...Leandro Capetelli...
No dia seguinte…
Peço para Renata cuidar da Mariah, porém ouço Mariah descendo com a Anya, elas sentam a mesa depoos de me cumprimentar, percebo que Anya está bem calada e distante
Eu queria perguntar como ela estava se sentido, mas, não queria alarmar Mariah.
Tomamos café da manhã e elas seguem para aula de piano.
Sou avisado da chegada de Júlio, e vou para o escritório.
Nem dou tempo para ele sentar.
— Quem é ele?— Pergunto sem rodeio e ele rir.
— Está aqui, as informações que pediu.— Ele me entrega um envelope abro e tem algumas folhas em braile.
— Me adianta o que está escrito.— Falo ansioso
— Ele era um hóspede do hotel, passou apenas um dia, depois que falou com a Anya ele foi embora.
— Só isso? Preciso saber mais sobre ele.— Falo decepcionado
— Muito fácil, pergunte a babá.— Ele fala e me deixa irritado
— Não brinque! — vocifero
— Sério Leandro, o que você esperou que eu descobrisse para você? Trouxe as informações da ficha do Hotel se quiser saber mais pergunte a babá.— Ele fala com sarcasmo
— Tudo bem, você é mais útil na empresa volte para lá. — Falo saindo da sala e ele me segue.
— Anya. — Ele fala me deixando em alerta.
— Senhor. — Ela fala o cumprimentado.
— Eu te vi ontem no hotel, quem era o homem com você? — Ele pergunta sendo direto e meu corpo fica rígido.
Sinto sua hesitação em responder.
— Era um amigo.— Ela responde e logo pede licença se retirando.
— O que pensa que esta fazendo? — Questionei quando ficamos a sós.
— Pronto ele é um amigo, agora se quiser saber em que classificação ele estar pergunte a ela. — Ele fala sorrindo.
— Volte para a empresa, não me ajudou em nada. — Falo irritado
— Tchau! Leandro e boa sorte na investigação.— Ele fala se despedindo ainda com deboche.
Vou em direção a sala de música e fico ouvindo a aula de Mariah.
Ouço quando Anya se aproxima.
— Se sente melhor?— Pergunto
— Renata me disse o que fez ontem, obrigada, eu me sinto bem. — Ela fala.
— Você está realmente bem Anya? — Pergunto notando a mudança no seu timbre de voz, eu já me senti assim algumas vezes prendi o choro para me fingir de forte, além de doer a garganta, deixa nossa voz fraca.
— Preciso de 2 dias de folga.— Ela fala em um tom de pedido.
— O que aconteceu? — Pergunto tão curioso quanto preocupado.
— É um assunto pessoal, preciso ir a minha cidade.— Ela fala aflita
Muitas coisas passam pela minha cabeça agora, ela iria atrás do tal cara que supostamente a deixou, ou não sei o que diabos seria.
— Problema com seus pais?— Pergunto tentando ter as respostas.
— Eu não tenho família. — Ela fala.
Eu percebo o quão sozinha ela é, assim como eu me senti muitas vezes após perder a visão, minha única salvação é a Mariah, ela é minha vida.
— Certo podemos ir juntos, eu tenho.assuntos a resolver no Hotel. — Falo
— Vamos juntos? — Ela fala confusa
— Sim, Vamos no feriado, Mariah vai viajar com a minha mãe, eu te acompanho, consegue esperar 3 dias? — Pergunto de forma sugestiva.
— Tudo bem, eu estava mesmo preocupada com a Mariah. — Ela fala.
— Em falar na minha mãe, vou levar a Mariah lá hoje, você vem junto. — Falo voltando para o escritório.
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...Anya swan...
Depois da escola eu e Mariah nos arrumamos para ir até à casa da avó dela.
— Anya, Joana nunca foi a casa da vovó.— Ela fala
— O que você quer dizer com isso, em mocinha? Pergunto fazendo cosquinhas nela que rir alto.
— Nadinha de nada. — Ela fala sorrindo.
— Vamos garotas.— Leandro surge na porta do quarto.
Vou no carro em silêncio eu não conseguia pensar em outra coisa a não ser na minha filha, minha Elôa. A mão de Leandro toca a minha e ele alisa minha mão e a puxo recuando.
Eu pensei muitas vezes que poderia seguir minha vida após encontrar minha filha, eu sonhava com ela todas as noites, e renunciei tudo por ela eu não sei onque fazer agora, eu não espero mais nada eu apenas tenho que estar viva.
Leandro é algo que tenho que afastar da minha cabeça ele não sabe o que quer, ou sabe, e sabe muito bem, eu nunca vi essa joana ou as outras tantas babas que Mariah teve, quem sabe ele não fez o mesmo com todas e depois as despediu.
— Chefe chegamos. — O motorista fala estacionando.
— Obrigado. — Leandro fala
— Vovó. — Mariah grita e corre para os braços da avó que a abraça a tirando do chão.
— Como você está filho?— Ela pergunta beijando seu rosto.
— Bem mãe. — Ele fala
— Você é a nova babá de Mariah? — Ela pergunta.
— Sim, ela é. — Leandro responde antes que eu consiga fazer.
— Seja bem-vinda, vejo que minha neta gosta muito de você. — Ela fala vendo maria grudada nas minhas pernas.
— Eu também gosto muito dela. — Falo sorrindo.
— Impressionante como vocês se parecem, se vocês saírem juntos vão facilmente pensar ser pai mãe e filha. — Ela fala me estudando.
— Vamos comer? — Leandro fala tirando o foco dela de mim o que me deixa menos desconfortável.
Jatamos e ela levanta da mesa chamando Leandro para outra sala
Ela é uma mulher intimidador, não fala muito coisas aleatórias, sempre tem um propósito por trás de suas palavras.
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...Leandro Capetelli...
— Como estão as coisas na empresa? — Minha mãe pergunta
— Está tudo bem, ainda pensa que vou falhar por ser cego. — Falo frio
— Você faz um bom trabalho.— Ela fala.
— Obrigado por reconhecer. — Falo.
— E a garota por que a trouxe aqui? Ela pergunta
— Ela é a babá da Mariah, ela me acompanha em vários locais. — Falo justificando.
— Onde achou a garotara? — Ela pergunta
— Por que está tão preocupada com ela? — Pergunto confuso
— Fiquei impressionada com a semelhança dela com Mariha. — Ela fala e eu dou uma gargalhada.
— O que esta achando, que ela é a mãe da Mariah. — Pergunto ainda rindo
— Não me admiraria se fosse, seu irmão estava com uma garota pobre e nós não sabemos exatamente quem ela é, quando descobrimos sobre a criança se quer perguntamos a identidade da garota.
— Impossível, seria muita coincidência, pare com essa conversa louca. — Falo ainda sorrindo, e infelizmente eu não poderia checar tanta semelhança entre elas, mas isso é algo que eu julgo ser impossível loucura da minha mãe.
Voltamos para a sala e Mariah corre para os meus braços.
— Papai posso ficar aqui com a vovó hoje? — Ela pede manhosa.
— Deixe que ela fique amanhã a mando para a escola, tenho fardas delas aqui da outra vez que ela veio direto da escola para cá. — Minha mãe fala consentindo.
— Pode ficar. — Falo e Mariah pula de alegria.
— vamos indo Anya. — Falo saindo e ela me acompanha, mas antes ela se despede de Mariah.
Anya continua calada algo fora do normal, ela costuma ser bem falante.
Chegamos em casa Anya sai do carro se dispedindo.
— Anya — A chamo e ela para.
— Está fugindo de mim? — Falo encontrando seu braço e a segurando.
— Estou cansada, vou subir.— Ela fala puxando o braço.
— Any, o que eu fiz para você me evitar? — Pergunto a puxando de volta
— Deveríamos parar com isso. — Ela fala tentando se soltar, eu a puxo ainda mais para perto pela sua cintura e me guio até seu rosto.— Me beija Anya, eu sei que você deve pensar que eu estou brincando com você.
— O que você está fazendo exatamente? — Ela pergunta.
— Vamos descobrir juntos.— peço sussurrando em seu ouvido e sinto seu corpo relaxando.
— Leandro, não faz isso comigo. — Ela pede em um sussurro.
— Fica comigo essa noite, me apresenta o teu corpo, eu quero conhecer cada pedacinho seu — Falo junto ao seu rosto, nossas respirações pesadas, e nossas bocas sedentas para se encontrarem, minha mão acaricia seus seio* por cima da roupa enquanto ela luta contra o beijo.
— Me deixa observar as estrelas do seu quarto. — Ela fala e um sorriso surge no meu rosto.
— Farei mais que isso, vou te levar até ela. — Falo me apossando dos seus lábios faminto e louco de desejo.
... continua.
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Atualizado até capítulo 51
Comments
Maria de Fatima Chaves
Será que ela vai querer o Leandro depois que descobrir o namorado traidor era irmão dele ele não suicidou por causa dela tenho certeza e tem alguém que causou essa cegueira no Leandro sei que o livro está completo mas não acredito
2025-03-24
2
Rosangela Amorim
Leandro está se apaixonando por anya sem saber
2025-03-26
0
Marcilia Sidney
autora porque eles roubaram a filha dela oque aconteceu com o pai da Maria
2024-03-09
1