Capítulo 5

Se desfazendo daquele sentimento estranho, António foi dormir. Felizmente, não havia aula na manhã seguinte, apenas à tarde, então ele planejava dormir até mais tarde, mas era apenas um pensamento.

Na manhã seguinte, exatamente às 8 horas, um carro luxuoso estacionou em frente à cafeteria Silva. Um homem de 28 anos saiu do carro e entrou na loja, atraindo muita atenção devido ao seu rosto extremamente bonito. Ele não apenas era admirado e invejado por todos no mundo dos negócios, mas havia até mesmo pessoas que queriam se envolver romanticamente com ele.

Ao ver o cliente de ontem, Pedro imediatamente parou seu trabalho e o passou para Diogo para entreter esse cliente. Seu irmão mais velho já estava ocupado, e hoje estava ainda mais ocupado, desejando poder sair e reclamar para o mundo inteiro como estava miserável. Com tantas coisas acontecendo, Diogo não se importava mais com mais nada e ligou para António.

— Pequeno António, acorda e venha me ajudar.

António atendeu a ligação e ouviu o pedido raro de seu irmão mais velho, então respondeu sonolento.

— Eu já vou, espere por mim...— Depois de dizer isso, ela rapidamente concluiu sua rotina de higiene pessoal e desceu correndo.

Neste momento, Pedro estava entretendo o cliente especial. Os dois estavam conversando alegremente, apesar da diferença de idade, estavam se dando muito bem. Depois de um tempo, algo veio à mente do homem, e ele perguntou.

— Posso saber o nome deste jovem? — Nuno sorriu e respondeu.

— Meu nome é Nuno, e o dono? — Pedro apresentou sua família enquanto respondia.

— Meu nome é Pedro, tenho um filho mais velho chamado Diogo e um filho mais novo chamado António.

A atenção de Nuno foi capturada pelo nome António. Enquanto conversavam normalmente, ouviram alguém correndo apressadamente escada abaixo da casa. António acabara de terminar sua rotina de higiene pessoal e não se incomodou em trocar seu pijama estampado de galinha. Nuno não pôde deixar de rir ao vê-la neste momento. O pijama de António tinha cabelos bagunçados amarrados em um pequeno coque no topo, o que era fofo e engraçado ao mesmo tempo.

Vendo seu filho mais novo assim, Pedro o amou e o repreendeu levemente, levantando-se e indo em direção a António, dizendo.

— Por que seu cabelo está tão bagunçado assim? Aconteceu alguma coisa que te fez descer correndo?

António fez beicinho para o pai como um gatinho e respondeu.

— Não é nada, é minha responsabilidade ajudar meu irmão mais velho, não o culpe, pai.— Pedro suspirou; esses dois irmãos eram bons em se apoiar mutuamente. De repente, lembrando-se de algo, Pedro disse a António.

— Esta manhã, você tem que servir aquele cliente para compensar seu comportamento de ontem.— António olhou confuso, olhando na direção para onde seu pai estava olhando, e depois para ele. Ela sabia que, mesmo sendo mimado, sua família lhe dera uma boa educação, e cometer erros significava corrigi-los e compensá-los. António olhou para o pai com uma expressão piedosa, fazendo beicinho.

— Pai, eu não fiz nada de errado.

— Você deve fazer isso e aceitar as consequências. — Pedro disse firmemente.

Uma vez que Pedro decidisse fazer alguém fazer algo, não importava o que acontecesse, sua decisão não mudaria. Incapaz de fazer qualquer coisa, António se aproximou relutantemente daquele cliente irritante e, com um olhar assassino, perguntou.

— Ei, tio, o que você gostaria de beber?— Pedro ouviu seu filho falar tão descuidadamente, foi rapidamente até ele e lembrou.

— Que tipo de maneiras são essas? Eu não te ensinei isso? — António se segurou e disse.

— Bem, nem sei qual é o seu nome.

— Nuno. — O cliente respondeu.

António ouviu esse nome e pareceu familiar, mas não conseguia se lembrar onde tinham se encontrado. Ela afastou esse pensamento e disse.

— Pai, vá fazer seu trabalho, Diogo parece muito ocupado lá.

— Chefe, vá fazer seu trabalho, posso ver que está muito ocupado. — Nuno acrescentou.

Pedro hesitou por um momento, mas no final, entrou na cozinha para ajudar. Depois que ele entrou, António virou-se para olhar nos olhos de Nuno e disse.

— Nuno, o que você gostaria de beber?

— Uma xícara de café e um pedaço de bolo.—  Nuno pensou por um momento e disse. António, cautelosamente perguntou.

— Doce ou não doce?

— Adivinhe. —

Ele sabia pelo incidente anterior, que esse garoto era muito cuidadoso, então ele respondeu.

António permaneceu em silêncio, mas logo falou em um tom irritado.

— Você é ridículo. Se você quer algo do seu gosto, vá para outra cafeteria.— Nuno ficou surpreso que ele ousasse afastar os clientes. Ele riu e chamou em voz alta.

— Chefe... hmm.— Antes que ele pudesse terminar sua frase, António o interrompeu rapidamente, dizendo.

— Você está louco? Está tentando me prejudicar? Se você me fizer ser catigado, vai levar um soco. — Nuno sorriu e lambiscou levemente a palma da mão de António, fazendo-o retirar rapidamente a mão. Corando, António falou suavemente. — Você é um pervertido? Sabia que posso processar você por assédio?— Nuno apenas riu e pediu a comida deles. Depois de comerem, foram trabalhar na empresa. Antes de sair, António se despediu e acrescentou. — Não faça isso novamente, não precisa de uma despedida.

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