...Leandro Capetelli...
Alguns dias depois...
Estou na minha sala na empresa quando Júlio entra.
--- Vim deixar os documentos que pediu. --- Ele fala colocando na mesa.
--- Obrigado. --- Respondo
--- Por que não me deixa ir na sua casa? --- Ele pergunta com sarcasmo.
--- Não é necessário, estou vindo regularmente a empresa. --- Falo
--- Como está com a babá? --- Ele puxa e senta na cadeira a minha frente.
--- Estamos bem. Nos conhecendo. --- Falo
--- Quem está conhecendo quem? --- Ele fala debochado e logo sorrir.
--- Você entendeu o que eu disse. --- Falo frio.
--- Você gosta dela? --- Ele pergunta
--- Gosto. --- Respondo sem entrar em detalhes.
--- Então fale a verdade antes que ela descubra sozinha. Sabe o que vai acontecer quando ela descobrir o que fez. --- Ele fala dando concelho
--- Se ela vinhe a descobrir, já estaremos casados e com mais alguns filhos. --- Respondo
--- Você é adulto sabe o que faz, Vou para minha sala. --- Eu não respondo e ele sai da sala.
--- Senhor posso lhe dizer algo.--- Meu chefe de segurança entra perguntando assim que Júlio sai da sala.
--- Claro, pode sentar.
--- Eu sou primo de um segurança do senhor Geovane Botelho e ele andou fazendo perguntas sobre a senhora Anya. --- Ele fala e eu paro o que estou fazendo e lhe foi total atenção.
--- Sobre a Anya? --- Pergunto curioso.
--- Sim, Perguntou de onde ela é, de que família ela vem, como se conheceram, e outras coisas.
--- O que você respondeu. --- Pergunto
--- Não dei detalhes senhor, mas se o senhor Geovane realmente quiser saber o fato de não ter dito nada não vai impedi-lo de ir atrás das respostas que ele quer ter. --- Ele fala e eu concordo com ele.
— Obrigado por sua descrição. --- Falo.
--- Por nada senhor. --- Ele fala se retirando da sala.
Dei alguns socos na mesa após a sua saída eu queria quebrar a cara daquele libertino de uma figa. O que ele quer com Any.
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...Anya swan...
O telefone da sala toca e eu atendo.
--- Alo. Falo atendendo prontamente.
--- Hum... era com você mesmo que eu queria falar. --- A voz se Rony do outro lado da linha me fez sentar no sofá.
--- Foi você quem pegou meu celular? o que você quer? --- Pergunto
--- Eu tenho uma notícia para você Any, Mas não será de graça. --- Ele fala.
--- Sobre o que está falando? --- Pergunto aflita.
--- Eu sei onde a sua mãe está . --- Ele fala.
--- Você está mentindo.--- Falo ríspida.
--- Você vai saber se é mentira, se me trouxer 50 mil reais, se eu fosse você faria o que eu digo, as condições dela é péssima. --- Sinto um nó na garganta em uma pressão no peito.
--- Eu não tenho esse dinheiro eu sou apenas babá aqui. --- Falo
--- Eu investiguei você, está dormindo com o patrão, herdou a falta de decência e as habilidades da mãe. vou ficar na cidade por mais 3 dias, se resolver vim e saber o que tenho para falar ligue para o seu número.--- Ele encerra a ligação.
Cinquenta mil! eu não tenho esse dinheiro.
Eu lembrei que Bruno o professor de Mariah havia me dito ser muito bom com tecnologia, que na época aprendeu inglês para ser hacker.
Eu lembrava do número dele, ele mandava-me mensagens constantemente.
Eu ligo e ele atende prontamente.
--- Alô. --- Ele fala.
--- Bruno, sou eu Anya.
--- Any, que surpresa boa. --- Ele fala
--- Preciso que me ajude a rastrear um celular, você pode me ajudar? --- Peço.
--- Roubaram seu celular? --- Ele fala
--- Sim, preciso localizar a pessoa com ele, pode me ajudar? --- pergunto aflita.
--- Claro, quando pode me encontrar? --- Ele pergunta
--- Tenho duas horas até Mariah voltar da escola.--- respondo
--- Me contra no café a duas ruas da casa chego em alguns minutos eu estava dando aula em uma casa próxima. --- Ele fala
--- Até já então.--- Falo encerrando a ligação.
Procuro Renata pela casa para lhe informar.
--- Renata eu vou dar uma saída, volto em instantes. --- Falo e saio apressada.
Encontro com Bruno no local combinado.
--- Você já notificou a polícia sobre o roubo? --- Ele pergunta
--- Não, não vamos envolver a polícia. --- Falo e ele me olha confuso
--- Do que se trata? --- Ele me olha confuso.
--- Quem está com o meu celular faz parte do meu passado, ele não é uma boa pessoa e está com a minha mãe. --- Falo aflita
--- Não é seguro para você ir encontrá-lo. --- Ele fala
--- Por favor. --- Peço e em um movimento involuntário toco em suas mãos.
--- Farei isso, mas você não vai sozinha. --- Ele fala
Dou um sorriso satisfeita e ele abre o notebook para começar a busca.
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...Leandro Capetelli...
Estou no carro voltando para casa e peço que o motorista pare em uma loja de doces próximo do café que fica a duas ruas da casa.
Percebo quando o motorista diminui a velocidade e passa a andar mais devagar.
--- Algum problema? --- Pergunto
--- Não, nenhum senhor. --- Ele fala sem me convencer.
--- Fale de uma vez.--- Ordeno falando alto
Ele hesita um pouco e fala.
--- A senhora Anya está no café com o professor de inglês. --- Ele fala
Meus musculos ficam rígidos e eu não me faço de rogado queria mais detalhes.
--- O que estão fazendo? --- Pergunto apressado e nervoso.
--- Apenas conversam senhor. --- Ele responde.
--- Mas Anya segura a mão dele. --- O segurança no branco da frente fala.
Encosto minha cabeça no banco.
--- Vamos para casa. --- Falo
Ele dirige sem falar mais uma palavra.
Chego em casa e Renata vem me receber.
--- Renata chame a Anya por favor. --- Falo
--- Ela disse que iria resolver algo e que voltava em instantes. --- Ela Responde
--- Obrigado. --- Falo e me sento no sofá
Dou algumas risadas balançando a cabeça em negativa.
Me sirvo uma bebida e torno a sentar.
--- Deve haver uma explicação.--- Falo para mim mesmo.
Passado quase uma hora ouço Anya entrar com Mariah que lhe contava como foi seu dia na escola.
Mariah vem até mim e me abraça e beija o rosto.
Anya faz o mesmo me beijando rápido os lábios.
--- Vamos subir. --- Anya fala.
Confirmo com a cabeça, no começo da noite elas descem para o jantar.
Ficamos na sala com Mariah que dormiu no colo de Anya.
--- Onde estava quando eu cheguei Anya? --- Pergunto querendo muito que ela me esclareça as coisas.
--- Precisei comprar algo aqui perto. --- Ela mente para minha infelicidade.
--- Precisou de mim na minha ausência? --- Ela pergunta
--- Eu sempre preciso de você. --- Respondo disfarçando meu desconforto
Ouço um sorriso tímido e ela encosta a cabeça no meu ombro eu a envolvo em meus braços.
Ela estava distante durante todo o momento em que volto.
Minha mente estava confusa eu estava totalmente apegado a ela e embora meu objetivo desde o princípio fosse saber quem ela realmente é, eu queria estar enganado sobre tudo que eu sempre pensei a seu respeito.
Quem é você Anya? Essa pergunta passeava na minha mente.
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...Geovane Botelho...
--- Novidades? --- Pergunto ao detetive que contratei para me falar quem é a garota.
--- Sim, estão aqui as informações. --- Ele fala colocando o envelope na minha mesa.
Eu fiquei intrigado com a semelhança dela com a minha filha falecida, nunca fui um santo então resolvi cavar mais esse assunto e conhecer mais sobre ela.
* Anya Swan filha de Paula Ângela Swan.
Estudou em uma escola pública em uma cidade não tão longe daqui.
Teve uma filha aos 18 anos, a criança foi roubada e recentemente dada como morta.
Atualmente é babá na casa do Capetelli.
Dentro havia fotos dela, e a semelhança é espantosa.
--- Tem fotos da mãe? --- Pergunto.
--- A mãe é viciada em drogas, passou a se prostituir para sustentar o vício, a garota fugiu de casa para não ser violentada, pois alguns clientes ofereciam dinheiro por ela.
Bato na mesa em revolta.
--- Filhos da put*. --- Falo nervoso.
--- continue a seguindo e encontrem a mãe dela, esse nome não é estranho para mim.
--- Se tem dúvidas da paternidade arrume uma forma de fazer o DNA.--- Ele fala
--- Você tem toda razão. --- Me arrume algo que eu possa usar para isso. --- Falo
--- Sim, voltarei com isso.--- Ele fala e se despede.
Ele sai e fico com a foto da garota na minha mão e ao lado a foto da Luma.
--- O que acha? --- Pergunto a um dos meus segurança.
--- São realmente muito parecidas. --- Ele fala visivelmente surpreso
--- Cuide para que esse assunto não saia daqui. --- Falo.
--- Certo senhor.
Dou um sorriso olhando para a foto, Quem é você Anya e porque se parecem tanto?
Se você for minha filha, sua má sorte irá ter um fim.
... Continua.
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Atualizado até capítulo 51
Comments
Maria de Fatima Chaves
Esse romance tem tudo pra dar errado eles não tem diálogo e nem confiança
2025-03-24
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MARIA DE LOURDES SILVA
COM CERTEZA É O PAI DA ANYA
2025-04-02
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Luciana Cavalcante
Pois é concordo
2025-03-30
0