Nada programado por Lincon.
Morumbi é um distrito da cidade de São Paulo. Situado na zona oeste, apesar de ser comumente considerado zona sul, já que parte do bairro Morumbi está localizado no distrito de Vila Andrade, este, sim, situado na Zona Sul. O Morumbi é um dos bairros mais procurados de São Paulo por sua tranquilidade e fácil acesso ao transporte público e às principais vias de acesso à cidade. Localizado na Zona Oeste de São Paulo, o Morumbi é uma região familiar, com muitas casas, prédios modernos e ruas arborizadas. É considerado um bairro nobre e tem um custo de moradia acima da média em São Paulo e onde fica a residência do Lincon para onde ele decidiu trazer Melissa.
Lincon — Boa noite, Silvio, não quero ser incomodado, pois estou acompanhado ok. — Falo ao porteiro do condomínio.
Silvio — Boa noite, doutor, como quiser. — Respondo ao morador sem muitas perguntas.
Lincon — Obrigado, Silvio, tenha uma boa noite e bom trabalho. — Eu agradece e cumprimento o funcionário.
— Adentro com o meu carro no condomínio e a Evelyn permanece dormindo no banco de trás e logo entro com o meu automóvel na minha garagem. Estaciono o carro e olhando mais uma vez para a Evelyn vejo o quanto é linda e está ainda mais com os seus cabelos naturais, então saio do carro vou até o banco de trás e a pego nos braços levando para a minha casa e assim que a coloco deitada no sofá.
Melissa — Ah eu, porque me trouxe para cá, onde estou? — Pergunto ao homem ainda sonolenta.
Lincon — Te trouxe para a minha casa, nem louco iria até Osasco agora com um trânsito daqueles. — A respondo calmamente.
— Vou até a cozinha e pego o kit de primeiro socorros e rapidamente volto a sala onde a mulher permanece intacta no sofá ainda despertando do sono.
Lincon — Preciso limpar esse sangue e vê o tamanho do corte. — Falo enquanto pego uma gaze.
Melissa — Você é médico ou enfermeiro? — Eu o questiono confusa.
Lincon — Não senhorita, eu sou advogado, agora fica quieta para eu limpar esse ferimento.
— Ela somente me olha e começo cuidadosamente a limpar o sangue na sua cabeça enquanto olho para os seus lindos olhos. Sorrio porque ela é extremamente linda e enquanto limpo o seu corte com uma das mãos acaricio o seu rosto com a outra.
Melissa — Ai! — Reclamo porque senti um pouco dor.
Lincon — Me desculpa! Não foi um corte tão profundo, parece que não precisará de ponto, vou pôr um remédio e colocar um curativo. — Falo enquanto olho para Evelyn.
Melissa — Tudo bem, não queria te dá trabalho assim agora, eu...
Lincon — Não está me dando trabalho, pronto até que foi fácil, não preciso ser médico ou enfermeiro para fazer isso. — Digo isso após colocar o curativo.
Melissa — Obrigada, você mora nesse casarão sozinho? — Pergunto curiosamente.
Lincon — Moro, sim, quer comer alguma coisa? Deve está com fome. — Pergunta ao me afastar dela.
Melissa — Não obrigada, eu só quero tomar um copo de água e vou pedir um Uber para ir para minha casa. — Falo me ajeitando no sofá.
Lincon — Vou te dá o copo de água, só não sei se poderá ir embora agora, está caindo uma boita chuva lá fora. — Falo um pouco frustrado.
— Pego a caixa de primeiro socorros e a levo até a cozinha onde guardo, abro a geladeira e tiro água colocando em um copo para levar para a Evelyn e a encontro parada na janela olhando a chuva que caí demasiadamente do céu.
Melissa — Essa chuva assim do nada! — Digo isso bastante incrédula.
Lincon — Sabe como o tempo aqui muda repentinamente, olha aqui a sua água. — Entrego o copo d'água a ela.
Melissa — Obrigada! Não tem empregados aqui, uma casa tão grande como essa precisa de funcionários.
Lincon — Não preciso de funcionários; tenho o serviço de uma diarista que faz limpeza aqui duas vezes por semana, eu mesmo preparo a minha comida além de levar a minha roupa para a lavanderia nas segundas e sextas-feiras, estou bem assim. — Respondo-a enquanto desabotoou a minha camisa.
Melissa — É gay?
Lincon — Eu não.
Melissa — Deve roncar?
Lincon — Não.
Melissa — Então deve ser muquirana.
Lincon — Claro que não, por que está me perguntando essas coisas agora? — Questiono ela sem entender.
Melissa — Um homem como você solteiro, não é tão comum. — Me explico para ele.
Lincon — Por que não? Decidi ser solteiro assim como você escolheu ser acompanhante pelo menos do meu lado.
— Respondo isso no momento que tiro a camisa ficando sem ela aos olhares da Evelyn que sorrir, acredito que gosta do que vê até que.
Melissa — Aqui está o copo, obrigada pela água, eu posso usar o seu banheiro antes de chamar o Uber? Estou bem apertada. — Pergunto engolindo seco.
Lincon — Pode, sim, claro, mas com o toró que está caindo lá fora acho bem difícil o Uber aceitar corrida, terceira porta a esquerda.
— Falo isso e me direciono até o meu quarto enquanto ela somente me olha e vai para o banheiro, no meu quarto tiro e minha roupa ficando apenas e box e visto o roupão, na camisa, que estava vestido sinto o cheiro do perfume doce dela que acabou impregnado no tecido. Volto para a sala e a Evelyn está mexendo no celular tensa.
Melissa — Estou sem área, deve ser por conta da chuva, posso usar o seu celular?
Lincon — Não vejo problema, mas deve está sem área também.
— Pego o meu celular entrego a ela indo direto para a cozinha preparar alguma coisa para comer já que o Open Bar do Téo não foi como eu esperava. Coloco o copo na pia a abro a geladeira para procurar algo quando a Evelyn entra na cozinha.
Melissa — Está sem área também, acho que terei que esperar a chuva passar. — Falo frustrada.
Lincon — Eu falei, pode ficar eu não mordo, me acompanha no sanduíche?
— Ela me olha e antes mesmo que me responder o meu celular toca, deve ser o Natan pra atrapalhar…
Continua…
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Atualizado até capítulo 162
Comments
Leonor Santana
ESSE SERÁ O ADVOGADO QUE ELA TANTO PRECISA E VAI SER UMA VERDADEIRA GUERRA DE SENTIMENTOS.
2025-01-06
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Maria Das Dores
Tudo se encaixando a chuva o celular sem área é bom q vão conversar
2025-02-02
0
Rita Silva
Ehhh... Natan, embasando o movimento!!/Facepalm//Facepalm//Facepalm/
2025-01-17
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