ansiedade

Capítulo 23: A Pressão do Passado

Katerina ficou paralisada ao encarar Sofia, seu coração disparando. A atmosfera estava carregada de tensão, e ela sentiu uma onda de pânico começar a tomar conta dela.

Homem: (com um sorriso sinistro) “Você não tem ideia do que está prestes a descobrir, Katerina. Ela está viva… kkk.”

Katerina trocou olhares com Adam, que parecia igualmente chocado. O homem, um estranho que estava ao lado de Sofia, deu um passo à frente, sua presença ameaçadora preenchendo o espaço.

Sofia: “Cala a boca! Você não deveria ter dito isso.”

Homem: (sussurrando) “Apenas dizendo a verdade, Sofia. É hora de Katerina saber o que está realmente acontecendo.”

A mente de Katerina girava enquanto tentava processar as palavras do homem. O que ele queria dizer? O que isso significava para sua mãe? Ela estava viva? Não, isso não fazia sentido. O ataque de ansiedade começou a se formar, e Katerina lutava para manter a calma.

Katerina: “O que você quer dizer com isso? O que sabe sobre minha mãe?”

Sofia: (desdenhosa) “Você não tem prova de nada, Katerina. É melhor você ir embora antes que eu denuncie você por assédio. Não quero problemas com a polícia.”

A última frase de Sofia ressoou na mente de Katerina, intensificando a sensação de claustrofobia que a envolvia. Ela olhou para Adam, buscando apoio, mas a sensação de impotência a dominou.

Katerina: “Eu… eu preciso sair daqui.”

Sofia riu, um som frio e cruel. Katerina virou-se para a porta, mas antes que pudesse alcançar a saída, a visão começou a falhar, e o mundo ao seu redor parecia girar. A respiração dela ficou ofegante e rápida, e ela não conseguia mais se controlar.

Adam: “Katerina! Calma, respira. Estamos juntos. Você consegue.”

Katerina tentou focar na voz de Adam, mas a ansiedade estava tomando conta dela. As paredes pareciam se fechar, e a pressão em seu peito aumentava a cada segundo. Ela se sentou no chão, lutando para recuperar o controle, enquanto Adam se agachava ao seu lado.

Adam: “Olhe para mim. Foque na minha voz. Vamos respirar juntos.”

Ele começou a contar, sua voz calma e firme. Katerina tentou acompanhá-lo, inspirando lentamente pelo nariz e soltando o ar pela boca. A conexão com Adam a ajudava a se ancorar, mesmo que o medo ainda estivesse presente.

Adam: “Um, dois, três… agora solta. Isso, Katerina. Você está segura.”

Com o tempo, Katerina começou a sentir que sua respiração voltava ao normal. As paredes começaram a recuar, e a pressão em seu peito diminuía. Adam estava ali, solidário, ajudando-a a sair da tempestade de emoções que a envolvia.

Katerina: (ofegante) “Desculpe, Adam. Eu… não consigo acreditar no que ouvi. Não sei o que fazer.”

Adam: “Está tudo bem. O que você está sentindo é normal. Vamos sair desse lugar e pensar em um plano.”

Katerina assentiu, seus olhos se enchendo de lágrimas. A luta para descobrir a verdade sobre sua mãe e o que aconteceu na noite fatídica a deixava exausta.

Katerina: “Obrigada por estar aqui. Não sei o que faria sem você.”

Adam: “Sempre estarei aqui para você, Katerina. Juntos, vamos descobrir a verdade.”

Eles se levantaram, e Adam ajudou Katerina a se recompor. Com um último olhar para Sofia e o homem que estava com ela, Katerina saiu da casa, determinada a enfrentar os desafios que viriam.

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