Era sábado de manhã e Camila, Dani e João estavam se arrumando para sair.
A babá da Eloá já tinha chegado, mas a garotinha estava dormindo.
Camila falou para Dani:
_ Dani, eu vou com o João na estufa. você vai para o bistrô. Assim vai fazendo as massas. Chego lá daqui duas horas mais ou menos.
_ Combinado. Te vejo daqui a pouco.
_ Vamos? Perguntou para João.
_ Vamos.
Eles saíram e pegaram uma estrada que saia um pouco da cidade. E depois um caminho de terra, que levava até uma chácara.
_ Aqui está o coração do bistrô quase 100% que servimos lá vem desse lugar.
João olhou o espaço a sua volta, era lindo, limpo e organizando.
Camila o levou até um barracão, onde havia, pias, tanques, uma bancada, armários, geladeiras e freezers, tudo de alumínio, grandes, bem conservados e limpos.
Mulheres trabalhavam, lavando, cortando e embalando ervas, legumes e frutas.
_ Aqui é onde selecionamos e guardamos nossos produtos da horta. Camila começou a explicar.
_ Eles são colhidos pelos trabalhadores e trazidos para cá naquelas caixa de plástico brancas. Aqui são lavados, e selecionados. Alguns irão diretamente para o prato final, outros irão servir para molhos, purês, mousses e bebidas.
Camila falava para João enquanto dava algumas ordens e depois e foi cumprimentar as mulheres.
_ Bom dia. Como vocês estão? Tá tudo certinho?
_ As facas que mandamos amolar ainda não vieram.
_ Eu irei ver isso.
_ O encanador arrumou o vazamento do banheiro.
_ Ainda bem.
João observou que as mulheres usam equipamentos de segurança, e uniformes brancos.
Tudo era muito bem organizado.
Depois foram a horta e ele aprendeu sobre rotatividade de plantação e para que servia e a importância de uma planta para a outra, assim com sobre os insetos, abelhas e joaninhas.
Ficaram durante um tempo ali, onde Camila conversou com os trabalhadores.
Também pegou todos os alimentos que usaria no restaurante naquele dia.
Ele ficou sabendo que Camila e Dani cederam o terreno da horta e a infraestrutura.
A associação cuidava da horta, recebiam uma porcentagem dos lucros do bistrô e vendiam o excedente das frutas e hortaliças.
_ Está chácara era da avó da Dani, que passou para ela. Tinha a estrutura do galpão, e algumas casas. Nós fizemos as melhorias necessárias, compramos os equipamentos e fomos em busca de gente que gostassem da nossa proposta e tivessem dispostos a empreender. Hoje temos famílias que vivem na chácara e trabalham na associação. Se for necessário mais trabalhadores a associação contrata. Eles também pagam a luz, água e internet. Em troca do aluguel. É um bom negócio para todos.
João ouviu e ficou impressionado com a simplicidade e eficiência daquilo.
Resolvidos todos os assuntos foram para o bistrô e ele pode ver Camila trabalhar naquilo que realmente gostava, cozinhar.
Seus movimentos na cozinha era uma dança, e o aroma que saia das panelas, iam se intensificando e acordando o paladar.
Ele observava ela compenetrada enquanto preparava algo, ela acrescentava uma erva , deixava se misturar e sentia o aroma, depois provava.
_ O cheiro está uma delícia. Disse quando viu ela sentir o cheiro. O que é?
_ Hoje teremos Capelleti in brodo. Com esse friozinho ficará uma delícia Estou fazendo o brodo. Os capelleti a Dani já fez. Venha experimentar.
João amou o caldo cheio de sabor.
_ Também teremos um consumê com toque oriental. Mas este está sendo feito desde manhã.
Eles ficaram no bistrô até tudo estar completamente limpo depois do horário de almoço terminar. A tarde era deles.
Camila acordou de madrugada e sentiu o corpo nu de João junto ao seu. Tinham passado a tarde de sábado se divertindo com Eloá, e a noite se amando. As lembranças tórridas a exitou. E sentiu seu sexo, dolorido molhar. Não importa o quanto fazer amor com João fosse dolorido, pelo tamanho de seu pênis, o prazer sempre era maior. E nesse momento queria, tudo e todo prazer que ele poderia lhe dar.
Beijou seu peito devagar, e explorou com as mãos.
Sua boca desceu até o pau, e colocou a carne que mesmo flácida era grande, chupou devagar saboreando, e se sentindo poderosa, quando este foi voltando a vida com seu carinho.
João segurou sua cabeça e gemeu.
_ Gostosa demais. Essa boquinha é gostosa demais. Acordou com fogo?
_ Incandescente. Respondeu. E voltou a chupar.
_ Então continua que eu tenho como fazer você de resfriar.
Camila continuou a chupar, e a buscar com isso fazer João chegar ao clímax, mas ele tinha outra ideia e tirou sua boca de seu membro e a puxou para cima, fazendo Camila descer e abrir caminho em sua entrada para seu pau.
_ Abre bem essa bucet@, minha putinha. E desce até meu pau entrar inteiro.
Camila gemia e abaixava o corpo.
_ É tão grande João.
_ Mas é todo teu.
Ela por fim sentou e ficou quieta, João bateu em sua perna.
_ Mexe.
Ela fez como dito e logo rebolava e buscava seu prazer.
O pau de João batia na entrada de seu útero, e esticava suas paredes.
Ele puxou seu corpo para frente e segurou- a próxima ao seu peito.
Nessa posição ele a comeu, com muita vontade, metendo seu pau.
João foi duro. E logo os dois estavam gozando novamente.
Seus corpos quentes ficaram colados e quando o pau amoleceu ele saiu de dentro dela.
Foram se limpar e deitaram.
_ Vai ir embora que horas amanhã amor?
_ Quero sair logo após o almoço. Eu irei mandar sua passagem de avião e da Eloá, assim que você me falar quando irão me ver. Também virei de avião na próxima vez, podemos usar o seu carro ou eu alugo um.
Depois de mais um tempo conversando dormiram novamente.
Eloá estava amando a presença de João, a afinidade dos dois fazia o coração de Camila se dividir, sabia que quanto mais fosse covarde e não contasse que ela era sua filha, maior seria o problema a ser enfrentado.
Os três passaram a manhã perto do lago em companhia de Dani e Enrico.
E estes últimos foram levar Eloá para um sorvete, na hora de voltar para casa.
_ Aproveita para dar uma chave de perna de saideira. Disse Dani para Camila, rindo da sua cara vermelha.
João, entrou na casa puxando Camila para si, pegou ela no colo e a levou direto para o banheiro.
_ Infelizmente, não tenho tempo para amar você na cama. Disse ele, tirando toda a roupa dela e a suas.
Abriu o chuveiro e começou a beijar seu corpo, chupando seus seios, apertando-os, e buscando sua bucet@ com os dedos.
Camila correspondeu a todos os carinhos de João, usando suas mãos para masturbar seus pau e sua boca para provocá-lo.
João a virou de frente ao azulejos e empurrou o rosto contra a parede, se agachou em frente a sua bund@, lambendo sua bocet@ por trás, da frente até seu ânus, onde tentava penetrar com a língua.
Depois voltava a lamber e parava para brincar com seu clitóris ou enfiava sua língua na sua bocet@.
Camila, abriu as pernas e empinou a bund@, não resistindo a esse carinho.
_ Quer me dar esse cuzinh* Camila? Perguntou passando o dedo pela entrada.
_ Quero tudo que você deseja João.
Ele lambeu novamente sua vagin@, estimulando seu clitóris e enfiando dois dedos em sua bocet@, e depois com eles úmidos força seu ânus.
_ Eu vou comer esse cuzinh* igual comi sua bucetinh@ ontem, e você vai lembrar de mim durante todo tempo que estivermos longe.
João metia os dedos, sem piedade. E ela gemia, seu corpo gostando e se entregando aquela paixão.
Ele levantou sem tirar os dedos de dentro e nem parar com os movimentos, colou seu peito e pau nas costas de Camila disse:
_ Vou comer esse cuzinh*, mas só se você pedir.
Camila sentia o peito de João em suas costas, seu pau duro em sua bunda, e a boca em sua orelha.
_ Come meu cuzinh*, João. Disse totalmente entregue.
João pegou o condicional de cabelo e passou pelo pau, colocou em sua entrada traseira e forçou, mesmo com os choramingou de Camila foi entrando até que tudo estivesse dentro.
_Esse cuzinh* apertado engoliu e esta mastigando todo meu pau. Ele com certeza queria ser fudid*.
João começou com movimento lentos e profundos, tirando quase tudo e enfiando devagar novamente, mas do que deixá-la se acostumar com seu tamanho ele queria sentir seu pau entrando e saindo de dentro dela.
Camila sentia seu ânus se contrair envolta do membro de João e aquilo lhe deixava louca para ter mais dele dentro de si.
Sentia que João se multiplicava em minúsculas partículas e lhe tomava cada célula, ela era do João, era parte dele, seu prazer era dele e o dele era dela.
Naquele momento parecia que eram um só.
E quando João acelerou os movimentos, fazendo seu ânus, doer ela relaxou e deixou que lhe comesse.
Seu gozo veio forte e foi amparada por João para manter a posição. Ele se tornou mais exigente e gozou urrando dentro do seu reto
João respirou profundamente, acalmando seu coração. Segurou seu membro e puxou de dentro, depois a abraçou, ficando ali, e deixando a água do chuveiro levar o resto de tesão.
_ João a virou e a beijou docilmente.
Depois se lavou e lavou Camila.
Deitou ela na cama e foi se trocar. Buscou uma roupa no outro quarto para ela vestir. Ele era agora só cuidado.
Ambos agora estavam juntos com Eloá em frente a casa se despedindo.
_ Te amo. Cuidado, me liga.
_Também te amo. Ligo sim. Beijo.
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Atualizado até capítulo 22
Comments
Maria Helena Macedo e Silva
passado mal resolvido nunca fica no passado sempre volta para assombrar o presente e minando o futuro.
2025-03-27
1
Elisete Rodrigues de Jesus
Eles não conversam, só transam, a doida da Raquel vai conseguir separar eles de novo.
2025-03-29
0
claudia da silva
Essa coisa de deixar o passado no passado sem conversar e esclarecer as coisas não dá certo.
2025-03-23
2