Carlos Voltou para o carro.
Quando fazia retorno na praça da cidade, próximo a um beco, passou por um velho prédio onde leu: “ORFANATO DOCE LAR”.
Viu uma senhora muito nervosa e sem educação entrar empurrando uma criança.
Carlos: Lugar perfeito para deixar você moleque. Sorriu olhando para Daniel
Chegou a porta e chamou. Uma mulher mal humorada e sem educação o atendeu.
Diretora do orfanato: O que você quer?
Ele percebeu que ela era a pessoa certa para esconder o menino. Na certa, dando algum dinheiro faria o que ele quisesse.
Carlos: Por quanto à senhora me faria um favor?
Ela já mudou o tom
Diretora do orfanato: Depende do favor. Falou com um sorriso cínico.
Carlos: Preciso que a senhora cuide de uma criança, mas ninguém, ninguém pode encontrar. Pagarei em dinheiro e muito bem por este simples trabalho. Quanto a senhora quer?
Diretora do orfanato: Quanto você pretende pagar?
Carlos: Que tal dez mil?
Mulher quase engasgou, não tinha pensado em pedir tanto dinheiro. Ela pensou se ele oferecia aquela quantia poderia conseguir mais.
Diretora do orfanato: Oh moço, este trabalho é um pouco complicado...
Carlos: Então quanto você quer?
Diretora do orfanato: Quem sabe...
Corta Carlos.
Carlos: vinte cinco mil resolve esse problema.?
Diretora do orfanato: Negócio fechado. Falou estendendo a mão. Carlos ignorou o seu gesto e entregou o dinheiro.
Quando ela viu o dinheiro, começou a rir e beija-lo, contemplando o dinheiro como algo sagrado.
Carlos: Vou trazer o menino. Carlos buscou Daniel que estava muito assustado.
Carlos: Arrume outra roupa para ele, preciso desta que ele esta vestido.
Diretora do orfanato: Nossa, mas ele é uma criança bonita. Disse examinando Daniel e em seguida puxou o menino pela orelha e lhe deu um uniforme do orfanato para vestir. Daniel gritou pois doeu a forma como aquela mulher o tratou
Diretora do orfanato: vá se trocar.
Enquanto se trocava, Daniel encontrou a certidão de nascimento que a mãe havia colocado em sua roupa. Lembrou-se das palavras da mãe. Ele não entendia o que estava acontecendo e concluiu inocente:
Daniel: Aqui tem o endereço de casa, eles me levaram para os meus pais. Falou esperançoso. Chegando onde estava Carlos e a mulher, falou estendendo a mão:
Daniel: Aqui o endereço da minha casa, agora vocês podem me levar de volta para meu papai e minha mamãe.
A mulher foi até ele lhe deu uma tapa gritando:
Diretora do orfanato: está é sua casa de hoje em diante, seus pais não te querem mais. Vou te levar para o seu novo quarto. Ela tomou a certidão dele amassou e jogou ao chão.
Daniel pegou e guardou a certidão. O quarto para que foi levado era sombrio, escuro e foi ele trancado pela mulher.
Daniel: Vou guardar este papel que mamãe me deu para algum dia voltar para minha casa. E mentira que eles não me querem eles me amam... Ele chorava copiosamente.
Quando a mulher voltou para sala, Carlos deu-lhe um aviso:
Carlos: Se alguém ficar sabendo que este menino está aqui você vai se ver comigo está ouvindo.
Diretora do orfanato: Acalme-se, pode confiar em mim vou preparar ate novos documentos para ele. Como ele se chama?
Carlos: dê a ele qualquer nome. Agora eu preciso ir, onde está a roupa que ele estava vestido?.
Diretora do orfanato: O que você vai fazer com ela? Pergunta entregando a roupa de Daniel a Carlos
Carlos: Não te interessa. Disse Carlos saindo enquanto a mulher dava gargalhadas vendo todo aquele dinheiro.
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Atualizado até capítulo 107
Comments
Yamagutte Maria
Coitado do Daniel Carlos tem que sofrer muito
2025-03-01
0
Rosa
quem homem horrível, o ódio que ele tem
2025-02-05
0
Edvania Montenegro
Daniel é inteligente e vai dar um jeito de sair e mostrar o papel para alguém.
2025-03-03
1