...Leandro Capetelli...
— Anya? — Chamo para constatar se ela ainda estava próximo.
— Pergunta pela garota que estava aqui? Ela se retirou assim que me Aproximei — Nivia Fala.
Puxo meu braço me afastando.
— O que quer? — Pergunto frio.
— Achei que ficaria feliz em me ver... ops! você entendeu. — Ela fala me dando ancia de vômito.
— Saia pela mesma porta que entrou, não estou com paciência. — Falo irritado
— Nossa! Foram anos sem te ver, estava com saudades. — Ela fala manhosa.
— Continua a mesma pessoa fútil de sempre. — falo voltando para o quarto e ela me segue.
— Essa é a Mariah? muito fofa. — Ela fala.
— Quando vai embora do Brasil? — Pergunto
— Mal cheguei, já quer que eu vá embora? tenho muitas apresentações pelo Brasil, não vou embora tão cedo. — Ela fala e eu suspiro
— Espero que fique bem ocupada, só assim não vai ter tempo de ficar fazendo visitas indesejáveis. — Falo
— Você se tornou uma pessoa azeda. — Ela fala com deboche.
— Não precisa me visitar. — Falo sentando próximo a Mariah.
— Pensei que poderíamos sair, quer você iria gostar de ir aos meus concertos. — Ela fala em pé ao meu lado.
Eu estava apenas esperando o momento em quenela iria pedir patrocínio, ela já havia feito algumas vezes e sei que a situação financeira da família dela já não é mais a mesma, muito difícil uma bilionária viver a vida de um rico.
— Any? Any?— Toco em Mariah ardendo em febre novamente.
Estava prestes a me levantar e procurar por Anya quando, ouço a porta abrir.
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...Anya swan...
Me afasto quando vejo a ex se pendurar nos braços dele, nossa como fui idiota.
me sento no corredor do hospital esperando que a ex saia do quarto, me sentiria estranha se eu entrasse e ficasse no mesmo hambiete que eles.
Já se passaram vários minutos e nada dela sair. Que se dane eu não vou mostrar meu desconforto, sou paga para cuidar da menina então eu farei.
Levanto e volto para o quarto, encontro Mariah me chamando, Leandro continua sentado mas, nota minha presença.
— Você é a babá? —Nivia pergunta
— Sou sim. — Responto acariciando Mariah que me chamava na cama.
Nivia me olha de cima a baixo, certamente se sentindo ameaçada já que pelo jeito esta dando em cima de Leandro.
— Vamos comer alguma coisa Leandro, preciso conversar com você. — Ela fala baixando se apoiando nos ombros de Leandro.
— Conversamos uma outra hora, agora não estou com cabeça Nivia. — Ele fala levantando.
— Eu vou embora então, vou até sua casa assim que Mariah ficar melhor e receber alta. — Ela fala saindo do quarto mas, antes da um leve beijo na boca de Leandro e me olha maliciosa.
Ele torna a sentar e ficar calado.
— Como esta se sentido, sente-se melhor? — Ele pergunta quebrando o silêncio.
— Sobre o que está perguntando exatamente? — Pergunto confusa.
— Você desmaiou nos meus braços no cemitério. — Ele fala.
— Você já se recuperou da morte do seu irmão? — Pergunto e ele franzio a testa surpreso pela pergunta.
— Acho que esse tipo de acontecimento fica marcado para sempre, nunca superamos. — Ele fala.
— Então você deve saber como eu me sinto e não eu não estou melhor. — Reapondo rispida.
Eu queria saber o por que de tanta frieza, mas, eu não iria lhe da o gosto de perguntar, se ele acha que todas ficam atrás dele, ele esta muito enganado em relação a mim.
— Era o túmulo da sua filha? e o pai dela não foi visitá-lo também. — Ele pergunta
— Não sei onde ele foi enterrado, eu soube de nada morte pelos outros professores da escola, eu não conheço a família dele. — Respondi
Ele volta a ficar em silêncio.
— Assim que a Mariah melhorar irei embora. — Falo.
— Eu desistir de demiti-la.— Ele responde.
Meus olhos se enchem de lágrimas como ele consegue ser tão idiota
— A Mariah se machucou por que eu fui incapaz de ajudá-la, não consegui protegê-la da rigidez da minha mãe, preciso que você faça isso que chegue a tempo que use seus olhos e chegue antes de mim. — Ele fala e vejo seus olho brilhando pelas lágrimas que surgiam.
Meu coração se apertou eu queria odiá-lo, mas eu senti pena de vê-lo em um estado tão dependente.
— Eu altorizo você a bater de frente com ela se for para proteger a Mariah. Você pode fazer isso? — Ele pergunta
Eu era capaz de tudo por ela, é claro que eu poderia fazer.
— Sim eu posso. — Respondo
Ele fecha os olhos encostando a cabeça na poltrona e eu me deito na cama extra do quarto.
Eu estava cansada, decepcionada, eu queria fechar os olhos e quando acordar esta em outra realidade.
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...Leandro Capetelli...
Uma semana depois...
Minha mãe ainda não estava ciente sobre Anya e Mariah, eu preferir assim, eu temo não conseguir protegê-la da minha mãe.
Eu resolvi me afastar da Anya, ela foi a responsável pelo fim trágico de Ícaro, eu não consegui senti-la da mesma forma.
Porém Júlio me encorajou a entender melhor o que realmente aconteceu, ouvir o outro lado da história.
Eu lembro que na noite do acidente Ícaro estava em um bar ele tinha acabado de ver sua namorada o traindo, eu o pedi que não voltasse dirigindo.
Ele dizia que a amava que ela não era assim que deveria ter uma explicação.
Dou um sorriso, meu irmão sempre foi muito responsável, correto, a pessoa mas certinha que eu ja conheci, apesar da pouca idade ele se mostrava muito maduro.
Para ele se envolver com uma aluna de certo a garota valia a pena.
Saio dos meus pensamentos ouvindo Anya e Mariah.
Hoje é sábado eu paro na janela ouvindo Anya e Mariah brincar na piscina.
Eu ficava satisfeito ouvindo as risadas de Mariah.
volto para mesa e tento me concentrar no trabalho atrasado sobre a mesa.
— Leandro. — Ouço Júlio chegando como eu não vou muito a empresa Júlio cuida de muitas coisas para mim.
Ele chega e não senta na mesa jogando uns papéis e se afastando.
— O que esta fazendo?— Pergunto.
— Eu estou fazendo por você o que você não pode fazer. — Ele responde sorrindo
— O que seria? — Pergunto curiso
— Estou admirando a babá de biquíni.— Ele fala malicioso — Delícia. —Ele fala e sorrir.
cerro os punhos, enciumado.
— Ela tá namorando? — Ele pergunta.
— Não faço ideia. — Falo irritado
— Preciso descobrir. — Ele volta à falar e eu me levando indo até ele.
— Se atreva a tocá-la e eu te mato.— Falo quando fico ao seu lado.
Ele da uma gargalhada.
— Eu morreria feliz. — Ele torna a rir — o que? não é por quê você não a quer que ela vai virar freira.— Ele bate no meu ombro.
— Vamos trabalhar. — Falo trincando os dentes.
Algumas horas depois Mariah e Anya entram na casa e vai direto para o quarto.
Anya desce sozinha depois de um tempo.
— Pronto, já acabamos por aqui.— Júlio fala levantando
— Onde está indo? — Pergunto
— Me deu sede. — Ele fala indo até a cozinha e eu levanto logo em seguida.
— Anya, eu estava te procurando. — Ele fala e eu paro onde eu estou para ouvir o que ele tem a falar.
— Você esta cada dia mais linda. — Ele fala.
— Obrigada. Posso ajudá-lo em alguma coisa? — Ela pergunta
— Me liga quando se sentir entediada, a cidade tem praia linda podemos ir juntos.— Ele fala
— Certo, vou manter guardado comigo. Licença vou organizar algumas coisas no escritório. — Ela responde notoriamente tímida se retirando.
— O que esta fazendo?— Pergunto a Júlio.
— Nada, estava convidando a Anya para sair.— Ele fala cínico.
— Você sabe que eu ja tive algo com ela, não sabe?! — Falo
— Sei. Mas, sei também que você a odeia agora, mas eu não a odeio pelo contrário.
Vou indo Leandro, amanhã eu volto com outros documentos para você. — Ele fala em tom debochado me provocando.
Vou até o escritório onde Anya disse que estaria.
— Desculpe, achei que não viria aqui hoje, eu estava arrumando e limpado. — fala quando me ver entrar.
fecho a porta e vou em sua direção.
— Mariah dormiu?— pergunto.
— Sim, ela ficou cansada da piscina. — Ela responde e eu estimulo ela a falar mais até que eu chegue exatamente onde ela está me guiando pela sua voz.
— O que está fazendo? — Ela pergunta quando a prendo entre meu corpo e a mesa a fazendo sentar na mesa.
— Você gosta de me provocar? — Falo a segurando pela nuca deixando nossos rostos próximos.
— Quando eu fiz isso? — Ela pergunta e eu passou a mão pelo seu copo o trazendo para mim pela sua cintura e não resisto a beijando, ela luta contra o beijo e eu seguro forte seu rosto contra o meu e ela sede ao beijo por um instante.
Eu tinha certeza que eu não poderia mais viver sem isso.
Mas logo ela me empurra se livrando dos meus braços e sinto sua mão pesar no meu rosto.
— Vou deixar claro para você uma coisa, eu não sou seu brinquedo que você vem e se diverte quando se sente entediado, não volte a tocar em mim, entendeu? — Ela fala rispida saindo da sala me deixando atônito sem reação na sala.
...continua.
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N/A: hoje postei um vídeo no meu perfil do Instagram @Adriluna1997 de como eu imagino que seria a cena de Leandro quando voltar a enchergar e ver any pela primeira vez.
Da uma conferida o vídeo é com o mesmo ator que está representando ele aqui na novel.
beijus
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Atualizado até capítulo 51
Comments
Elis Alves
Adoro o deboche do Júlio. Leandro é tão idiota que não compreende que é assim que o amiga faz ele reagir e tomar atitude.
2025-03-27
1
A K ☺️
Amanda a história, sofrida pra ambos. mas no final tudo dará. certo
2025-03-26
0
Vanda Velozo
Oxê !!! Eu senti minha mão queimar, E amei kkkk
2025-03-20
1