Ele para em uma cafeteria e compra alguns pães e doces, depois vai até um restaurante e pede comida pra viagem. Pega bebida e volta pro carro. Ela estava esperando ele mais calma.
Ceci - Nossa Alessandro quanta coisa?
Alessandro - Eu não gosto de sentir fome. Me desculpa se exagerei.
Ceci - Quer falar sobre isso?
Alessandro - um dia quem sabe? Vamos?
Ceci - vamos lá.
Ele dirigi e o tempo todo ela ficava olhando a paisagem, eles estavam indo em direção ao interior, mas não era pra fazenda dele.
Ela estava mais calma e eles foram conversando sobre várias coisas, ela contou como foi viver uma infância sobre os holofotes e ter sua privacidade sendo invadida em casa parte dela.
Ela se anima e ele liga o som, estava tocando uma música, sertanejo brasileiro e ela adorava. Ele gostava de ouvir e saber que ela também o deixou feliz.
Alessandro - você gosta de música brasileira?
Ceci - não todas. Mais as sertanejas e tals. Algumas duplas eu amo.
Alessandro - Eu também gosto. Na verdade eu acho que tenho sangue brasileiro. Minha mãe era brasileira. Pelo que me disseram.
Ceci - você não sabe muito dela né?
Alessandro - não. Só o que me contam mesmo. Que ela chegou aqui pra trabalhar e meu pai deu emprego pra ela. Ela engravidou dele e morreu no parto. Tem uma empregada que trabalha ainda na fazenda que comheceu minha mãe, e foi embora quando ela estava grávida. Ela fala que ela era uma mulher linda e muito maravilhosa. Eu queria ter conhecido ela.
Ceci - tenho certeza que ela era uma ótima pessoa. Sinto muito.
Alessandro - Eu quero ter filhos e por criar eles com valores e princípios e acima de tudo muito amor e carinho. Dar atenção e estar sempre presente. Tudo o que eu não tive.
Ceci - tenho certeza que você terá chance de realizar tudo isso.
Eles conversando chegar até o lugar que ele havia falado. E ela quando vê a paisagem no horizonte fica sem fôlego.
Ela sai do carro antes mesmo dele ir até ela, ela sai e vai andando até a beirada.
Ceci - Nossa Alessandro que lugar lindo.
Alessandro - Eu sabia que você ia gostar. Eu amo esse lugar.
Ceci - Tem razão. É lindo. De tirar o fôlego.
Alessandro - Estou pesando em fazer uma oferta e comprar essas terras. Criar uma família e viver feliz aqui.
Ceci - Se você tem condições e esse sonho te aconselho a fazer.
Alessandro - obrigado. Vem vamos sentar.
Ele vai até o carro e pega as coisas que comprou, além de uma manta que estava no banco de trás, forra a folha no chão e coloca as coisas.
Alessandro - Eu pedi almoço porque eu não gosto de pular as refeições, mas também tem pães, croassant, tem uma torta de limão que eu acho que você vai gostar e um torta de frutas vermelhas. Eu exagerei né?
Ceci - So um pouco, mas eu estou com fome e eu não brinco em serviço. Então acho que daremos conta.
Alessandro - Tá bem.
Ele prepara tudo ela ajuda ele a retirar a comida das embalagens, que ainda estavam quentes. Eles comem ali mesmo observando a paisagem do lugar.
Conversando e rindo de algumas coisas. Do jeito desajeitado dele, da risada dela, do tanto de comida que ele havia comprado e por ter esquecido copo.
Eles tiveram que beber na boca da garrafa o suco que ele havia comprado. Mas mesmo assim eles não deixam de rir.
Alessandro - Ei amo vir aqui quando eu estou triste ou até mesmo feliz. Essa paz que esse lugar transmite é um remédio pra alma.
Ceci - Eu sento isso assim que cheguei aqui. É lindo.
Ela fala e pega a bolsa pra retirar o celular e bater uma foto. O chaveiro dela cai e ele ver o chaveiro de urso e sorri. Ela tira uma foto da paisagem e sorri.
Alessandro - deixa eu tirar uma sua. Vai lá.
Ela corre e faz uma pose, ele tira várias fotos, inclusive com o celular dele. Ela vem pra perto e puxa ele pra tirar uma foto com ela.
Ceci - Vem vamos tirar uma.
Alessandro - sim senhora.
Ele fica atrás dela e ela tira uma selfie, eles sorriem e sentam de novo e tiram mais algumas selfies. Até que ele pega o chaveiro.
Alessandro - já dei nome pra eles?
Ceci - não. Lkkkkkkkk pra que?
Alessandro - Coitados. Eles precisam de nome. Tadinhos.
Ceci - Então escolhe.
Alessandro - Deixa eu ver? Ela é tão bonita que deveria se chamar Cecília.
Ceci - Ah para.
Alessandro - E sério. Vai se Cecília.
Ceci - Então ele vai se chamar Alessandro.
Alessandro - Ah não.
Ceci - Ah sim.
Alessandro- Então tá bem.
Eles ficam conversando e ela fala sobre o que aconteceu mais cedo. Ele olha pra ela e sente seu sangue ferver e a raiva que ele estava de Henrique se triplica e ele promete que vai tomar uma providência.
Ceci - Eu me senti tão mal. Desrespeitada, insultada sabe. Não sei explicar. Um sentimento de impotência.
Alessandro - eu não sei nem o que dizer. Eu queria poder fazer ele engolir cada palavra.
Ele levanta nervoso e muito irado. Suas mãos estavam fechadas em ponto de murro e seu rosto estava vermelho.
Ele fica andando mais pra frente pra tentar se acalmar. Ela percebe que isso mexe muito com ele e tenta o acalmar. Ela vai até ele e pega na sua mão e fica de frente pra ele.
Ceci - Por favor não fica assim. Não por minha causa.
Alessandro - Como não? Só de pensar que um moleque te insultou e te fez chorar eu já morro mil vezes.
Ele fala olhando pra ela segurando seu Dogao enquanto ela olha em seus olhos.
Alessandro - Eu quero poder te proteger do mundo, de tudo e de todos. Te cuidar e te fazer muito feliz Cecília. Saber que alguém te machucou me machuca também. Eu não posso permitir isso.
Ceci - Olha já passou. Ele não fará mais.
Alessandro - Não mesmo. Eu não permitirei.
Ceci - Porfavor se acalme.
Ela fala e abraça ele, envolvendo seu braços na cintura dele e colocando sua cabeça em seu peito. Lá se te a respiração dele rápida e rasa e percebe que ele estava se controlando.
Mas instantaneamente ele começa a se acalmar. Ele beija o alto da cabeça dela e abraça ela de volta, enquanto se acalmava e sua respiração se controlava.
Quando ela sente ele mais calmo, ela não consegue se soltar dele, o perfume dele entrou em suas narinas e a fez ficar tão calma quanto ele.
A segurança que ela sentiu em seus braços e o conforto a fez desejar isso todos os dias e sempre. Ele não poderia negar que sentiu o mesmo. Abraçou ela de volta e imaginou tudo que poderia viver com ela.
Ela levanta a cabeça sem soltar ele e olha em seus olhos. Eles ficam se olhando sem falar uma palavra, apenas a conexão e o clima falava por si só.
Ele leva sua mão ao queixo dela e de vagar e leve dela seus lábios com os dela. Um beijo casto e leve, faz ela se sentir amada e muito bem.
Ela sorri no beijo e ele sorri também.
Alessandro - Me desculpe. Eu não quis ser abusado.
Ceci - Tudo bem. Eu tbm quis. Só vamos cm calma.
Alessandro - Tudo bem. Vem está esfriando.
Ele leva ela de volta pra toalha e pega a manta e coloca nos ombros dela. Se junta e ficam abraçados vendo as aves voando.
Alessandro - Quero fazer mais disso.
Ceci - O que?
Alessandro - Te beijar. Te abraçar. Cuidar de você. Sentar aqui e ver o por do sol. Tudo que eu puder.
Ceci - Tem certeza que quer isso comigo? Já sabe né? Sou um jovem com uma bagagem de uma pessoa de 40 anos.
Alessandro - Eu quero. Quero você e sua bagagem. Divide ela comigo. Eu te ajudo a carregar e te ajudarei caminhar.
Ceci - Está bem.
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Atualizado até capítulo 94
Comments
Celia Chagas
Que lindo chegou já mostrando que não é imaturo nem indeciso 🙂🙂
2023-12-26
1
odia Costa
Que lindos 🥰🥰🥰🥰🥰🥰🥰🥰🥰🥰🥰🥰🥰🥰🥰🥰🥰🥰🥰🥰🥰🥰🥰🥰🥰🥰🥰🥰🥰🥰🥰🥰🥰🥰🥰🥰🥰🥰🥰🥰🥰🥰🥰🥰🥰🥰🥰🥰🥰🥰🥰🥰🥰🥰🥰🥰🥰🥰🥰🥰🥰
2023-10-05
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Rosiene Silva
que casal mais lindo autora estou apaixonada 🥰
2023-07-10
5