...Leandro Capetelli...
Anya me deixa sozinho na sala. Depois da surpresa pelo tapa um sorriso brotou no meu rosto enquanto passei a mão onde ela me bateu.
Devo confessar que ela é bem forte. Ela é gêniosa e eu gosto disso.
A chegada da Nivia só me mostrou o que definitivamente não quero em uma mulher.
Vou até o quarto da Mariah verificar como ela esta.
Me sento na pontinha da cama e aliso seus cabelos.
Ouço a voz da Anya, vindo da varanda conversando com alguém ao telefone.
📲— Se eu estou bem Carol? Eu estou péssima, eu usei cada segundo da minha vida para poder sentir minha filha de novo, para ouvir a voz dela. — Ela fala
📲— O Médico receitou uns calmantes eu os tomo e durmo, a Mariah com certeza é um anjo pois está com ela me faz bem, e é só por ela que eu ainda estou nessa casa. — Ela fala com rancor.
📲— Eu tenho sonhado com Ícaro. — Sua voz falha como de quem chora.— Se ele estivesse vivo nós estaríamos juntos com a nossa filha.
Me levanto para ir embora e esbarro na droga de um móvel deixando algo cair.
— Mariah?! — Anya entra no quarto — A, é você. — Ela fala com desdem.
— Por que não posso entrar no quarto da minha filha? — Pergunto
— O senhor pode entrar onde quiser, a casa é sua. – Ela fala alternado de você para senhor bem rápido.
— Espera não coloca a mão ai... — Anya fala apressada
Mas apoio minha mão no chão para levantar.
— Aí! — Sinto vidros me cortar.— Droga!. —.Exclamei.
— Vem aqui! — Ela fala me tirando do chão e andamos até o banheiro onde ela abre a torneira e coloca minha mão em baixo.
— Espera, tem bastante sangue. — Ela fala.
E tudo que eu queria agora poder lhe ver, eu nunca desejei tanto voltar enchergar.
— Eu estou bem Anya, obrigado. — falo puxando minha mão.
— Eu iria fazer um curativo, mas se não quiser, faça o que achar melhor. Ela fala fria, com a frieza que eu realmente não esperava.
Eu esperei que ela implorasse por resposta, e sofresse com minha indiferença, mais eu ja ouvi fala que o ódio e o rancor é igual a veneno que só mata e machucar aqueles que os tem.
— Faça o que estava pestes a fazer. — Falo sentido o machucado arder.
O toque dela era delicado, cuidadoso, vez ou outra eu fazia uma expressão de dor e eu sentia um vento suave bater na minha pela, percebendo então que ela soprava.
— Pronto. — Ela fala finalizando.
— Obrigado! — Falo me pondo numa postura defensiva novamente.
— Por nada, vou limpar toda a sujeira para que Mariah não se machuque. — Ela fala fria me deixando sozinho no local.
Eu senti curiosidade de saber quem ela é realmente, não falo da babá que eu dormi e que certamente me deixou apaixonado, mais a mãe da Mariah a mulher que o meu irmão amou tão intensamente.
Saio do quarto em silêncio e volto para o meu, sento-me na cama me fazendo vários questionamentos, talvez eu devesse casar-me com ela, assim se ela por ventura descobrir sobre a Mariah já estaríamos casados e ela não tiraria a menina de mim, e se eu mandá-la para longe talvez ela nunca descubra.
O que eu sinto sobre ela agora não tem mais importância eu estava aqui tentando achar a melhor maneira de dribla as hipóteses da Mariah odiar-me, ela não ficará pequena e fofinha para o resto da vida, ela ira crescer e se conhecer essa história eu temo que ela não me escolha.
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...Anya swan...
A campainha toca e eu vou atender.
— Boa tarde! Leandro está? — Nivea a ex surge.
— Sim, pode entrar eu vou chamá-lo. — Falo.
— Não se incomode eu mesmo vou, não se preocupe conheço bem o caminho. — Ela fala arrogante a subir as escadas.
Suspirei, era preciso respirar e expirar algumas vezes para conseguir manter-me em mim.
— Quem era? — Renata pergunta quando entro na cozinha.
— A pianista.— Falo fingindo desinteresse.
Renata olha-me por cima dos olhos parando o que fazia.
— Você está bem? — Ela pergunta e eu dou um sorriso lembrando o quanto tenho escutado essa pergunta recentemente.
— Estou bem. — Falo fingindo-me novamente a desinteressada.
— Embora eu não acredite muito nas suas palavras, eu só posso desejar que fique bem e esqueça tudo isso.
Eu trabalho a muitos anos aqui nessa casa eu ele não é uma pessoa má, eu vi o quanto sofreu quando perdeu a visão completamente, juntando com a morte do irmão, ele ficou destruído, mas, quando a garotinha chegou aqui, nossa! Ela trouxe luz para essa casa. — Ela fala e deixa-me confusa.
— Como assim, quando ela chegou aqui? — Questionei confusa. Ela arregala os olhos como quem acabou de falar algo que não poderia.
— vou oferecer algo a visita.— Ela fala fugindo da conversa.
Minutos depois ela volta e começa a preparar uma bandeja com uns biscoitos e chá.
— Eu levo. Falo vendo que ela ainda não terminou de preparar o jantar.
— Tem certeza que pode fazer isso? — Ela pergunta
— Posso fazer coisas que você nem imagina.— Respondo.
Ela olha me estudando, mas não questiona.
Pego a bandeja e levo até a sala, onde vejo Leandro sentado bem próximo a Pianista.
Ela olha-me satisfeita quando entro com a bandeja deixando na mezinha de centro.
Começo a servir o chá, quando a nojenta bate propositadamente em mim me fazendo derramar o líquido quente não só nela como em toda a minha mão.
— Você é retardada garota? — Ela grita.
— O que aconteceu? — Leandro pergunta.
— Essa garota derrubou chá, quente em mim.— Ela fala manhosa.
— Você està bem Anya? Ele pergunta aparentemente preocupado.
— Ela me queimou Leandro, queimou a minha mão, você sabe que eu sou uma pianista, minha mão é precisa — Ela fala arrogante.
— Vou pegar uma pomada. — Falo saindo da sala.
Entro na cozinha jogando a bandeja na mesa
— Aquela barbie do mau.— Reamunho baixo
— Algum problema Any? — Renata pergunta e se espanta vendo a queimadura na minha mão.
— A Nivia me fez derrubar o chá, vou pegar uma pomada.— Falo revirando os olhos e torcendo os lábios.
— Essa garota sempre assim, nunca muda. — Ela fala.
— Vou buscar a pomada. — Falo saindo da cozinha.
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...Leandro Capetelli...
— Ai! Esta doendo, eu tenho um concerto hoje. — Nivia fala choramingando.
Anya volta com a pomada.
— Está aqui senhora. — Ela fala
— Obrigada. — Pode ir nos deixe sozinhos.
— É melhor você ir embora Nivia, sobre o patrocínio vou ver o que posso fazer. — Falo levantando.
— Leandro, vamos sair, vamos fazer algo juntos. — Ela fala se agarrando a mim.
Solto-me do seu abraço, eu não tenho o menor interesse nela.
— Nos vemos em outra oportunidade Nivia, tenho trabalho para concluir. — Falo e ela sai insatisfeita.
— Renata, onde está a Anya? — Pergunto
— Subiu, Mariah acordou. — Ela responde
Subo e ouço Mariah falando preocupada com com Anya.
— Como você se machucou? Me deixa cuidar de você. — Mariah fala carinhosa.
— Hummm. Vai cuidar de mim. — Anya fala — com cuidado está doendo — Ela Anya fala.
— Você é muito descuidada Any, como pode se queimar assim. — Mariah fala fingindo se a mãe de Anya.
— Prometo que ficarei atenta da próxima vez. — Ela fala acredito que beijando Mariah pelos estratos que consigo ouvir e as risadas gostosas da minha filha.
Eu queria poder contemplar essa cena, e poder vê-las.
— Papai. — Mariah fala vendo que estou parado na porta do quarto.
— Licença, vou ajudar Renata com o jantar.— Anya fala saindo do quarto.
— Papaizinho a Any se machucou, ela está com uma queimadura na mão.— Ela fala pulando no meu colo quando me sento.
— Eu ouvi você cuidando dela. — Falo alisando os seus cabelos.
alguns minutos depois, desço com Mariah e jantamos, depois do jantar elas ficam vendo um pouco de TV.
— Mariah vamos subir, você já está com sono, vamos tomar um banho morno, escovar os dentes e ir para a cama. — Ouço Anya falar e Mariah sobe sem retrucar.
— Boa noite! papai. — Ela fala ando-me um beijo
Ouço Anya descer depois um certo tempo, ela abre a porta e provavelmente foi para a área da piscina.
Eu vou logo em seguida.
— A água está boa? — Pergunto ouvindo barulho na água.
— Você me assustou. — Ela fala.
— Onde você está? — Pergunto
— Sentada na borda da piscina, a cinco passos de você. — Ela respondeu
Ando na sua direção tropeçando em algo, e caindo na piscina.
— Ai Meu Deus! Você está bem? — Ela exclamou e logo em seguida pergunta preocupada.
— Ai! Me deu cãibra. — Falo e ela joga-se rápido na piscina.
Sinto quando ela me toca.
— Vem, está bem?— Ela pergunta notoriamente preocupada.
— Leve-me até a borda da piscina.— Falo e ela faz.
— Aí, que frio, a água está gelada. — Ela fala e ouço os seus dentes baterem.
escoro-me na borda e puxo o seu braço lhe prendendo ao meu corpo pela sua cintura.
— O que está a fazer? — Ela pergunta tentando se soltar e eu seguro-a com mais força.
— Você disse que está com frio. Eu sei um jeito de fazer essa piscina pegar fogo.
Falo atrancando-me aos seus lábios e para minha surpresa ela não tenta se soltar e beija-me com ainda mais vontade provocando uma ereção violenta em mim.
Passo a mão pelo seu copo e sinto a sua pele nua. Ela estava de vestido e provavelmente subiu na água.
Em um movimento rápido a coloco sentada na borda da piscina afastando a sua calcinh*, e abocanhando a sua intimidade.
Chup* me deliciando com seu gosto, enquanto ela gem* e se contorcer, e pouquíssimo tempo sinto ela tremer e ela grita enquanto tomo todo o seu gos*.
Volto a puxá-la para dentro da piscina e tiro a minha calça com a cuec* a viro de costas para mim e entro nela com muita vontade, louco de saudade, de prazer e de desejo.
Puxo os seus cabelos, beijo sua nuca ela vira o rosto e nossas bocas se encontram, Caralh* de mulher gostos*. Eu não resisto muito tempo e despejo tudo dentro dela.
Ela vira-se para mim e eu torno a beijá-la.
— Por que está fazendo isso comigo Leandro? — Ela pergunta ainda ofegante.
— O que eu estou fazendo exatamente? — Pergunto ainda beijando o seu corpo.
— Você puxa-me até você e depois afasta-me. — Ela fala
— Podemos resolver essa questão. — Falo
— Como? — Ela pergunta notoriamente confusa.
— Afaste-se de vez ou agarre-se a mim para sempre — Falo segurando seu rosto com as duas mão, eu eu pudesse ver certamente veria seus olhos encarando os meus agora.
— Sobre o que está falando? — Ela pergunta.
— Case-se comigo. — Falo-lhe causando tosse igual a alguém que se engasga.
...continua.
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Atualizado até capítulo 51
Comments
Jaqueline Silva
ele vai enganar ele .mas já está apaixonado .mesmo ...
2025-03-17
0
MARIA DE LOURDES SILVA
ISSO COM CERTEZA, LEANDRO
2025-04-01
0
Euzilane Silva
Ele propôs casamento, mas tem que contar a verdade
2024-07-08
1