longe

Já vai completar dois meses desde que eu cheguei no vilarejo, Max estava a pegar pesado com o treino de defesa pessoal, tenho aulas de leitura e escrita e ainda tinha o trabalho na orta, em geral minha vida estava indo muito bem eu nunca, mas passei fome só tinha uma coisa me chateando, toda a vez que eu chegava perto do Max eu sentia algum arrepios meu coração batia muito rápido e as vezes me dava uma falta de ar quando ele saia do banho ele exalava um cheiro doce talvez fosse pelos produtos de banho que ele tinha comprado pra mim que ele usava secretamente, ele achava que não dava pra sentir o cheiro. Ele estava no quintal sem camisa cortando lenha eu perdia o foco e minhas partes íntimas ficava latejando eu sentia meu rosto pegar fogo eu estava segurando alguns legumes na mão que acabei deixando cair no chão o barulho chamou a atenção do Max ele largou o machado no chão e veio me ajudar a recolher os legumes do chão.

- deixa eu te ajudar

ele foi pegando os legumes e acidentalmente nossas mãos acabaram se tocando, eu recolhi a mão bem rápido.

- não precisa

ele olhou pro meu rosto, largou tudo e segurou meu rosto com força.

- oque você tem? tá com o rosto todo vermelho

- não é nada

ele se aproximou mais um pouco do rosto meu coração começou a bater tão rápido achei minhas mãos tremia eu fiquei sem reação então larguei tudo e sai correndo.

- fica longe de mim. ( gritos )

Tinha um riacho perto de casa que ficava bem isolado, ninguém ia ali, era calmo e tranquilo, ao chegar eu arranquei minhas roupas e entrei na água, a água estava calma e fria, ajudou acalmar meu corpo que estava em chamas, fiquei ali até meu corpo voltar ao normal. Eu estava sobre as pedras pegando um sol escutando o barulho da água, tudo estava em silêncio eu acabei pensando que talvez eu estivesse doente ou algo do tipo.

eu escutei alguém chamando meu nome era o Max ele me viu sem roupa eu me virei pra ele e soltei um grito ele se assustou e virou rapidamente de costa.

- eu sinto muito, eu não queria ( falando gaguejado )

eu corri, peguei minhas roupas e comecei a vestir.

- O que você está fazendo aqui?

- eu estava preocupado com você

- eu falei pra ficar longe de mim

- eu achei que você estava precisando de ajuda, você anda meio estranha

- eu só queria um tempo sozinha, você não entende isso que saco

eu terminei de me vestir e sai andando ele pegou no braço e segurou forte me fazendo parar eu olhei pra ele e seu rosto estava vermelho ele soltou meu braço no mesmo estante eu estava morrendo de vergonha então sai correndo e me tranquei o resto do dia no quarto Max bateu algumas vezes na porta e eu o ignorei.

- eu vou passar a noite fora Amélia volto amanhã, ok então não precisa ficar trancada no quarto.

Ele saiu de casa eu corri até a janela e vi ele se afastando andando pra longe de casa eu me senti um pouco triste por não me despedir eu passei a noite sozinha pela manhã fiquei sentada na varanda esperando ele voltar, as horas foram se passando e nada dele aparecer a noite veio de novo eu passei a noite em claro eu já estava aterrorizada imaginando mil possibilidades e se ele estivesse se machucado? ou morrido ? eu estava sentindo medo, eu resolvi ir no vilarejo tentar procurar por ele eu caminhei até o vilarejo a vila estava quieta tudo muito pacífico e por todo o lugar que olhava só via mulheres e crianças eu procurei ele no bar na taberna perguntei pras pessoas e ninguém me falava nada na verdade as pessoas pareciam me ignora eu voltei pra casa e continuei esperando o dia já estava chegando a fim novamente eu estava tão cansada e com tanto medo. Eu não sabia que horas eram quando escutei alguém tentando abrir a porta eu peguei uma vassoura e me escondi eu pulei dando vassouradas na pessoa que invadiu a casa.

- calma, sou eu o Max

- Max?

a casa estava escura, eu forcei a visão e vi Max ali parado segurando a vassoura eu larguei a vassoura e pulei no seu colo as lágrimas caíram automaticamente.

- ei, ei oque foi? (assustado )

- seu idiota ( voz de choro )

eu comecei a socar ele bem forte enquanto eu chorava.

- por que você tá me batendo?

- você falou que ia passar uma noite fora UMA

- eu tive um probleminha

- você sabe como eu estava com medo? eu achei que tinha acontecido algo ou pior, que você tivesse morrido

- mas eu não morri

- eu não sabia disso, eu estava com medo achando que tinha perdido outra pessoa importante pra mim.

Eu não conseguia parar de chorar, ele se apavorou, me acolheu em seus braços e me abraçou forte com muito carinho depois de um tempo eu parei de chorar e ainda estávamos abraçados.

- onde você estava?

- com os rapazes caçando

- onde tá a caça ?

- não peguei nada

- eu fiquei com muito medo

- desculpa, eu não achei que demoraria tanto

- eu não te perdoo

- oque eu posso fazer pra você me perdoar?

ainda estávamos abraçados quando nossos olhos se cruzaram, estávamos nos encarando o seu rosto estava incrivelmente perto do meu, eu acabei de alguma forma tocando os meus lábios no dele, sabe apenas uma bitoquinha eu nunca tinha beijado ninguém então não sabia bem se estava certo eu fiquei apavorada e escondi o rosto com as mãos com vergonha.

- desculpa, desculpa....

- eu juro que eu tentei resistir Amélia.

ele tirou minhas mãos do meu rosto e me deu um beijo na boca meus lábios se abriram a língua dele invadia toda a minha boca ele foi conduzindo toda a situação ele me apertou sobre seu peito o beijo foi ficando cada vez mais feroz ele segurava minha cintura nós caminhava se batendo pela casa derrubando tudo pelo caminho ele interrompeu o beijo e se afastou.

- Amélia, você quer isso?

eu o beijei bem forte.

- eu quero

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Comments

Adriana Martins da Silva

Adriana Martins da Silva

tá ficando muito chato a história cadê a parte dele

2025-02-13

0

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