...Leandro Capetelli...
Eu a esperei no quarto de Mariah, eu sabia que ela viria, eu queria termina o que começamos na piscina, eu queria beijá-la mais, e senti-la, era um caminho sem volta e eu sabia disso, aconteceu rápido era apenas curiosidade, e agora é vício.
Eu a prendo contra a parede e a beijo e sinto seu corpo, sua pele, seu cheiro e minha vontade só aumenta.
--- É melhor eu ir embora. Ela fala se afastando, estávamos pegando fogo eu não era o único a arder de desejo.
Entro no meu quarto Tomo um banho gelado e me deito.
mesmo que eu tenha me acostumado com a minha cegueira, eu ainda me sentia amaldiçoado por isso, e nunca ninguém me tratou tão naturalmente, sentir que Anya não senti pena ou me trata diferente foi uma surpresa para min.
As pessoa costumam me tratar dosando as palavras e as vezes acham que minha deficiência é na cabeça e não nos olhos.
Eu me lembro de estar com minha ex noiva e o quanto ela se sentia desconfortável por eu estar cego, o quanto a incomodava, sempre que eu esbarrava nos móveis que ela sempre mudava de lugar, ou simplesmente por não perceber algo importante em uma cena muda de um filme, as minhas limitações e dificuldades a incomodavam.
Essa é minha nova realidade e eu não precisava fazê-la entender algo tão obvio.
Depois dela tive alguns encontros nada serio pouco contato não queria que a Mariah se acostumasse com alguém que não iria ficar, embora Mariah não seja minha filha biológica ela é minha sobrinha e eu a crio desde bebê, ela é o ser mais importante da minha vida.
Meu telefone toca...
--- Alô! Falo atendendo prontamente
--- Leando, um homem me fazer perguntas sobre o Ícaro. Uma ex namorada do meu irmão fala
--- O que você disse a ele? Pergunto
--- Ainda nada, ele vem aqui pessoalmente nos conectamos pelas redes sociais. Ela fala
--- E como ele te ligou ao Ícaro, ele era a pessoa mais estranha que eu conheci, não tinha redes sociais, não era visto com nossos pais, ele nem usava o nosso sobre novo. Falo
--- Eu tinha uma foto com ele, da época em que namoramos na faculdade.
--- Não fale nada sobre as condições financeiras dele ou sobre nossa família, e diga que à criança morreu. Falo
--- Acredita ser a mãe da criança? Acha que ela vai acreditar que a menina morreu? Ela pergunta
--- Não me importo, se for ela ira parar de procurar, eu vou criar provas convincentes para que ela acredite. Falo
--- Acho isso cruel Leandro, ela é a mãe. Ela fala totalmente sentida
---Você já disse tudo que tinha para falar? Pergunto frio
--- Já. Ela fala e encerra a ligação.
Mesmo que, eu perdoasse essa garota eu não iria deixar ela levar a Mariah com ela.
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...Anya Swan...
--- Mariah minha princesa, você precisa acordar, seu professor está vindo para sua aula de inglês. Falo alisando seu cabelo e ela se vira se espreguiçando.
--- Ainda estou com sono any. Ela fala manhosa
--- Tem que dormi mais cedo em vez de pedir outra e outra estória antes de dormir no outro dia você sempre fala que esta com sono. Falo lhe dando bronca
Ela levanta se arrastando para o banheiro, em seguida e arrumo e devemos.
--- Bom dia! papai. Ela fala o abraçando
--- Bom dia! Minha princesa, bom dia! Anya. Ele fala
--- Bom dia! Senhor. Falo me sento a mesa e dou o café da manhã a Mariah
Nós agiamos como se nada estivesse acontecendo e eu sei quer é o melhor a se fazer eu não faço ideia do que se passa na cabeça dele e eu não posso pisa com tudo nessa areia movediça.
Em seguida esperamos que o professor chegue.
--- Good morning! Meninas. Ele fala animado
--- Hi teacher.( oi professor ) Mariah fala fofa.
Ele começa a aula e percebo que Leandro ouve com atenção enquanto parece está concentrado na mesa no canto da sala.
A aula em fim termina.
--- Anya. Bruno o professor me chama.
— Oi! Paro para ouvi-lo
— Qual o seu dia de folga? Ele pergunta.
— Em dois dias, por quê? Pergunto
— Eu queria te convidar para sair, ver um filme. Ele fala tímido.
Eu olho para Leandro que continua tateando as folhas, eu não tinha nada para fazer na minha folga afinal eu não conheço ninguém por aqui.
— Tudo bem! Podemos marcar algo, será bom ter um amigo por aqui. Falo e ele sorrir.
— Pode me dar seu número? Ele fala me entregando seu telefone
— Anya a Mariah vai se atrasar para aula se você continuar conversando em vez de fazer seu trabalho. Leandro fala da mesa
— Desculpe senhor. Falo entregando o telefone a Bruno que sai sorridente da sala.
Subo arrumo Mariah e ela segue com o motorista para a escola.
Recebo uma mensagem de Bruno assim que entro na sala, ele mandou um gif bobo, mas, eu rir.
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...Leandro Capetelli...
— O que é tão engraçado? Anya recebe uma mensagem no celular e em seguida ouço uns risinhos contidos
— Você me assustou. Ela fala.
— Desculpe! Vai sair com o professor? Pergunto enciumado
— Será só um filme, não tenho amigos por qui. Ela responde.
— Por que não me disse estar precisando de amigos? Questionou
— Não é bem assim. Ela fala
— Não? Falo estreitando os olhos mesmo que eu não os use as velhas expressões prevalecem.
Ouço ela se afastando de mim.
— Onde está indo? Pergunto
— Vou organizar as coisas de Mariah no quarto dela. Ela fala
Armo a bengala e a sigo.
— Eu não quero que saia com ele. Falo
— Por que isso te incomoda? Ela pergunta
— Pensei que iriamos nos conhecer melhor. Falo
E eu queria muito sabe qual sua expressão agora. Aproximo-me e pego sua mão.
— Não quer continuar comigo? Não gosta de estar comigo? Pergunto
ela pega minha mão e coloca meu dedo indicador em seus lábios que estão curvados em um sorriso.
— O que propõe? Ela pergunta
Eu a beijo e ela retribui.
— Eu proponho que você deixe as coisas rolarem entre nós. Falo
.
— Eu tenho medo. Ela fala
— Medo? Pergunto confuso
— Sim, você não sente? Ela pergunta em movimento acredito que arrumando as coisas do quarto
— Não sei o que você teme Exatamente. Falo
— Eu me apeguei muito a Mariah, eu gosto de estar aqui, eu preciso do meu salário, o que acontece quando eu não for mais novidade e você perde o interesse? Ela pergunta agora parando na minha frente
— Eu não sei. Dou um sorriso forçado. — Eu não sei o que eu sinto, eu não posso garantir nada, mas sei que se separamos nossa relação profissional da pessoal podemos ver no que dá. Falo
Me inclino procurando seu rosto esperando que ela me permita encontra seus lábios, porém, ela não o faz se afastando.
— Podemos continuar "vendo no que dá", mas isso não significa que eu não possa ter outros amigos.
Ela fala e ouço quando ela sai do quarto me deixando sozinho.
...continua
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N/A: Tenho capítulo bonus para você, mas, para liberar tem que curtir, deixa o que está achando da novel e claro subir os pontos de presente, lá no apoio.
A novel subindo bastante no ranking de presentes teremos capitulo bônus hj e durante a semana.
Só depende de vocês ajudar a novel a crescer.
Gosto de falar que vcs que acompanham desde do começo ajudam a fazer a novel dar certo.
conto com vocês minhas leitoras top no próximo capítulo eu posto as top 5 leitoras que deixaram mais colaboração para a estória.
beijos e bom fim de semana.
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Atualizado até capítulo 51
Comments
Elenice Martins
autora coloca fotos dos personagens, fica mais interessante com fotos
2025-03-23
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Adriane Alvarenga
O ex dela é irmã dele....hummmm, isso vai dar um babado....kkkkkk
2025-03-23
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Rosangela Amorim
Então o professor falso era irmão de Leandro
2025-03-26
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