras duas, Tom responde confuso.
– Tá bom mas, qual das duas você gosta mesmo? Porque a Bren.. Antes que Sken possa falar alguma coisa e Tom responder Bren chega, Voltei!
Eles continuam caminhando pela floresta, um pouco distraídos e o final da tarde está chegando.
– Ai aí espera.. Sken para e todos param e Bren olha questionando. – Não vai por aí não! Ele diz.
– Porque não? Sken e Tom olham um para o outro meio assustados e expressando meio surpresos e olham para Bren acenando, meio questionando.
– Como assim, porque?! Sken questiona meio incrédulo que ela não saiba. Você não é daqui? Ele questiona.
– Uma boa parte do tempo. Porque? Bren questiona achando eles muito estranhos e ficando sem paciência pra estar parada ali.
– É a trilha proibida! Diz Sken.
Trilha proibida, recordações. Isso parece tão mais que familiar.
– É um solo proibido, é onde fica o cemitério. Bren ainda olha pra Sken com expressão de interrogação. Bren se questiona, ela conhece muitas trilhas ali, mas, provavelmente ainda não conhece essa.
– Um cemitério tradicional antigo que foi fechado há décadas, diz Sken.
– E? Bren questiona e pensa, décadas?
– E é proibido, Sken expressa.
– E tá meio escurecendo mais cedo hoje né? Tom fala enrolando.
– É, Sken concorda enrolando, eu.. eu meio que notei isso também.
– É, Tom concorda.
Bren para olhando para eles engraçado e sorrindo deles.. Tudo bem, mas, não vamos entrar no cemitério. Apesar de ser bem poético, ela diz seguindo.
Bren, Sken e Tom continuam andando pela floresta e é umas cinco da tarde, quando Tom tropeça em alguma coisa.. – Aí.
– Aí cara, se machucou? Sken vai até Tom e Bren se aproxima curiosa, se abaixa e vê que Tom tropeçou em um relógio de bolso antigo.
– O que é isso? Tom questiona.
– É um relógio antigo muito caro, Bren diz olhando o relógio.
– Isso é ouro? Sken questiona.
– É ouro mesmo? Tom pergunta.
– Puro.
Bren levanta, olha em volta e anda até uma árvore onde acha uma gargantilha pendurada e cheia de terra. A gargantilha estava pendurada mas estava suja como se tivesse sido tirada do chão e colocada ali.
– Esse cemitério que vocês falam? Vocês já foram lá? Bren diz desconfiada olhando em volta.
– Não. É quase uma lenda urbana, diz Sken, mas, eu sei que existe porque o meu pai já foi lá.
– É, o meu também, Tom concorda com Sken o ajudando a se levantar.
Viajamos a um flashback do passado quando Fredd Skender, pai de Simas Skender, Richard Finnmann, pai de Tom Finnmann, numa noite escura saem correndo daquele lugar deixando para trás objetos que flutuavam. Tio Benny também estava lá. John Hawkes vê os colegas correndo e se próxima com uma arma.. Quando ele abaixa a arma lentamente enquanto parece olhar apavorado para uma escuridão..
– Mas vocês nunca virão o tal cemitério, Bren questiona.
– Não, diz Sken, só sabemos que é um cemitério tradicional e que ninguém pode ir até lá.
– E você obedeceu? Diz Bren. Uma curiosidade como essa? Ela questiona Sken irônica e meio maliciosa.
– Ah eu, abri uma exceção, Sken enrola, pra fazer uma média, sabe como é.. Ele fala disfarçando.
– Uhum, Bren acena olhando para ele.
– Cara, eu só sei de uma coisa, se o meu pai tem medo! Tom expressa.
– Bom, garotos, Bren da mais um passo ainda olhando em volta.. Vocês estão nele!
– Como é?! Sken e Tom questionam com um susto.
– Esse é o cemitério! É um cemitério de objetos, ela diz passando o pé pela terra e descobrindo outra corrente e um anel antigo.
– Tá falando da lenda de Fallown? Diz Sken.
– Ele mesmo! Bren diz mudando a expressão.
***Faça o download do NovelToon para desfrutar de uma experiência de leitura melhor!***
Atualizado até capítulo 78
Comments