O lado obscuro das escolhas de Melissa
O ménage é uma troca sexual entre três pessoas, logo, é importante que todos façam parte, se sintam desejados e valorizados. Ou seja, procurar o parceiro(a) ideal para o tal ato que desejem o prazer desejado. No que diz respeito ao autoconhecimento, o sexo ménage muitas vezes tem relação a busca por uma compreensão de si mesmo, de suas fantasias, desejos e necessidades. Essa experiência pode gerar uma maior consciência dos limites pessoais e estimular reflexões sobre os próprios desejos. Esse tipo de experiência não está nos planos da Melissa.
Melissa — Solta o meu braço, eu vou embora, você não pode me obrigar a fazer o que não quero.— Eu grito enquanto tento me soltar de Armando.
Armando — Eu te contratei para me satisfazer essa noite e é isso que irá fazer, sua v@gabund@. — Falo com ela bem agressivo.
Melissa — Me solta, está me machucando, vou embora, pode ficar com o seu dinheiro. — Grito para ele.
Armando — As coisas não funcionam assim Evelyn, tem noção quem sou eu? — Pergunto a ela aos gritos.
Melissa — Eu não estou nem aí para quem você é, não pode me obrigar a fazer o que eu não estou a fim, solta o meu braço. — Eu grito completamente em pânico.
— Algumas pessoas começam a nos olhar porque tento sair e ele me segura com força quando um garçom se aproxima de nós.
Garçom — Algum problema senhorita? — Pergunto sem entender.
Armando — Senhorita? Ela não passa de uma prostituta e eu paguei para me fazer companhia.
Melissa — Por favor me ajuda, eu só quero ir embora daqui. — Eu imploro ao funcionário.
Garçom — O senhor não pode tratá-la dessa maneira dentro do restaurante, somos contra qualquer tipo de violência.
Armando — Eu posso fazer o que eu quiser desde que eu pague, você não é ninguém para me dizer o que fazer. — Grito com ele descontrolado.
Garçom — Eu posso chamar o segurança, estou apenas fazendo o meu trabalho e não vou permitir que agrida ou faça qualquer coisa com essa senhorita. — Falo firme com o cliente.
Armando — Já falei que ela é uma prostituta.
Melissa — Solta o meu braço seu canalha.
— Consigo soltar dele que é segurando pelo garçom e pegando a minha bolsa saio dali correndo ouvindo os gritos dele falando que irá me pegar, olho para trás e o vejo vindo para me alcançar e eu somente corro saindo do restaurante aos olhares de todos que presenciaram a cena ridícula. Sem noção de nada e sem olhar para trás sigo em direção desconhecida, mas sou alcançada pelo Armando que me agarra com força.
Armando — O que você está pensando sua v@gabund@, como me faz passar uma vergonha dessa, sou cliente dessa agência há anos e todas as prostitutas que contrato fazem o que eu quero, e você quer fazer c* doce, quem pensa que é? — Falo humilhando ela.
Melissa — Eu não sou o que você pensa, posso ser acompanhante, mas isso não te dá o direito que fazer comigo o que faz com as outras, tire as suas mãos de mim. — Retruco nervosa.
— Mais uma vez consigo me soltar do homem que parece um louco tarado e para me livrar dele corro entre os carros da avenida Paulista feito uma desesperada mas...
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Nem tudo é confortável para Lincon.
Nos tempos de hoje é normal entre as pessoas de ambos os sexos se relacionar com outrem sem compromisso. Sem compromisso sério, o interesse físico predomina, quer pela beleza ou pela sensualidade. O ficar: é caracterizado pelo relacionamento onde os jovens possuem intimidade e proximidade, porém não existe envolvimento familiar e de certa forma, não requer compromisso sério. O namorar: ato de dar continuidade ao ficar. Isso sempre foi muito claro na vida do Lincon que segue solteiro e satisfeito consigo mesmo.
Lincon — Não adianta vir atrás de mim Natan, vai perder o seu tempo. — Eu falo indignado.
Natan — Tive que vim correndo atrás de você cara, te falar que não sabia que a melhor amiga da Tamires era a Joyce. — Eu tento me desculpar.
Lincon — Tudo bem Natan, eu já entendi, mas não vou ficar no bar, não sou obrigado a suportar a Joyce. — Falo bem decidido.
Natan — O que eu vou falar para o Téo? — Questiono meu amigo.
Lincon — Falo o que você quiser, ou fala a verdade.
— Deixo ele lá e vou em direção do meu carro no estacionamento que por sinal está completamente lotado já que o bar do Téo e muito famoso e bem requisitado na Avenida Paulista. Estou bastante irritado porque a Joyce conseguiu estragar o que poderia ser uma noite divertida mesmo que eu não estivesse tão animado para isso. Dou partida no meu carro dirigindo em saída do estacionamento do bar e logo pego a avenida Paulista que como de costume está bem agitada e de cara pego um tremendo engarrafamento.
— Isso é absolutamente normal numa cidade como essa que tem as noites mais agitadas do país e por mais que esteja irritado preciso ter paciência com esse trânsito caótico de São Paulo. Enquanto estou parado olho várias vezes para o meu relógio e quando finalmente dou partida no carro uma mulher passa a frente dele correndo e logo em seguida um homem persegue conseguindo alcançá-la. Sem pensar duas vezes saio do carro e me aproximando dos dois...
Lincon — O que pensa que está fazendo? Largue-a agora. — Grito sem entender nada.
Armando — Não se mete cara, isso não é problema seu. — Grito raivoso.
Melissa — Me ajuda pelo amor de Deus, me larga Armando. — Falo em lágrimas.
Lincon — Mandei largá-la. — Ordeno ao homem aos gritos.
— Dou um soco no homem que cai no chão puxando a mulher que também cai, mais uma vez sem pensar pego a mulher nos braços e a levo para o banco de trás do meu carro entrando logo em seguida dando partida no automóvel.
Melissa — Obrigada, dirige logo ele pode nos alcançar. — Falo bem apavorada.
Lincon — Eu não posso passar por cima dos outros carros, quem é você, por que ele estava te perseguindo? — Pergunto ainda sem entender nada.
Melissa — Evelyn! Ele vai nos alcançar. — Respondo-o apavorada.
Lincon — Ele perdeu os sentidos com o meu soco, o que ele é seu? — Falo para tentar acalmá-la.
Melissa — Não é nada, só me leva para casa pelo amor de Deus. — Falo completamente em pânico.
Lincon — Você está sangrando, precisa ir para o hospital agora. — Eu falo preocupado.
Melissa — Está tudo bem, eu só quero ir para a minha casa, por favor me ajuda. — Eu Imploro assustada.
Lincon — Mas onde é a sua casa Evelyn? — Pergunto realmente preocupado.
Melissa — Osasco. — Respondo enquanto olho para trás.
Lincon — É sério? — Indago surpreso.
— Não posso ir até Osasco agora com esse trânsito infernal e com a garota sangrando, e se aquele idiota decidir ir atrás dela? Vou levá-la para a minha casa, pelos menos só por essa noite… — Penso sozinho.
Continua…
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Atualizado até capítulo 162
Comments
Maria Das Dores
Esse amigo é um cheiro ,e ainda bem q Ele conseguiu pegar a linda desculpe me Aurora tenho tudo dificuldade de lembrar dos nomes leio Eni mesmo instante esqueço
2025-02-02
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Elis Alves
Que cara chato, amizade escrota essa, todo mundo importa menos o "melhor amigo"? Zulivre
2025-01-04
1
Marina lopes
esse Armando vai dar trabalho,tomara que ela não esconda nada fala verdade
2024-12-18
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