Jordan
Ando depressa até a saída do restaurante e me deparo com uma Luma desesperada tentando se desvencilhar de um cara muito maior que ela, ele a mantém presa pela cintura e pelos cabelos, enquanto se esfrega nela e tenta beijá-la. Filho da puta!
-Solta ela imediatamente! -Digo parecendo mais calmo do que realmente estou, na verdade estou fumegando de raiva e quando ele a solta me olhando com desafio, vôo em cima do canalha e lhe desfiro vários golpes no rosto e na barriga. Ninguém toca nela!
-Jordan, para! Jordan pelo amor de Deus. Olha pra mim!
Sinto suas mãos pequenas e delicadas segurando um dos meu braços, paro na mesma hora de socar o filho da mãe, embora ainda pudesse fazer isso por muito mais tempo, mas vê-la assustada e com lágrimas nos olhos me fez cair em mim novamente, me levanto e passo as mãos pelo paletó, me ajeitando.
-Venha, vou tirar você daqui.
Ela apenas ascente e me segue até o meu carro, suas mãos apertando com força ao redor dos meus braços, ela está assustada e com razão, não posso deixá-la sozinha nesse estado, mas também não sei se consigo me controlar em casa a sós com ela, principalmente depois do que aconteceu aqui, preciso descarregar toda essa raiva.
Durante o percurso não muito longo até minha casa, não trocamos sequer uma palavra, às vezes me permito encarar seu rosto e examiná-lo, apenas para perceber algumas lágrimas escorrerem. Quando chegamos digito o código e o portão se abre, estaciono em frente a entrada imaginando que terei de levá-la para casa mais tarde, então evito a garagem. Saio do carro e abro a porta para ela, estendo a mão para ajudá-la, mas quando ela se levanta, se joga em meus braços, me abraçando com força, como se estivesse segura ali dentro do meu abraço. Eu retribuo, porque de repente sinto que realmente devo protegê-la e quero que ela se sinta segura perto de mim. Não sei por quanto tempo ficamos assim, abraçados apenas e também não sei se um dia já abracei uma mulher dessa forma, por tanto tempo e com tanto carinho, mas sentir ela tão próxima, seus seios pressionando contra meu corpo, suas mãos em minhas costas, estavam despertando partes de mim que eu não podia controlar e não queria que ela me achasse um babaca ficando excitado com ela logo depois que um cara praticamente a forçou. Me afasto ligeiramente, seguro seu queixo e examino seu rosto, pelo menos ela não está mais chorando. Seus olhos castanho-claros penetrando profundamente nos meus, como se ela pudesse ver cada pensamento, cada ideia e até mesmo todo meu passado. Seus olhos são realmente hipnóticos, percebo que eles descem até meus lábios e ela lambe os dela mordendo o inferior em seguida, deixando bem claro o desejo de me beijar e acordando ainda mais o lado sombrio dentro de mim. Céus, não posso fazer isso, não depois do que ela acabou de passar. Não posso me dar ao luxo de perder o controle com ela, nem eu sou tão babaca assim. Mas ela está deixando bem claro o que quer e eu não sou o tipo de cara que resiste.
Abaixo o meu rosto e encontro seus lábios com os meus. Tão macios, tão desejosos, sinto sua língua procurar a minha numa dança lenta e extremamente sensual. Porra, que vontade de subir seu vestido e comê-la em cima desse carro. A medida que o beijo esquenta, me permito passear as mãos por seu corpo, sua cintura fina, sua bunda gloriosa, enrosco a mão em seus cabelos e puxo levemente, ela solta um gemido em resposta que leva vibrações direto para o meu pau, então morde e puxa delicadamente meu lábio inferior. Deus! Assim vou ficar louco e ainda nem fizemos nada. Paramos para recuperar o ar, Luma deita a cabeça no meu peito e eu acaricio seus cabelos, se antes eu queria, agora preciso fodê-la.
-Me desculpe, eu não devia ter feito isso. - Luma me encara com olhar de arrependimento.
-Não baby, não se arrependa. Eu quis fazer isso desde o primeiro momento que vi você naquele restaurante. - Não quero que ela se arrependa de ter me beijado, quero que ela me deseje, me queira, assim como a quero agora.
-Você está sangrando! Está doendo? - Seus dedos pousam na minha testa e seus olhos me examinam, ela segura minhas mãos e percebe os arranhões que ficaram por causa da briga. Nem tinha me dado conta disso.
-Está tudo bem, nem estou sentindo. - A única coisa que sinto doer é meu pau de tão duro, mas não vou dizer isso a ela.
-Vamos entrar, vou cuidar desses machucados e depois você pode me levar para casa.
Não preciso disso, não preciso de ninguém cuidando de mim, já me meti em brigas muito piores e saí muito mais machucado do que isso, mas se é uma forma de fazê-la entrar e ficar mais tempo, eu aceito. Quem sabe não consigo dissuadir que ela fique e deixe eu me enterrar dentro dela.
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Atualizado até capítulo 91
Comments
Dinanci Macorin Ferreira
Ansiosa por mais autora.
2024-12-05
1
lindalva
Só acho que você vai cair do cavalo viu 👀 /Drool//Drool//Drool//Drool//Drool//Shy/
2024-06-08
1
Elisabete Fontes Prado garcia
fogo 🔥 no parquinho ❤️
2024-02-02
1