Sangue ruim- 13

— No dia da festa, ele... Ele disse que você estaria ocupado o dia todo e que eles também estariam ocupados... então... Ele entrou no escritório e pegou a droga

— Isso explica porque a minha cadeira estava fora do lugar quando eu voltei, tinha dois homens e um terceiro que chegou depois, você fez um ótimo trabalho falando quem pegou a droga e te deu, agora... Eu quero saber dos envolvidos que tocaram na minha preciosa pedra... Quem eram? – A mulher olhou para baixo, Atlas se levantou e deu a volta na cadeira da mulher, passando a mão em seu pescoço, a mulher estremeceu, Atlas abaixou o tronco e falou em seu ouvido.

— Você não quer ver seu querido filho de novo? Não se preocupe, ele não está sozinho... Kazuma está com ele e ele ama crianças

— P-Por favor senhor Kurayami! não faça nada com meu filho, eu digo tudo!! mas não machuque meu filho – Ela falou chorando.

— Shiiii... alguém falou que machucaria seu filho? Um menino inteligente para uma criança de 7 anos, com uma mãe prostituta, o que aconteceria... – Atlas fechou a mão no pescoço da mulher, impedindo que o ar entrasss.

— Se uma fatalidade acontece em um dia típico de trabalho, aonde um cliente revoltado, matou brutalmente a mamãe, que trauma terrível... Você quer isso? – Ela negou com a cabeça enquanto a baba escorria de sua boca e as lágrimas de seus olhos.

— Então abra a porra da boca e comece a fala!! – Ele falou soltando seu pescoço, ela começou a tossi, ela olhou para o homem que estava parado na porta, Atlas olhou para o rosto da mulher e depois do homem e deu um sorriso, voltando a se sentar na sua cadeira.

—.... Akira achou o quarto... E disse que ninguém chegaria ali por um bom tempo... Depois que Logan entregou a droga e foi embora... Akira e Yuto apareceram e me convenceu a usar a droga como um teste drive... foi aí que o Haru apareceu, não sabíamos quem ele era então Akira segurou em seu pulso e colocou a droga em sua boca...

— E o terceiro? o que ajudou vocês a saírem e fingiu que não viu nada. – Ela olhou em direção à porta mais uma vez, depois abaixou a cabeça.

— Hiroto... – Todos olharam para direção de Hiroto, esse que abriu a porta com rapidez e saiu correndo, iam corre atrás dele mas Atlas levantou a mão, impedindo que fizessem isso.

— Mas senhor!!

— Ele não vai longe, bem, senhorita Suzuki... Você foi excelente – Atlas se levantou e olhou o relógio.

— Devemos mata-la senhor? – Um de seus homens se aproximou de Atlas enquanto segurava a pistola.

— Não, eu sou um homem de palavra, ela me disse o que eu queria saber – Atlas olhou a mulher.

— Eu vou te deixar viver, mas você vai pega seu menino e vai sumir

— S-Sumir?....

— Eu não quero te ver nas ruas, nos bordéis, se você volta para cá... eu mato você na frente do seu filho, você entendeu?

— S-Sim senhor!! O-Obrigada senhor... – Atlas deu as costas, chamou um de seus homens e disse.

— Levem ela para casa escoltem, a essa altura eles já sabem, vão querer ir atrás dela quando souberem aonde ela estar.

— Sim senhor. – O homem se curvou e Atlas saiu da casa, entrando no carro e dando a ordem para que dirija até sua casa, chegando lá Atlas dispensou o homem e entrou na casa, vendo Haru e Emi dormindo no sofá enquanto a televisão passava um filme qualquer de comédia, Atlas olhou a cena e deu uma pena risada, ele caminhou até eles em passos silenciosos, pegou Emi no colo sem acorda Haru e levou a mesma para seu quarto, deixando a mesma deitada na cama, depois voltou para sala, desligou a televisão, deixando a escuridão toma conta da sala, Haru resmungou um pouco quando Atlas o ajeitou em seus braços, abrindo os olhos devagar.

— Atlas?.... – Falou Haru, passando a mão em seu peito.

— Por que tá tão escuro?... eu não gosto do escuro... – Resmungou Haru enquanto caia no sono outra vez, Atlas riu e caminhou até a porta do quarto, Atlas pensou em deixa Haru em seu próprio quarto, porém mudou de ideia e o levou até seu quarto, o deitando na cama, com as pequenas reclamações do escuro, Atlas deu a volta na cama e ligou o pequeno abajur que nunca foi usado e que nunca seria por Atlas, Atlas tirou sua camisa e calça, pegando uma roupa mais confortável para si, uma calça moletom surrada e a camisa sem manga desbotada e se deitou na cama, olhando para o rosto, agora ilimitado, de Haru, Atlas virou a cara para o outro lado e fechou os olhos, deixando os seus pensamentos carnais de lado.

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Comments

juliana Sereno

juliana Sereno

Que.provação ele é o terrorrrrr mas tem um pouco de respeito.

2025-03-22

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