Nuno pegou Antônio que facilmente envolveu suas pernas em torno da cintura de Nuno e seus braços em torno de seu pescoço. Eles se beijaram apaixonadamente até que Antônio deitasse na cama. Nuno respirou pesadamente, surpreso com a habilidade que tinha para beijar. Para fazer Antônio deitar, Nuno afrouxou sua gravata e se inclinou sobre ele, dizendo.
— Não se arrependa.
Antônio, com um olhar sedutor em seus olhos, tocou a orelha de Nuno e soprou ar quente nela, dizendo.
— Com certeza. — Vendo essa resposta, Nuno começou a agir loucamente. Ele beijou os lábios vermelhos e levemente inchados de Antônio, continuando a descer para o pescoço e a clavícula, deixando marcas onde quer que beijasse. Nuno despiu completamente Antônio, deixando-o apenas de cueca. Ele passou as mãos por todo o corpo de Antônio, parando nos dois pontos rosados em seu peito. Com um toque brusco, ele os provocou, às vezes beliscando-os. Antônio, sentindo-se sensível, tremeu enquanto segurava firmemente o braço forte de Nuno e gemeu. — Tio... não... não toque neles... ah..— Seus gemidos sedutores fizeram as veias de Nuno saltarem em sua testa.
Sabendo que era sensível para ele, Nuno continuou provocando, inclinando para lamber e morder, deixando marcas de dentes. Antônio, sendo provocado assim, começou a chorar e tentou se consolar embaixo, mas Nuno o impediu. Ele beijou a mão de Antônio e a lambeu. Antônio ofegante disse.
— Tio... me sinto quente... — Nuno sorriu, deixando inúmeras marcas em seu corpo, e quando se sentiu satisfeito, seu dedo se moveu do peito para a parte inferior do corpo. Despindo a última peça de roupa do corpo de Antônio, Nuno olhou para aquele pequeno objeto e o agarrou, movendo-o para cima e para baixo. Antônio sentiu prazer e gostou. Mas quando estava prestes a atingir o clímax, Nuno de repente parou, fazendo Antônio se sentir como se tivesse caído do céu para o inferno. Antônio soluçou e disse. — Tio... eu quero gozar... deixe acontecer.
Nuno o ignorou, tirando suas próprias calças, se posicionando em frente a Antônio, segurando firmemente sua mão e começando a instruir, dizendo.
— Se você quer gozar, faça isso junto comigo...
Antônio não resistiu, então seguiu fielmente. Depois de um tempo, os dois atingiram o clímax juntos, mas Antônio ainda não estava satisfeito. Ele olhou para Nuno, seus olhos suplicantes e sedutores, dizendo.
— Tio... ainda não é suficiente.— Nuno olhou para o garotinho diante dele, surpreso com o quão poderosa essa droga era.
Nuno estendeu a mão para a gaveta perto da cabeceira da cama e pegou um preservativo e um frasco de lubrificante. Ele fez Antônio deitar e levantou seus quadris, abrindo o lubrificante e derramando diretamente. Antônio sentiu algo líquido e fresco, fazendo-o estremecer.
Jogando fora o frasco de lubrificante, Nuno lentamente inseriu um dedo na área íntima de Antônio. Sentindo a invasão, Antônio chorou desconfortavelmente.
— Ah... isso dói.— Nuno abraçou sua cintura, beijando suas costas nuas e sexy, e disse.
— Seja obediente, você precisa relaxar para evitar se machucar. Você consegue aguentar um pouco?— Ouvindo as palavras de Nuno, Antônio assentiu e aguentou. Nuno inseriu um dedo, depois dois, depois três. Antônio gemeu, mas ao alcançar os ouvidos de Nuno, parecia uma melodia sedutora.
Quando a área íntima de Antônio estava relaxada o suficiente, Nuno colocou o preservativo e empurrou lentamente. O tamanho da invasão fez Antônio sentir dor, como se seu corpo estivesse sendo rasgado. Antônio chorou e disse.
— Ah... isso dói... Tio... tire... dói muito.
Nuno, que havia chegado apenas na ponta, também sentia dor, mas ele continou e confortou Antônio, sua mão não ficou parada, movendo-se para o ponto rosa claro que já havia ficado vermelho, dizendo.
— Seja bom, relaxe. Estou prestes a ser espremido até a morte por você. Só um pouco e a dor vai sumireu prometo.
Antônio teve que aguentar e respirar profundamente, em seguida, relaxar, enquanto Nuno o penetrava, fazendo-o gritar de agonia.
— Ai... isso dói...— . Nuno conseguiu empurrar tudo, como se tivesse descarregado um fardo, e disse suavemente.
— Bom, está tudo bem. Vai doer na primeira vez, mas não vai doer mais.
Depois de dizer isso, Nuno imediatamente o estocou, inicialmente devagar para que António se acostumasse, mas gradativamente aumentando a velocidade, fazendo António sentir dor e um prazer incomum. Nuno pressionou com força e rapidez, indo fundo como se quisesse matar António. António, entre dor e prazer, disse.
— Diminua a velocidade... devagar, por favor.
Nuno se entregou ao prazer, continuando a empurrar com força, comandando.
— Chame meu nome...
— Sim... Nuno.— Ao ouvir seu nome pronunciado pela boca de António, Nuno se tornou ainda mais agressivo, ao mesmo tempo que entrava em Antonio, ele acariciava o pau de António para que ele também sentisse mais prazer, até que Antonio disse. — Ah... por que o seu pau está ficando maior? Pare... Pare... ah....
Assim, Nuno torturou António das 21h até a 1h, mudando inúmeras posições e os dois gozando várias vezes, até que António quase desmaiasse de extase e exaustão. Nuno deixou António descansar enquanto ele ia ao banheiro tomar banho e encher a banheira com água morna. Depois ele carregou António para o banheiro e o abaixou lentamente na água morna, fazendo António se sentir confortável e suas sobrancelhas relaxarem.
Depois de banhar António, Nuno o carregou de volta para a cama e o deitou delicadamente. Olhando para o rosto inchado de António por causa do choro, seus lábios vermelhos e as marcas que Nuno deixou em seu corpo, Nuno sorriu satisfeito e então deitou-se na cama, envolvendo o corpo nu de António e adormeceu.
Na manhã seguinte, António acordou bem cedo, por volta das 4h30. Ele abriu os olhos inchados e se deparou com o rosto de Nuno. Estava prestes a gritar, mas conseguiu rapidamente cobrir a boca. António se lembrou do que tinha acontecido na noite anterior e ficou ruborizado, ele nunca esperava ter seduzido Nuno daquele jeito. E se Nuno acordasse o que ele diria?
Deixando suavemente o abraço de Nuno, António se levantou e saiu da cama. Após se vestir, ele deixou um bilhete e algum dinheiro.
Por volta das 6h, Nuno acordou e não encontrou António em lugar nenhum. A cama não estava mais quente, indicando que António havia saído. De repente, um cartão e um bilhete chamaram a atenção de Nuno. O bilhete dizia:
"Tio, eu sinceramente peço desculpas. Eu estava fora de mim na noite passada. Este é o meu dinheiro, por favor, aceite-o como compensação. Considere a noite passada como um erro e pense nisso como seu pagamento. Sinto muito mesmo, António.
Após ler o bilhete, o rosto de Nuno ficou negro enquanto ele apertava firmemente o papel, dizendo
— Você me vê como um gigolô? Antonio... Você está definitivamente morto dessa vez.
António, que estava em casa, naquele momento sentiu seu corpo todo tremer...
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Atualizado até capítulo 20
Comments
Soraia Mondragom
Preciso de mais por favor 🙏🫣👉👈
2023-11-24
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