Daniel estava com fome e cede e viu Carlos lanchando dentro do carro e pediu comida.
Carlos: Você quer um pedaço?
Daniel: quero...
Carlos: Pois vai ficar querendo, diz rindo da criança que permanecia extremamente assustada.
Daniel: você é muito mau, papai vai me buscar...
Carlos: seu pai não vai te buscar ele nem gosta de você, diz debochando do menino.
Daniel: você é muito mentiroso, não gosto de você. diz novamente chorando.
Carlos: calado, se continuar a chorar vai levar uns tapas. Daniel ficou acuado ate que dormiu mesmo estando com fome.
Pela manhã, Carlos seguiu viagem. Daniel dormia. Passava por uma cidadezinha quando teve que parar devido a um grande número de pessoas aglomeradas no meio da rua.
Já Valéria e Miguel passaram a noite em claro esperando por noticias do filho.
Miguel permanecia calado, não consegui entender como a amizade com Carlos chegou a aquele ponto.
Naquele instante, um carro da polícia chegou a casa de Miguel, como não se tratava de um sequestro onde o sequestrador queria dinheiro mas estava ameaçando a vida da vitima, a policia estava mantendo contato constante com a família.
Delegado: ele não fez contato novamente?
Miguel: não. Respondeu desanimado
Delegado: já repassamos para todos os postos da polícia rodoviária a placa do carro dele. Estão todos de sobre aviso. Vamos encontrar seu filho. Fiquem calmos.
Miguel: só me acalmarei quando eu puder abraçar meu filho novamente...
CARLOS AVERIGUA O QUE ESTA ACONTECENDO
Carlos desceu do carro e perguntou a um morador o que estava acontecendo.
Morador: uma tragédia seu moço, um carro acabou de atropelar uma criancinha, um menininho inocente.
Carlos: ah... E como ela está?
Morador: a pobrezinha morreu, os pais estão desesperados não tem dinheiro nem pra comer, o que vão fazer para enterrar o anjinho deles. O pobre só tinha seis anos.
Carlos: seis anos?
Morador: é só seis, um anjo que foi para o céu.
Carlos: onde esta a família da criança.
O morador apresenta Carlos aos pais da criança atropelada.
Carlos: eu pago o enterro. Estou com meu filho no carro e imagino o quanto esta sendo difícil para vocês. Mentiu, um planto surgiu na mente de Carlos.
Mãe da criança: moço o senhor é tão bondoso, obrigado por nos ajudar nesse momento tão dificil
Carlos: onde fica a funerária, vou ir pessoalmente para resolver tudo.
Morador; fica na outra cidade. E só seguir a estrada.
Carlos: Estou indo lá, tudo vai ficar bem. Falou com confiança.
Quando voltou ao carro para ir à funerária, encontrou Daniel acordado.
Daniel: estou com fome.
Carlos : o moleque para dar trabalho.
No caminho comprou biscoitos e uma garrafa de suco para a criança e seguiu até a funerária na outra cidade.
Chegando a funerária foi direto e fez uma proposta ao dono.
Carlos: te dou dez mil pelo corpo da criança.
Os olhos do dono da funerária até brilharam.
Dono da funerária: como vou fazer isso? E se os pais vão quiserem abrir o caixão? Vão encontra-lo vazio e como eu sou o dono posso ter problemas e isso não quero.
Carlos: coloca pedra e chegue com o caixão na hora do sepultamento, diz que teve que lacrar pois a criança esta irreconhecível.
Dono da funerária: não sei não doutor...
Carlos: quinze mil resolve?
Dono da funerária: resolve. Vai ser tudo como o senhor "quer". Disse sorrindo ao receber o dinheiro
Carlos: depois do sepultamento passo aqui para pegar o corpo. Não façam nada, o quero o corpo do jeito que ele chegar aqui.
Carlos sentia-se bem com sua ideia macabra que teve. Agora bastava achar um local para esconder Daniel de seus pais.
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Atualizado até capítulo 107
Comments
Solaní Rosa
autora é muito sofrimento
2025-01-27
1
Celia Chagas
Eu queria parar mais não consigo,sou muito fã da autora Drica, só vou ler de vagar para poder me acalmar 😞
2024-10-17
0
Anonymous
Boa leitura pra vocês. Prá mim já deu.
2024-07-28
3