suspeitas

Katerina decidiu que precisava de um tempo para refletir sobre as novas informações. Assim, entrou em um café local, buscando um momento de tranquilidade. Quando se sentou em uma mesa isolada, logo percebeu que Olívia também estava lá, sentada em uma mesa próxima, com um olhar astuto.

Olívia a notou e, com um sorriso provocador, se levantou e se aproximou. Katerina não podia acreditar que Olívia tinha a audácia de se aproximar dela.

Olívia: “Olha só, se não é Katerina. Vejo que ainda está por aqui. Como andam as investigações? Encontrou algo interessante?”

Katerina revirou os olhos, sem vontade de entrar em uma discussão, mas a provocação de Olívia a irritava.

Katerina: “Nada que você precise se preocupar. Mas e você? O que sabe sobre o que aconteceu no meu aniversário?”

Olívia deu um sorriso enigmático.

Olívia: “Sabe, Katerina, não existe assassinato sem vítima. E me parece que você não viu o corpo da sua mãe saindo da casa naquela noite.”

Katerina sentiu um frio na espinha. O que Olívia estava insinuando? Era uma tentativa de desestabilizá-la?

Katerina: “O que você quer dizer com isso?”

Olívia: “Apenas que, sem um corpo, sem provas, talvez sua mãe esteja viva. Pense nisso.”

Katerina franziu a testa, a confusão se misturando com a raiva. Como alguém podia ser tão insensível?

Katerina: “Que tipo de comentário é esse? Minha mãe morreu! Eu vi a dor e a perda. Como você pode dizer algo assim?”

Olívia: “Calma, Katerina. São apenas suposições. Não estou afirmando nada. É só que… às vezes as coisas não são o que parecem. Há sempre uma possibilidade, não é?”

Katerina respirou fundo, tentando controlar a raiva que a consumia. Olívia parecia estar se divertindo com a situação.

Katerina: “Você não sabe nada sobre o que aconteceu. E não vou permitir que você brinque com isso.”

Olívia deu de ombros, como se não se importasse com a seriedade do assunto.

Olívia: “Apenas tenha cuidado. Às vezes, as verdades estão bem diante de nós, e não conseguimos vê-las. O que você pode descobrir pode ser muito mais complicado do que você imagina.”

Com isso, Olívia deu as costas, deixando Katerina em um turbilhão de emoções. As palavras dela ressoavam em sua mente. Katerina não podia ignorar o que havia dito. Por que não tinha visto o corpo de sua mãe? E o que realmente acontecera naquela noite?

Com determinação renovada, Katerina pegou seu celular e ligou para Adam.

Katerina: “Adam, precisamos conversar. Olívia acabou de dizer algo que pode mudar tudo.”

Aqui está o próximo capítulo da sua história, onde Katerina lida com seus medos e a nova dinâmica entre ela e Adam se aprofunda enquanto eles tentam desvendar os mistérios do passado.

Katerina olhou em volta de sua casa, que agora estava organizada, mas mesmo assim sentia um medo crescente. A bagunça anterior parecia ter sido um reflexo do caos que estava acontecendo em sua vida. Sentir-se segura em sua própria casa parecia uma lembrança distante.

Katerina: “Não sei se consigo voltar aqui, Adam. É… diferente agora.”

Adam percebeu a apreensão nos olhos de Katerina e sentiu uma onda de compaixão.

Adam: “Você pode ficar no meu apartamento. É seguro, e assim você não precisará se preocupar com nada aqui por enquanto.”

Katerina hesitou, mas a ideia de ficar sozinha na casa que agora a aterrorizava era ainda mais assustadora.

Katerina: “Você tem certeza?”

Adam: “Claro. Não se preocupe, será bom ter você lá. Vamos resolver isso juntos.”

Depois de um momento de reflexão, Katerina decidiu aceitar a oferta. A mudança de ambiente parecia um pequeno passo em direção à recuperação e à segurança. Naquela noite, enquanto Adam a ajudava a organizar suas coisas, ele não conseguia parar de pensar sobre o enigma que haviam encontrado.

Assim que chegaram ao apartamento dele, Adam ficou acordado a noite toda, analisando a mensagem deixada na casa de Katerina. O enigma pulsava em sua mente como um quebra-cabeça sem solução.

Na manhã seguinte, enquanto Katerina tomava um café, Adam finalmente exclamou.

Adam: “Katerina, a mensagem está clara! ‘De volta onde nos conhecemos’… Isso se refere à sua casa de quando você era criança! Foi o primeiro lugar onde você teve contato com ele.”

Katerina franziu a testa, processando a revelação.

Katerina: “Você tem razão. Mas voltar lá me assusta… Ele ainda pode estar por perto.”

Adam: “Eu sei, mas essa pode ser uma nova pista. Precisamos enfrentar isso. E mais, eu estou aqui com você. Não se esqueça disso.”

Katerina sorriu, a gratidão transparecendo em seu olhar.

Katerina: “Obrigada, Adam, por estar ao meu lado. Eu te julguei mal. Você é melhor do que eu imaginei.”

Adam: “Eu sei, sou demais!”

Katerina riu, um riso leve que trouxe um pouco de alívio à tensão que a cercava.

Katerina: “Ahh, você estragou tudo com essa confiança! Mas, sério, não sei o que faria sem você.”

Adam sorriu, aliviado por ver Katerina um pouco mais leve. Ele se aproximou dela, os olhos brilhando com determinação.

Adam: “Vamos resolver isso. Juntos, nós somos mais fortes.”

Katerina assentiu, sentindo uma nova chama de esperança acender dentro dela. Apesar do medo que ainda a consumia, ela sabia que, com Adam ao seu lado, enfrentaria qualquer desafio que viesse pela frente.

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