Cap. 02 Wendy

(Foto tirada da internet)

Wendy Moore, 23 anos...

Acordo para mais um dia de trabalho na Delegacia, ontem foi meu primeiro dia e já comecei com um chamado para um homicídio um garoto e nossa é muito difícil ter que ver isso um garoto tão jovem morrer por causa de uma desavença besta, conheci o Sargento Cooper ele foi um grande amigo do meu pai, como queria que meu pai me visse agora, sempre admirei o meu pai e sempre quis seguir os passos dele, conheci o Detetive Park da homicídio que cara frio, também trabalhando direto com mortos já está quase virando um kkkk, mas ele é muito gato, isso eu não vou negar.

Fechamos o caso do irmão da Priscila já era noite e ainda fui deixar ela e a mãe dela no aeroporto, ainda bem que o polícial Collins me deu uma carona para casa, moro em um apartamento pequeno á 5 quarteirões da Delegacia, poderia ter vindo a pé, mas como estava bem cansada agradeci a carona.

Ligo para minha mãe para saber como ela está e ela diz que esta bem, conversamos um pouco e desligo. Atualmente ela está morando com minha tia no Texas e fico menos preocupada em saber que ela não está só, depois que meu pai morreu, minha mãe se envolveu com um cara e foi só decepção e a decepção maior foi quando o infeliz tentou abusar de mim, nossa foi o dia pior da minha vida e se não fosse minha mãe, aquele miserável tinha conseguido, mas aquela cena até hoje me atormenta, eu tinha 17 anos, ele conseguiu fugir e até hoje tenho medo dele querer ir atrás da minha mãe,

Vou andando até a delegacia compro um lanche no caminho e vou comendo, assim que chego vou no vestiário feminino e visto minha farda, vejo a Helen chegar e pergunto:

— E aí Helen como foi ontem?

— Aí amiga foi ótimo, fiquei conversando com o Jonh depois ele me levou em casa e...

— Não acredito que você já...

— Aí amiga você sabe como eu sou não gosto de enrolação, ele quis eu também, então vamos ver até onde vai.

— Você é maluquinha kkk

Saímos do vestiário e fomos para reunião de instrução.

— E você e o Collins?

— Não existe eu e o Collins Helen, ontem só aceitei uma carona, só isso.

— Ok rsrsrs...

Na reunião fui escalada para fazer a patrulha com a Grace de novo e fico feliz, pois ela é bem legal.

Estou saindo da sala com a policial Grace, quando encontro o policial Collins que diz:

— Ei Wendy o Detetive Park estava te procurando, vi ele indo para estacionamento.

Olho para Grace que diz:

— Melhor ir ver o que ele quer, talvez esteja precisando de sua ajuda, o polícial Collins vai comigo.

— Está bem.

Vou em direção ao estacionamento e avisto o Detetive Park conversando com uma policial e parece que eles se conhecem bem, ele me vê, fala algo para a polícial e vem em minha direção e droga porque esse homem tinha que ser tão lindo e cheiroso.

— O polícial Collins me disse que estava me procurando Detetive Park.

— Ah sim, o detetive Philips precisou resolver outro caso, preciso que me acompanhe em um chamado.

— Ok Senhor, já podemos ir se quiser.

— Certo, vamos.

Entramos no carro que acho ser dele e um silêncio pesado se instala, então resolvo quebrar o silêncio e falo:

— É mais um homicídio?

— Tudo indica que sim...policial Moore posso te fazer uma pergunta?

— Sim, claro Senhor.

— Quando estivermos a sós não precisa me chamar de senhor, pode me chamar só de Park ou Adam.

— Certo, o que queria perguntar?

— Você e o policial Collins já se conheciam? vocês parecem ser bem próximos.

Olho para ele sem entender bem o porquê da pergunta, mas respondo.

— Não, conheci ele ontem e ele foi muito gentil comigo em me oferecer uma carona, moro perto da Delegacia mas ontem foi um dia puxado.

— É...foi sim, você vem a pé para delegacia?

— Sim, eu gosto são só 5 quarteirões.

— É mais anoite 5 quarteirões pode ser bem perigoso.

— É verdade, por isso aceitei a carona do policial Collins.

Chegamos no local, encontramos uma mulher com sinais de estrangulamento, espancamento e provavelmente foi abusada, a vizinha foi quem á encontrou.

Pergunto a vizinha se elas eram amigas e se ela viu ou ouviu alguma coisa, se ela tinha marido ou namorado.

— Somos amigas, faz três anos que conheço ela, eu não estava em casa anoite trabalho como garçonete em uma boate e sempre que chego pela manhã trago um lanche para nós duas e quando fui na casa dela encontrei ela já morta, ( mulher começa a chorar) ela estava namorando um cara e ele já agrediu ela outras vezes.

— Sabe o nome dele?

— É...Cícero....Cícero Mendes.

— Cícero Mendes?! Pode me dá uma descrição do homem?

A mulher descreve o meu ex padrasto, o que tentou abusar de mim, meu Deus esse infeliz está por aqui, agradeço a vizinha e vou falar com o Detetive.

— Detetive Park, precisamos conversar, acredito que sei quem é o suspeito.

— A vizinha falou alguma coisa?

— Sim, pelo nome e pela descrição da pessoa, eu conheço ele Detetive, ele foi meu padastro por alguns anos e ele....bom ele...

— Ele o quê policial Moore?

— Quando eu tinha 17 anos e ele tentou abusar de mim, minha mãe chegou na hora e conseguiu impedir, mas ele conseguiu fugir, prestamos queixa na delegacia do Texas e nunca mais soubemos nada dele.

E por mais que eu tente ser forte meus olhos se enchem de lágrimas, lembrar daqueles momentos ainda é muito dificil para mim.

— E a sua mãe onde está?

— Mora no Texas com minha tia.

— Sabe se ele tem algum parente dele por aqui?

— Não sei.

— Acha que ele sabe que você mora por aqui?

— Não, se ele soubesse com certeza aquele infeliz já tinha me procurado.

Outros policiais chegam, para revistar a casa.

— Policial Moore nesse caso você também é uma vítima, não vai poder participar das investigações.

— Entendo Senhor,

— Volte para Delegacia e veja com a Grace algo para fazer, não saia para fazer patrulha não quero você fora da Delegacia entendeu?

— Certo Senhor.

Volto para delegacia e vou procurar a policial Grace, vejo ela vindo em minha direção e diz:

— Vem Moore temos um chamado de emergência um acidente de carro numa rua próxima daqui.

— ok, vamos.

Fomos as primeiras a chegar no local, dois carros se chocaram em um cruzamento, uma mulher estava muito ferida, chamei a ambulância e vi que na mão da mulher tinha um papel, abri o papel e fiquei em choque.

Era um recado para mim e eu sabia quem era,

"Wendy eu te vi hoje, eu posso até ir para cadeia, mas antes eu vou terminar o que comecei anos atrás."

— O que foi policial Moore? Está pálida garota. Grace fala

Entrego o papel para ela e conto tudo que aconteceu, do outro caso, do meu padastro e da ordem do Detetive.

— Droga Moore porque não me disse antes, não era para ter vindo comigo, descumpriu uma ordem direta de um superior seu, ainda colocou sua vida em risco e aqui está a prova esse infeliz deve ter pego o carro para fugir ou aproveitou do acidente para te deixar um recado.

Fico calada, droga esse infeliz tinha que aparecer logo agora que estou começando a realizar meu grande sonho.

Outros policiais chegam e Grace me leva de volta para delegacia, ela vai falar com o Sargento e depois de alguns minutos ela retorna.

— O Sargento quer falar com você, vai ficar tudo bem Moore.

Eu vou até sala do Sargento, como é toda no vidro, vejo que o Detetive Park está lá também, pronto com certeza vou levar dois esparro e ainda vou ficar sem trabalho, bato na porta e entro.

— Sargento Cooper?

— Entre policial Moore.

Assim que entro o Detetive já fala,

— Policial Moore qual foi a parte de NÃO SAIA DA DELEGACIA você não entendeu? Eu te dei uma ordem direta e você não obedeceu e ainda colocou sua vida em risco, tem um cara lá fora um assassino, estuprador que não está nem aí pra vida dele, mais que está te procurando policial Moore.

Olho para ele e meus olhos se enchem de lágrimas, mas seguro para não chorar.

— Me desculpe Senhor não quis desobedecer, só quis fazer meu trabalho.

— Colocando sua vida em risco? É assim que quer fazer seu trabalho.

Ele caminha até a porta e antes de sair fala,

— Sargento, a policial Moore ficará na minha casa até aquele miserável ser preso.

Ele fala isso e sai da sala, eu fico sem acreditar no que ouvi, não vou ficar com ele.

— Sargento por favor, não vou mais descumprir nenhuma ordem, não fiz por mal, agir por impulso, não quero ficar na casa do Detetive Park Senhor por favor fico em qualquer outro lugar, tenho uma amiga a policial Torres ou pode ser até no apartamento do policial Collins ele mora sozinho tenho certeza que me deixará ficar lá.

(...)

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Comments

Maria de Fátima Espírito Santo Silva

Maria de Fátima Espírito Santo Silva

esse Pelo menos não é pegador. ela viu que na mesma hora que estava com ela já pegou a colega.

2025-02-04

0

Ameles

Ameles

não saia da delegacia, kkkkk primeira coisa a fazer atender um chamado

2025-02-24

0

penha

penha

não entendi o tal. Collins ela TB não conhece e prefere ficar com ele

2024-12-17

0

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