Quando eu recobrei a consciência, estava com as costas no peito de Atlas, ambos estavam sem roupa, quer dizer, só eu estava completamente pelado, Atlas ainda estava de cueca, ele me tocava, movimentava meu pênis de uma forma rápida enquanto beijava meu pescoço, eu suava, gemia e até mesmo babava.
— A-Atlas!!! – Atlas soltou um risinho, ele também tava suado.
— Bom dia... – Ele falou sussurrando em meu ouvido, isso fez todos os pelinhos de minha nuca se arrepiarem de vez.
— O que tá acontecendo? Ahh! – Segurei em seu pulso, na intenção que ele parasse, mas por alguma razão, meu corpo gritava por mais interação, seu tronco nu estava esquentando minhas costas, seus braços em volta do meu corpo era como se fosse um tipo de edredom com extremas camadas quentes e por mais que já esteja quente, não conseguia sair desse edredom.
— Deram... O estimulante pra você.... – Ele falava um pouco abafado por sua boca estar no meu pescoço, de repente ele me jogou de vez na cama e ficou em cima de mim, mas antes que eu falasse algo, ele levou sua boca até meu pênis e colocou sua boca ali, fazendo movimentos rápidos de vai e vem, levando até o fundo de sua garganta, eu agarrava em seus cabelos, guiando alguns movimentos, mas eu não precisava fazer algo realmente, ele sabia exatamente o que estava fazendo!!.
— E-Eu vou gozar! A-Atlas!! – Eu gozei, eu já fiz sexo antes mas nunca tive essa sensação, parecia que eu estava em total êxtase, como se nossas corpos tivessem um fio que nos conectava e nem teve penetração! – Atlas abriu mais minhas pernas e ficou se esfregando em mim, eu apertei o lençol, agora estava mais sóbrio e com receio.
— A-Atlas.... Por favor....
— Eu não vou te estuprar.... Você não sabe o quando que eu quero meter em você agora... – Ele me olhou, seu olhar era como o de um grande Tigre que estava faminto durando meses, ele deitou a testa no meu peito e eu pude senti os fios molhados de seu cabelo.
— Mas eu não sou esse tipo de lixo e eu quero... Que você me queira... Estando totalmente sóbrio – Ele falou ainda se esfregando em mim, senti ele apertar o lençol e da uma batida ali, ele levantou e pegou um lençol, jogando em cima de mim.
— Tome um banho e durma, o efeito vai passar, eu vou tomar banho em outro lugar – Ele falou pegando o roupão e saindo do quarto, eu suspirei e olhei o relógio, era 10h... Do outro dia?! Por quanto tempo ficamos fazendo isso?!.
. . . . . . .
— Ah... – Reclamei comigo mesmo enquanto cortava alguns legumes para a comida, não tinha visto mais o Atlas, ele se arrumou e saiu de casa e até então, não tinha chegado ainda.
— O que estar resmungando tanto? – Me assustei com a voz atrás de mim, era Rika, agradeci aos Deuses que não fosse o Atlas! O que eu deveria fala depois que o vê-lo? "Oi, obrigado por bater uma pra mim, aliviou o efeito da droga que eu usei" ou então: "olha, esse sua droga é realmente potente" ah... Espero não vê-lo tão cedo.
— Só estou cansado.... Hum... O Atlas... Sabe para onde ele foi? – Falei sem olhar pra ela, ela se encostou no balcão.
— Diz ele que iria resolver um assunto pessoal – Eu fiz um "hum" não quero vê-lo com tanta rapidez, mas... Espero que ele esteja bem.
Atlas pov
— Atlas, o que te trás aqui? – Baki falou com os braços estendidos, indicando que daria um abraço no homem em sua frente, esse que retribuiu o gesto.
— Tocaram na minha pedra preciosa ontem – Baki fez um gesto com a mão, indicando que ele podia entrar na Grande mansão.
— "pedra preciosa"? Tá falando do Haru? Vinho? – Atlas sentou no sofá, sendo acompanhado por Baki.
— Sim e sim, eu aceito o vinho – Baki fez um sinal para a empregada, que concordou e foi para a cozinha.
— E o que tem haver comigo, claro, o Haru é importante mas, não vejo porque você ter vindo aqui – Atlas tirou uma pequena pasta de seu palito e jogou no colo de Baki.
— Essa mulher, não pertence a você? – A empregada trouxe o vinho e serviu para os homens, logo foi dispensada.
— Sim, na verdade ela pertence à boate, mas o que isso tem haver?
— Posso ter pequenas perdas de memória as vezes, mas me lembro bem dessa mulher, comprou a droga e depois sumiu – Baki riu, colocou as fotos da mulher na mesa de dentro e bebeu o líquido que tinha no seu copo.
— E por que estar aqui? Sei que tem capacidade de achá-la – Atlas cruzou as pernas.
— Ela está sendo protegida, por alguém da sua família – Atlas tirou uma carta do bolso do palito e entregou a Baki, Atlas virou o líquido que estava no copo.
— Essa letra, não é familiar? Sabe Baki, enquanto seu irmão vende minhas drogas, consume das prostitutas, entra e sai da boate... Eu não me importava, mas! A vadia que vocês dois dividem, mexeu com minha preciosa pedra e eu não vou deixa isso passar. – Atlas se levantou e ajeitou a roupa.
— Pense bem, porque se eu a achar primeiro, mando a cabeça dela para você de recordação – Atlas falou com uma expressão seria, mas logo sorriu.
— Obrigado pelo vinho, mande um abraço para seu irmão – Atlas falou indo para a porta, logo saindo da casa, Baki suspirou.
— Eu não vou compra uma briga com o Atlas Kurayami por você, Mei – A mulher saiu do esconderijo.
— Tem medo dele?! Caralho!!! – Ela falou coçando a cabeça.
— Eu já vi do que ele é capaz, por motivos fúteis e aí vem você e droga a "pedra preciosa" dele!!! Quem deveria ter medo, Atlas matara até o diabo... Se isso envolver o Haru – Baki se levantou e foi até a mulher.
— Ele não se importa em começar uma guerra e nem se importa em mata... Eu não vou por minha cabeça a prêmio por você.
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Atualizado até capítulo 35
Comments
♡ la vida en la muerte ♤
Adorei!!!!
2024-12-05
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