"Este capítulo descreve cenas de tortura"
Isla estava no balcão quando o policial entra na sala e fica o tempo todo olhando para ela, que claro, percebeu ter algo de errado, nesse momento ela puxa sua arma escondida atrás da sua camiseta.
O policial pede que ela entre e aguarde numa sala, assim que ela passa ele tenta puxá-la pelo braço, então Isla que estava com a arma dispara contra o homem acertando sua mão.
Isla: Seu desgraçado, você está no esquema do meu pai, é isso?
Policial: Sua vagabunda, logo seu pai estará aqui, eu poderia te matar, sou um oficial.
Isla: Maldito, cadê as chaves do carro que está lá fora?
Policial: Acha que vou lhe dizer? kkkk
Isla atira de novo, dessa vez na perna do homem que grita novamente.
Isla: Diga logo, senão acerto a outra perna, onde está a porra das chaves?
Policial: Na gaveta, quando seu pai te pegar vai se arrepender.
Isla pega as chaves na gaveta, passa pelo homem que está sangrando, se abaixa e com a arma engatilhada fala olhando nos olhos dele.
Isla: Seu corrupto de merda, não se preocupe, não será o único punido por isso, pode acreditar.
Então dá mais dois tiros no policial e sai correndo, Avery que estava do lado de fora a vê saindo com respingos de sangue na roupa, fica olhando assustada.
Avery: Que houve? Escutei barulhos de tiro.
Isla: Estava limpando o lixo.
Avery: Como assim?
Isla: Entra no carro, aquele desgraçado é comprado pelo meu pai, precisamos sair daqui antes que os homens dele chegue.
No caminho, Avery pergunta o que farão. Isla já tinha tudo em mente, só precisava chegar o mais rápido possível no centro da cidade, pede que Avery arrume uma camisa limpa.
Isla: Precisamos chegar no aeroporto e pegar o primeiro avião que irá partir, não importa o destino, depois te ajudo a voltar para seu país, será uma pessoa livre, eu prometo.
Avery: Isla, não vou te abandonar, não depois de tudo que está fazendo por mim, vou te ajudar.
Isla: Primeiro precisamos estar num local seguro, depois pensamos nisso, está bem?
Horas depois elas chegam no aeroporto, Isla descarta a arma, pega a bolsa e uma mochila que Avery tinha feito com algumas roupas, elas entram correndo. Olha para o painel e vê um voo para os Estados Unidos que está com partida em 20 minutos.
Isla: Moça sabe me dizer se o voo 7584 Estado Unidos - Nova York tem vaga?
—Temos sim, mas se tiver bagagem para despachar não dá tempo senhorita.
Isla: Não temos só de mão mesmo.
— Seus documentos, por favor.
Assim que compra as passagens, fazem o check in ali mesmo e vão para o portão de embarque.
Poucos segundos após o embarque os homens de Dominic entram no aeroporto, mas como Isla já previa tinha feito documentos falsos com a ajuda de um amigo, então seria quase impossível descobrir o destino assim tão rápido.
Agora as duas estavam indo para um novo país, Isla tinha poucos dias até que sua foto estivesse em todas as delegacias como assassina, pois tinha atirado num policial, precisaria usar a inteligência e buscar ajuda.
Enquanto isso, em Manchester, quando os homens retornam sem Isla, Dominic pede que busquem nas câmeras quem a ajudou a sair da cela e ao ver Isaac, mesmo ele sendo um homem já cansado do trabalho pesado e explorador do patrão, não teve dó.
Dominic: Seu velho desgraçado, pendure esse maldito nas correntes, quero que seja chicoteado 50 vezes todos os dias até que não possa mais respirar.
— Senhor, a mestiça sumiu também.
Dominic: Isso é culpa sua Charlotte, avisei, falei mil vezes para abortar, mas não, insistiu nessa gravidez idiota, quando quis vendar aquela praga, escondeu, deveria deixar os cachorros comer você para aprender.
— Senhor, o que faremos agora?
Dominic: Aquela vagabunda não matou um policial? Denunciem ela mas enviem somente para nossos aliados, não posso ter meu nome exposto, coloque uma boa recompensa e aquela mestiça quando eu colocar minhas mãos nela farei dela minha submissa, daí irei descartar você Charlotte, para esses puteiros de esquina que qualquer mendigo paga moedas para comer.
Dominic cuspia seu ódio por todos os cantos da casa em alto e bom tom, mas quem sempre sofria com as punições era Charlotte, ele a amarrava na cama completamente nua, batia com chicote até deixar marcas em sua pele branca e depois a forçava a fazer sexo com ele. Ela estava a tanto tempo que aquilo deixou de ser castigo, se tornou prazeroso e ela chegou a comentar ao próprio marido que lhe dava prazer os castigos que lhe aplicava.
Pelo poder e dinheiro que tinha, Dominic "the tyrant" (O Tirano) como era conhecido tinha parceiros no mundo inteiro, pois seu negócio rendia milhões.
Enquanto isso, durante o voo, Isla ainda em choque, poderia ao menos deixar sua tristeza tomar conta de seus pensamentos. Avery a olha e pega um sua mão.
Isla: Eu não consigo acreditar que aquilo acontecia na minha casa, Avery, era aquilo que você chamava de alojamento?
Avery: Não, eu nunca entrei ali.
Conversam as duas praticamente cochichando, com medo que alguém escutasse a conversa delas, mas Isla fica assustada e curiosa.
Isla: E o que era esse alojamento? Tinha mais pessoas lá?
Avery: Sim, mas acho melhor conversarmos isso outra hora.
Isla: Meu Deus, o que será de nós agora? Preciso fazer alguma coisa, e não sei por onde começar.
Avery: É uma mulher inteligente, só precisa descansar, tenho certeza que achará uma forma eu vou te ajudar, não estará sozinha, prometo.
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Atualizado até capítulo 78
Comments
Márcia Jungken
caramba esse escroto é pior que o capeta , achei que a Charlotte não quis ajudar a filha, mas ela também é vítima desse monstro nojento 🤔
2024-10-24
1
Vaniza Goncalves
ai ja to doida pra elas conhecer os meninos
2023-08-02
5
Sara Gomes
amando vc e perfeita autora parabéns
2023-07-06
0