Sangue ruim- 07

— Porra para com essa porra – Falei massageando meu osso nasal, eu estava começando a ficar com dor de cabeça, quando abri os olhos vi que o seu rosto estava extremamente perto do meu, eu corei e virei a cara para o outro lado.

— Só estou brincando – Ele falou se afastando de mim, eu suspirei, eu realmente não entendia, por que ele estava fazendo isso? Piadas sugestivas.... É até bem idiota eu estar perguntando o "porquê" já que o motivo estava escancarado e exposto.

— Por que tem tantos líderes religiosos aqui? – Perguntei na intenção de quebra o clima tenso que ficou, Atlas olhou má direção que eu estava olhando, vendo alguns líderes renomados, usando drogas das mais pesadas.

— O que tem mais influência pra você? O dinheiro ou a fé? – Eu o olhei confuso.

— Eu não obrigo ninguém a estar aqui, eu sou um lixo, mas aquele... – Ele apontou com a cabeça — É um tipo de lixo muito mais radioativo... Lucram com a fé, esperança e no final... Terá gente que dirá que foi o "diabo" que os induziu e esse "diabo" vai ser eu, você, até mesmo o próprio Lúcifer mas nunca será consequências das próprias ações deles – Ele deu de ombros, bebendo o líquido que estava em seu copo.

— Isso não te incomoda?

— Se você tem uma pessoa que tem muita influência, uma influência bem poderosa, você não gostaria de manter eles por perto? São meus escravos, são viciados em drogas e adivinha quem pode fornecer essa droga por um valor singelo? – Ele falou com um pequeno sorriso.

— E afinal... Nunca fui religioso – Ele suspirou e me olhou.

— Daqui a alguns minutos, faça um chá e leve para o andar de cima – Ele falou olhando fixamente para um ponto específico e quando olhei vi que ele estava encarando uma mulher, essa que também o olhou, mas logo desviou o olhar, eu só concordei com a cabeça ele olhou pra mim e sorriu, estendeu a mão que estava com a taça vazia indicando que era para eu pegar e foi isso que eu fiz, ele sorriu mais uma vez e saiu.

— Que ótimo....

. . . . mais tarde . . . .

Eu tinha feito o chá, a festa ainda estava rolando, algumas pessoas já estavam bêbadas o suficiente para serem colocadas para fora da casa por seguranças e outras, estavam drogas, mas não o suficiente para ficarem inconsciente.

Quando fui para o andar de cima, coloquei a bandeja no chão e bati na porta, recebendo um "entre" de Atlas, eu peguei a bandeja de volta e abri a porta, vendo que ele estava sentado junto da mulher de antes, mas eles não estavam lado a lado, ela estava na frente dele e um clima pesado estava no lugar, eu me aproximei, coloque os corpos para cada um depois coloquei a jarra na mesa, quando ia me retira, Atlas segurou minha mão, com um pequeno sorriso ele disse.

— Por favor, fique, será rápido – Eu hesitei mas me sentei do lado de Atlas, olhando para baixo, a mulher não parecia muito feliz, não sei se é pela minha presença ou por alguma coisa que Atlas falou.

— Vai trazer um subordinado para nossa conversa privada? – é, era por minha presença.

— Subordinado?... Meça suas palavras se não quiser perder a língua – Ela riu.

— Vai começar uma guerra de gangues por causa de um.... Empregado – Aquelas palavras estavam começando a me irritar, eu levantei a cabeça, tendo a visualização da mulher a minha frente, roupa curta, decotada, colada, um batom vermelho forte, tão forte que parecia que ela tinha passado sangue, cílios longos, cabelo escovado.

— Se olhe no espelho, você parece uma prostituta exibida – Ele falou rindo, ela apertou o punho e só aí vi sua mão, unhas grandes e num tom preto, tinha tatuagem na palma da sua mão, uma caveira com uma flor nascendo em sua boca, ela tinha tatuagens espalhadas por seu corpo.

— Agora, eu recomendo... Que não fale do Haru, ele é precioso de mais para estar na sua boca – Eu olhe para baixo outra vez, envergonhado pelo o que ele falou.

— Por que não bebe o chá? Não estar do seu agrado? – A mulher olhou o chá, pegou o copo e o cheirou, parecendo desconfiada, Atlas riu.

— Por favor, se eu quisesse te matar, não faria isso na minha casa... Vamos conversar, você é dona do maior bordel e um bônus... O melhor local para vender os estimulantes – Ele falou bebendo o chá, com aquelas palavras eu me senti um pouco incomodado.

— Senhor Kurayami, posso me retirar? – Senti o olhar de ambos em mim.

— Hum... Pode – Eu disse um " com licença " e sai, eu não sei porque ele me queria lá, mas aquele papo de estimulantes, não era muito agradável, mesmo que eu saiba que ele vende drogas, armas e todo tipo de coisa, estar presente nisso era de mais pra mim.

— Ah.... – Resmunguei sozinho, passando pelas pessoas, quando vi um movimento em um quarto vazio, eu me aproximei e abri a porta, vendo alguns seguranças de Atlas e uma garota, tinha três homens e aquela garota no meio dos dois, um deles olhou pra mim com um sorriso.

— Oi amorzinho...

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Comments

juliana Sereno

juliana Sereno

Nossa todos que abusam de mulheres o pito deveria cair /Curse//Curse//Curse//Hammer//Hammer//Hammer//Hammer//Hammer//Skull//Skull//Skull//Toasted//Toasted//Toasted//Toasted//Toasted//Toasted/

2025-03-22

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