Capítulo 20

Nuno pegou Antônio que facilmente envolveu suas pernas em torno da cintura de Nuno e seus braços em torno de seu pescoço. Eles se beijaram apaixonadamente até que Antônio deitasse na cama. Nuno respirou pesadamente, surpreso com a habilidade que tinha para beijar. Para fazer Antônio deitar, Nuno afrouxou sua gravata e se inclinou sobre ele, dizendo.

— Não se arrependa.

Antônio, com um olhar sedutor em seus olhos, tocou a orelha de Nuno e soprou ar quente nela, dizendo.

— Com certeza. — Vendo essa resposta, Nuno começou a agir loucamente. Ele beijou os lábios vermelhos e levemente inchados de Antônio, continuando a descer para o pescoço e a clavícula, deixando marcas onde quer que beijasse. Nuno despiu completamente Antônio, deixando-o apenas de cueca. Ele passou as mãos por todo o corpo de Antônio, parando nos dois pontos rosados em seu peito. Com um toque brusco, ele os provocou, às vezes beliscando-os. Antônio, sentindo-se sensível, tremeu enquanto segurava firmemente o braço forte de Nuno e gemeu. — Tio... não... não toque neles... ah..— Seus gemidos sedutores fizeram as veias de Nuno saltarem em sua testa.

Sabendo que era sensível para ele, Nuno continuou provocando, inclinando para lamber e morder, deixando marcas de dentes. Antônio, sendo provocado assim, começou a chorar e tentou se consolar embaixo, mas Nuno o impediu. Ele beijou a mão de Antônio e a lambeu. Antônio ofegante disse.

— Tio... me sinto quente... — Nuno sorriu, deixando inúmeras marcas em seu corpo, e quando se sentiu satisfeito, seu dedo se moveu do peito para a parte inferior do corpo. Despindo a última peça de roupa do corpo de Antônio, Nuno olhou para aquele pequeno objeto e o agarrou, movendo-o para cima e para baixo. Antônio sentiu prazer e gostou. Mas quando estava prestes a atingir o clímax, Nuno de repente parou, fazendo Antônio se sentir como se tivesse caído do céu para o inferno. Antônio soluçou e disse. — Tio... eu quero gozar... deixe acontecer.

Nuno o ignorou, tirando suas próprias calças, se posicionando em frente a Antônio, segurando firmemente sua mão e começando a instruir, dizendo.

— Se você quer gozar, faça isso junto comigo...

Antônio não resistiu, então seguiu fielmente. Depois de um tempo, os dois atingiram o clímax juntos, mas Antônio ainda não estava satisfeito. Ele olhou para Nuno, seus olhos suplicantes e sedutores, dizendo.

— Tio... ainda não é suficiente.— Nuno olhou para o garotinho diante dele, surpreso com o quão poderosa essa droga era.

Nuno estendeu a mão para a gaveta perto da cabeceira da cama e pegou um preservativo e um frasco de lubrificante. Ele fez Antônio deitar e levantou seus quadris, abrindo o lubrificante e derramando diretamente. Antônio sentiu algo líquido e fresco, fazendo-o estremecer.

Jogando fora o frasco de lubrificante, Nuno lentamente inseriu um dedo na área íntima de Antônio. Sentindo a invasão, Antônio chorou desconfortavelmente.

— Ah... isso dói.— Nuno abraçou sua cintura, beijando suas costas nuas e sexy, e disse.

— Seja obediente, você precisa relaxar para evitar se machucar. Você consegue aguentar um pouco?— Ouvindo as palavras de Nuno, Antônio assentiu e aguentou. Nuno inseriu um dedo, depois dois, depois três. Antônio gemeu, mas ao alcançar os ouvidos de Nuno, parecia uma melodia sedutora.

Quando a área íntima de Antônio estava relaxada o suficiente, Nuno colocou o preservativo e empurrou lentamente. O tamanho da invasão fez Antônio sentir dor, como se seu corpo estivesse sendo rasgado. Antônio chorou e disse.

— Ah... isso dói... Tio... tire... dói muito.

Nuno, que havia chegado apenas na ponta, também sentia dor, mas ele continou e confortou Antônio, sua mão não ficou parada, movendo-se para o ponto rosa claro que já havia ficado vermelho, dizendo.

— Seja bom, relaxe. Estou prestes a ser espremido até a morte por você. Só um pouco e a dor vai sumireu prometo.

Antônio teve que aguentar e respirar profundamente, em seguida, relaxar, enquanto Nuno o penetrava, fazendo-o gritar de agonia.

— Ai... isso dói...— . Nuno conseguiu empurrar tudo, como se tivesse descarregado um fardo, e disse suavemente.

— Bom, está tudo bem. Vai doer na primeira vez, mas não vai doer mais.

Depois de dizer isso, Nuno imediatamente o estocou, inicialmente devagar para que António se acostumasse, mas gradativamente aumentando a velocidade, fazendo António sentir dor e um prazer incomum. Nuno pressionou com força e rapidez, indo fundo como se quisesse matar António. António, entre dor e prazer, disse.

— Diminua a velocidade... devagar, por favor.

Nuno se entregou ao prazer, continuando a empurrar com força, comandando.

— Chame meu nome...

— Sim... Nuno.— Ao ouvir seu nome pronunciado pela boca de António, Nuno se tornou ainda mais agressivo, ao mesmo tempo que entrava em Antonio, ele acariciava o pau de  António para que ele também sentisse mais prazer, até que Antonio disse. — Ah... por que o seu pau está ficando maior? Pare... Pare... ah....

Assim, Nuno torturou António das 21h até a 1h, mudando inúmeras posições e os dois gozando várias vezes, até que António quase desmaiasse de extase e exaustão.  Nuno deixou António descansar enquanto ele ia ao banheiro tomar banho e encher a banheira com água morna. Depois ele carregou António para o banheiro e o abaixou lentamente na água morna, fazendo António se sentir confortável e suas sobrancelhas relaxarem.

Depois de banhar António, Nuno o carregou de volta para a cama e o deitou delicadamente. Olhando para o rosto inchado de António por causa do choro, seus lábios vermelhos e as marcas que Nuno deixou em seu corpo, Nuno sorriu satisfeito e então deitou-se na cama, envolvendo o corpo nu de António e adormeceu.

Na manhã seguinte, António acordou bem cedo, por volta das 4h30. Ele abriu os olhos inchados e se deparou com o rosto de Nuno. Estava prestes a gritar, mas conseguiu rapidamente cobrir a boca. António se lembrou do que tinha acontecido na noite anterior e ficou ruborizado, ele nunca esperava ter seduzido Nuno daquele jeito. E se Nuno acordasse o que ele diria?

Deixando suavemente o abraço de Nuno, António se levantou e saiu da cama. Após se vestir, ele deixou um bilhete e algum dinheiro.

Por volta das 6h, Nuno acordou e não encontrou António em lugar nenhum. A cama não estava mais quente, indicando que António havia saído. De repente, um cartão e um bilhete chamaram a atenção de Nuno. O bilhete dizia:

"Tio, eu sinceramente peço desculpas. Eu estava fora de mim na noite passada. Este é o meu dinheiro, por favor, aceite-o como compensação. Considere a noite passada como um erro e pense nisso como seu pagamento. Sinto muito mesmo, António.

Após ler o bilhete, o rosto de Nuno ficou negro enquanto ele apertava firmemente o papel, dizendo

— Você me vê como um gigolô? Antonio... Você está definitivamente morto dessa vez.

António, que estava em casa, naquele momento sentiu seu corpo todo tremer...

Mais populares

Comments

Soraia Mondragom

Soraia Mondragom

Preciso de mais por favor 🙏🫣👉👈

2023-11-24

2

Ver todos

Baixar agora

Gostou dessa história? Baixe o APP para manter seu histórico de leitura
Baixar agora

Benefícios

Novos usuários que baixam o APP podem ler 10 capítulos gratuitamente

Receber
NovelToon
Um passo para um novo mundo!
Para mais, baixe o APP de MangaToon!