Katerina e Adam estavam sentados no sofá do apartamento dele, a luz suave da manhã filtrando-se pelas janelas. A atmosfera estava carregada de um entendimento mútuo, uma conexão que havia se fortalecido nas últimas semanas.
Katerina: “Obrigada por tudo, Adam. Eu realmente não sei como teria lidado com tudo isso sem você.”
Adam olhou nos olhos dela, sentindo uma onda de emoções. O que começou como um trabalho em equipe para resolver um mistério se transformara em algo mais profundo. Ele se inclinou mais perto, seu coração acelerando.
Adam: “Sabe, eu sempre estive aqui por você, Katerina. E quero que você saiba que não vou a lugar nenhum.”
Katerina sentiu o calor crescendo entre eles. Ela não sabia se era a tensão da investigação ou algo mais, mas o olhar de Adam a atraía. Quando ele começou a se inclinar, Katerina fechou os olhos, pronta para o beijo que parecia inevitável.
Mas, nesse exato momento, o celular de Adam vibrou em cima da mesa, interrompendo o momento. Ele hesitou, frustrado, mas finalmente olhou para a tela.
Adam: “É o Sam… Ele está me mandando informações sobre a antiga casa.”
Katerina abriu os olhos, um pouco desapontada, mas curiosa.
Katerina: “O que ele disse?”
Adam pegou o telefone e começou a ler a mensagem em voz alta.
Adam: “Ele descobriu que a casa foi vendida há alguns anos, mas o novo proprietário nunca se mudou. Parece que houve muitos problemas com a polícia por lá. Algumas testemunhas relataram sons estranhos e luzes durante a noite.”
Katerina franziu a testa, sua mente correndo.
Katerina: “Isso é estranho… você acha que isso pode estar ligado ao que aconteceu com minha mãe?”
Adam: “É bem possível. Precisamos investigar isso mais a fundo. Pode haver mais do que estamos percebendo.”
Katerina se levantou, seu medo voltando à tona, mas sua determinação também crescia.
Katerina: “Vamos até lá. Precisamos saber se há alguma ligação com o assassino e o que realmente aconteceu naquela noite.”
Adam assentiu, mas uma preocupação se instalou em seu rosto.
Adam: “Você tem certeza? Podemos nos meter em algo perigoso.”
Katerina: “E se não formos? Precisamos descobrir a verdade. E eu não vou deixar que o medo me impeça de buscar respostas.”
A determinação de Katerina fez Adam sentir uma mistura de admiração e preocupação.
Adam: “Está bem, então vamos juntos. Mas prometo que vou ficar ao seu lado o tempo todo.”
Katerina sorriu, sentindo-se mais confiante com Adam ao seu lado. Eles se prepararam para sair, mas a sensação do momento que quase tiveram ainda pairava no ar.
Claro! Aqui está a continuação do capítulo, onde Katerina e Adam vão investigar a antiga casa dela e se deparam com novos desafios e revelações.
Katerina e Adam deixaram o apartamento, a tensão entre eles ainda palpável. O caminho até a antiga casa de Katerina estava repleto de perguntas e incertezas, mas a determinação de Katerina impulsionava-os para frente. Ela estava disposta a confrontar seu passado, mesmo que isso significasse enfrentar seus medos mais profundos.
A antiga casa de Katerina se erguia diante deles, sombria e cheia de memórias. O lugar parecia diferente agora, uma sombra do que fora na infância. Os arbustos estavam descuidados, e a pintura da casa estava descascando, como se estivesse se deteriorando junto com as lembranças que guardava.
Katerina: “Aqui está… o lugar onde tudo aconteceu.”
Adam: “Você está pronta para isso?”
Katerina respirou fundo, seu coração acelerando.
Katerina: “Acho que sim. Não posso deixar que o passado me controle. Vamos descobrir a verdade.”
Eles se aproximaram da porta da frente, que estava entreaberta. A curiosidade e a apreensão misturavam-se à medida que entravam. O ar estava pesado e empoeirado, e o cheiro de mofo dominava o ambiente. O interior estava ainda mais desolado do que Katerina se lembrava, com móveis cobertos de lençóis brancos e caixas empilhadas.
Adam: “Vamos começar pela sala de estar. Pode ser que encontremos algo que ajude.”
Katerina acenou, mas uma sensação estranha a envolvia, como se estivesse sendo observada. Eles caminharam cautelosamente, e Katerina tentou afastar a sensação inquietante.
Na sala de estar, encontraram uma velha caixa de fotografias. Katerina começou a folhear as imagens, recordando momentos felizes da infância com sua mãe. Mas então, ela parou abruptamente, uma foto em particular chamando sua atenção. Era uma imagem da festa de aniversário dela, com sua mãe sorrindo ao lado dela.
Katerina: “Essa foto… foi tirada no dia do meu aniversário de sete anos. A noite em que… tudo aconteceu.”
Adam olhou para a foto, e uma expressão de preocupação surgiu em seu rosto.
Adam: “Você se lembra de algo daquela noite? Alguma coisa que possa nos ajudar a entender?”
Katerina balançou a cabeça, frustração em seus olhos.
Katerina: “Só fragmentos. Lembro que estava tão animada com a festa… e então, tudo ficou escuro.”
De repente, um barulho vindo do andar de cima fez Katerina e Adam se entreolharem, o medo tomando conta deles.
Katerina: “O que foi isso?”
Adam: “Vamos verificar. Fique perto de mim.”
Eles subiram as escadas lentamente, cada passo ecoando no silêncio da casa. Quando chegaram ao corredor do andar de cima, viram uma porta entreaberta. O coração de Katerina disparou enquanto se aproximavam.
Adam: “Eu vou olhar primeiro.”
Katerina assentiu, segurando a respiração. Adam empurrou a porta devagar, revelando um quarto em desordem, com móveis jogados e coisas espalhadas. Mas o que chamou a atenção deles foi uma velha escrivaninha no canto, coberta de poeira. Em cima da escrivaninha havia um caderno aberto, com anotações feitas à mão.
Katerina: “O que é isso?”
Adam se aproximou e começou a ler as anotações.
Adam: “Parece que alguém estava escrevendo um diário. Tem várias entradas sobre o que aconteceu na vizinhança e… espera, isso não pode ser.”
Ele virou as páginas rapidamente, até encontrar uma entrada específica.
Adam: “Olha isso, Katerina. Tem uma anotação sobre uma briga na vizinhança na noite do seu aniversário. Fala sobre um homem que parecia estar agitado e se comportando de forma estranha.”
Katerina se inclinou, examinando as palavras.
Katerina: “Isso… isso pode ser uma pista. Se conseguirmos descobrir quem era esse homem, talvez possamos chegar mais perto da verdade.”
Enquanto eles estavam absortos na leitura, Katerina sentiu um arrepio na nuca. Uma sensação de que não estavam sozinhos. Antes que ela pudesse alertar Adam, o barulho de passos se aproximou.
Adam: “Precisamos sair daqui. Agora.”
Eles se afastaram da escrivaninha e começaram a se mover para a porta, mas antes que pudessem sair, uma sombra apareceu na entrada, bloqueando sua saída.
Sofia: “O que vocês estão fazendo aqui?”
Katerina e Adam se congelaram, a surpresa e a tensão enchendo o ar. Sofia, a filha do assassino da mãe de Katerina, estava ali, com um sorriso sinistro no rosto.
Katerina: “Sofia… o que você quer?”
Sofia: “Ah, vocês estão tão perto da verdade, mas será que realmente querem saber? Porque às vezes, é melhor deixar os segredos enterrados.”
Claro! Aqui está a continuação do capítulo, onde Katerina e Adam vão investigar a antiga casa dela e se deparam com novos desafios e revelações.
Katerina e Adam deixaram o apartamento, a tensão entre eles ainda palpável. O caminho até a antiga casa de Katerina estava repleto de perguntas e incertezas, mas a determinação de Katerina impulsionava-os para frente. Ela estava disposta a confrontar seu passado, mesmo que isso significasse enfrentar seus medos mais profundos.
A antiga casa de Katerina se erguia diante deles, sombria e cheia de memórias. O lugar parecia diferente agora, uma sombra do que fora na infância. Os arbustos estavam descuidados, e a pintura da casa estava descascando, como se estivesse se deteriorando junto com as lembranças que guardava.
Katerina: “Aqui está… o lugar onde tudo aconteceu.”
Adam: “Você está pronta para isso?”
Katerina respirou fundo, seu coração acelerando.
Katerina: “Acho que sim. Não posso deixar que o passado me controle. Vamos descobrir a verdade.”
Eles se aproximaram da porta da frente, que estava entreaberta. A curiosidade e a apreensão misturavam-se à medida que entravam. O ar estava pesado e empoeirado, e o cheiro de mofo dominava o ambiente. O interior estava ainda mais desolado do que Katerina se lembrava, com móveis cobertos de lençóis brancos e caixas empilhadas.
Adam: “Vamos começar pela sala de estar. Pode ser que encontremos algo que ajude.”
Katerina acenou, mas uma sensação estranha a envolvia, como se estivesse sendo observada. Eles caminharam cautelosamente, e Katerina tentou afastar a sensação inquietante.
Na sala de estar, encontraram uma velha caixa de fotografias. Katerina começou a folhear as imagens, recordando momentos felizes da infância com sua mãe. Mas então, ela parou abruptamente, uma foto em particular chamando sua atenção. Era uma imagem da festa de aniversário dela, com sua mãe sorrindo ao lado dela.
Katerina: “Essa foto… foi tirada no dia do meu aniversário de sete anos. A noite em que… tudo aconteceu.”
Adam olhou para a foto, e uma expressão de preocupação surgiu em seu rosto.
Adam: “Você se lembra de algo daquela noite? Alguma coisa que possa nos ajudar a entender?”
Katerina balançou a cabeça, frustração em seus olhos.
Katerina: “Só fragmentos. Lembro que estava tão animada com a festa… e então, tudo ficou escuro.”
De repente, um barulho vindo do andar de cima fez Katerina e Adam se entreolharem, o medo tomando conta deles.
Katerina: “O que foi isso?”
Adam: “Vamos verificar. Fique perto de mim.”
Eles subiram as escadas lentamente, cada passo ecoando no silêncio da casa. Quando chegaram ao corredor do andar de cima, viram uma porta entreaberta. O coração de Katerina disparou enquanto se aproximavam.
Adam: “Eu vou olhar primeiro.”
Katerina assentiu, segurando a respiração. Adam empurrou a porta devagar, revelando um quarto em desordem, com móveis jogados e coisas espalhadas. Mas o que chamou a atenção deles foi uma velha escrivaninha no canto, coberta de poeira. Em cima da escrivaninha havia um caderno aberto, com anotações feitas à mão.
Katerina: “O que é isso?”
Adam se aproximou e começou a ler as anotações.
Adam: “Parece que alguém estava escrevendo um diário. Tem várias entradas sobre o que aconteceu na vizinhança e… espera, isso não pode ser.”
Ele virou as páginas rapidamente, até encontrar uma entrada específica.
Adam: “Olha isso, Katerina. Tem uma anotação sobre uma briga na vizinhança na noite do seu aniversário. Fala sobre um homem que parecia estar agitado e se comportando de forma estranha.”
Katerina se inclinou, examinando as palavras.
Katerina: “Isso… isso pode ser uma pista. Se conseguirmos descobrir quem era esse homem, talvez possamos chegar mais perto da verdade.”
Enquanto eles estavam absortos na leitura, Katerina sentiu um arrepio na nuca. Uma sensação de que não estavam sozinhos. Antes que ela pudesse alertar Adam, o barulho de passos se aproximou.
Adam: “Precisamos sair daqui. Agora.”
Eles se afastaram da escrivaninha e começaram a se mover para a porta, mas antes que pudessem sair, uma sombra apareceu na entrada, bloqueando sua saída.
Sofia: “O que vocês estão fazendo aqui?”
Katerina e Adam se congelaram, a surpresa e a tensão enchendo o ar. Sofia, a filha do assassino da mãe de Katerina, estava ali, com um sorriso sinistro no rosto.
Katerina: “Sofia… o que você quer?”
Sofia: “Ah, vocês estão tão perto da verdade, mas será que realmente querem saber? Porque às vezes, é melhor deixar os segredos enterrados.”
***Faça o download do NovelToon para desfrutar de uma experiência de leitura melhor!***
Atualizado até capítulo 21
Comments