Katerina e Adam estavam de folga no apartamento dele, tentando relaxar. Adam, sempre com seu jeito brincalhão, contava piadas sem graça na tentativa de animar Katerina.
Adam: "Por que o livro de matemática foi ao psicólogo? Porque tinha muitos problemas."
Katerina revirou os olhos, mas sorriu de leve.
Katerina: "Essas suas piadas são péssimas... mas obrigada, eu precisava disso."
Eles estavam em um momento de descontração quando, de repente, o celular de Katerina tocou. Ela olhou para o visor, uma chamada de número desconhecido. Hesitante, atendeu.
Voz de Homem: "Tenho uma notícia especial. Vá até sua mesa em duas horas."
Katerina franziu o cenho, desligando logo em seguida.
Katerina: "Que idiota, deve ser um trote."
Ela estava prestes a esquecer o assunto, quando o celular de Adam começou a tocar. Ele atendeu e, após um momento de silêncio, sua expressão ficou séria.
Adam: "A delegacia está pressionando para irmos agora."
Katerina: "Mas estamos de folga, por que tanta urgência?"
Adam: "Eles disseram... sua mãe está viva. E ela está desesperada para te ver."
Katerina deixou a xícara de café cair de suas mãos. Ela ficou completamente estática por um momento, incapaz de processar a informação. Sua mãe? Viva?
O caminho até a delegacia foi cheio de silêncio e ansiedade. Quando chegaram, Katerina estava em estado de choque, sem saber o que esperar. Adam manteve a mão no ombro dela, tentando transmitir apoio, mas nada poderia prepará-la para o que viria a seguir.
Na sala de espera, uma mulher de aparência frágil estava sentada. Seus olhos, cheios de lágrimas e emoção, se levantaram ao ver Katerina. Ela imediatamente começou a chorar ao reconhecê-la.
Cassadra: "Katerina... minha menina..."
Katerina sentiu o ar sair de seus pulmões. Sua mãe, Cassadra Miler, estava ali, viva e respirando, depois de todos esses anos. Emocionada, Katerina correu e a abraçou forte, sentindo o calor familiar que pensava ter perdido para sempre.
Katerina: "Mãe... como isso é possível? Eu... eu pensei que você tinha morrido!"
Cassadra chorava descontroladamente enquanto acariciava o rosto da filha.
Cassadra: "Eu te vi crescer de longe... eu queria estar com você, mas não podia. Algo terrível aconteceu sete anos atrás, Katerina. Mas eu estou aqui agora."
Katerina não queria forçar sua mãe a falar, ela claramente estava muito abalada e aterrorizada. Adam, observando a cena, percebeu que era melhor dar espaço para as duas. Ele se afastou, mas não sem antes fazer uma observação brincalhona.
Cassadra: (sorrindo gentilmente) "Seu marido é muito bonito."
Katerina: (rindo) "Não mãe, ele é só meu parceiro e amigo."
Adam: "Agora me senti honrado. Ela finalmente me chamou de amigo."
Katerina: "Olha que já estou me arrependendo..."
Adam: "Ah, dessa vez eu gravei!"
Katerina: (rindo) "Adam, você é impossível..."
Cassadra observava a interação entre eles com um sorriso, enxugando as lágrimas.
Cassadra: "Vocês dois são uma fofura juntos. Posso tomar um banho? Me sinto um pouco desgastada."
Katerina: "Claro, mãe. Fique à vontade, tome o tempo que precisar."
Enquanto Cassadra se dirigia ao banheiro, ela fez uma última observação.
Cassadra: "Seu pai... ele está bem?"
Katerina ficou quieta por um momento.
Katerina: "Nós não nos falamos muito desde... sua suposta morte."
Cassadra: (suspirando) "Eu quero consertar as coisas, Katerina. Somos uma família e devemos nos apoiar mais, principalmente depois de tudo o que aconteceu."
Katerina ficou pensando naquilo enquanto Cassadra se afastava. A reunião inesperada de sua mãe trouxe muitas perguntas sem respostas, mas uma coisa estava clara: o passado ainda guardava muitos segredos. Adam se aproximou de Katerina, segurando sua mão com um aperto reconfortante.
Adam: "Vamos descobrir a verdade. Juntos."
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Atualizado até capítulo 21
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