MALVINA - Bom dia filha.
LAÍS - Bom dia mamãe.- Disse rolando a cadeira de rodas até o seu lugar da mesa, mesmo com a sua limitação, Laís não deixou de ser uma mulher independente.
Ela fazia tudo sozinha, tomava banho, se vestia e se movia por todos os lugares da casa, mais ela gostava de passar mais tempo em seu quarto, fazendo o trabalho que tanto gostava.
CARLOS - Você dormiu bem querida?
LAIS- Sim.- Disse servindo um pouco de suco, enquanto pegava o jornal para ler.
CARLOS- Como vão as plantas do condomínio?
LAIS- Estou quase acabando, só falta umas duas casas e já termino, acho que vou passar o dia inteiro no quarto terminando esse trabalho.
MALVINA - Nada disso, não se esqueça que o seu noivo vem te buscar hoje, e a senhorita vai sair com ele.
LAIS- Mãe você nem sabe se o Hugo irá mesmo vir.
MALVINA - Claro que vai, eu vi o jeito que ele olhou para você filha, ele gostou de você sim.
DIANA- Bom dia.- Disse interrompendo a conversa.
MALVINA - Bom dia Diana, achei que vocês estivessem já no avião.
CARLOS- Vocês não quiseram ir para a lua de mel, o papai pagou uma viajem para você.
DIANA - Mudei de ideia, o Kayke e eu nos divertimos aqui mesmo.- Disse e olhou para a irmã de canto de olho, mais Laís não demonstrava mais nenhuma reação de desconforto, parecia que o incomodo em relação ao relacionamento da irmã com o ex- namorado, já não existia.
MALVINA - Que bom filha.
DIANA - Pai, me responde uma coisa.
CARLOS - O que filha?
DIANA- Em relação às ações da construtora, como estão divididas?
CARLOS - Bom, a construtora tem cinco acionistas ao todo, mais os sócios que tem mais ações, somos eu, o Rudá e agora o Hugo.
DIANA - Vocês tem a mesma quantidade de ações não é mesmo?
CARLOS - Não, o Rudá tem 50% das ações, o filho dele, herdará mais 15 das ações total, eu tenho 30 e o restante é dividido entre os dois acionistas restantes.
DIANA - Ata.
MALVINA - Porque essa pergunta agora querida?
DIANA- Nada não, só estou interessada em começar a aprender sobre os negócios da minha família, um dia, tudo será meu afinal.
CARLOS - Seu e da sua irmã.
DIANA - Sim, de nós duas.
LAIS- Bom, eu já terminei o meu café e vou trabalhar.
MALVINA - Já vou avisando, você só vai trabalhar até a hora do almoço, depois você vai se arrumar e vai ficar bonita para o seu noivo.
LAIS - Está bem.- Disse e seguiu para o seu quarto.
Laís foi para o seu quarto, que agora ficava no andar de baixo, era mais fácil para que ela pudesse se locomover pela casa, os seus pais transformou o escritório em um quarto para ela.
A mulher passou a manhã inteira trabalhando, em determinados momentos, ela se pegava pensando em Hugo.
Ele era um homem bonito e atraente, mais também era um rapaz gentil e foi muito educado com ela, era o tipo de homem porque ela facilmente se apaixonaria no passado, porém ela não queria se iludir novamente, o último homem por quem ela havia se apaixonado, a abandonou no pior minha de sua vida e agora era casado com sua irmã, então era melhor ela não confundir as coisas, pois aquele acordo, não passaria disso, um acordo.
Após o almoço, Malvina acompanhou a filha para o quarto, ajudou ela a tomar banho e a colocar uma roupa bonita no corpo da mulher.
CARLOS - Está linda filha.
DIANA - Se arrumou toda para ficar dentro de casa?- Perguntou com deboche, ao perceber que kayke não tirava os olhos de Laís.
MALVINA - Não, ela irá sair com o noivo dela, o Hugo disse que passaria aqui para busca-la.
LAÍS - E a senhora acreditou mamãe?
MALVINA - Claro minha filha, eu tenho certeza que aquele rapaz gostou de você.
LAIS- Não inventa, eu acho tudo isso um exagero.
MALVINA - Você está linda meu amor.
LAIS- Não sei o porque a senhora fez eu me arrumar toda, a senhora nem sabe se o Hugo era vir.- Nesse momento umas das empregadas apareceu no cômodo.
EMPREGADA- Senhorita Laís, um rapaz está lhe esperando na entrada.
LAIS - Obrigado Teresa.- Disse olhando para a mãe que tinha um sorriso estampado na cara e foi em direção a sala, onde Hugo a esperava.
HUGO - Oi princesa.- Disse com um sorriso no rosto.- Trouxe para você.- Disse entregando para ela, um buque de rosas vermelhas.
Rosas Vermelhas são um clássico que nunca falha na hora de oferecer à pessoa amada, foi por esse motivo que o rapaz escolheu a dedo as flores que queria presentiar a sua amada, já que era o primeiro presente que Hugo dava a Laís, ele queria que fosse marcantes, as rosas vermelhas significam amor, paixão, sedução e desejo.
LAIS- Obrigado.- Disse pegando as flores da mão do rapaz, ela olhou para elas e sorriu levemente, fazia tempo que ela não recebia um presente, principalmente de alguém tão bonito quanto o seu noivo.- São lindas
HUGO - Não são nada, comparadas a você.
LAIS- Vejo que é um homem galanteador.
HUGO - Não, simplesmente sou um homem romântico, que deseja amar e ser amado, principalmente agora que encontrei a mulher certa.
CARLOS- Aonde vai levar a minha filha Hugo.
HUGO- Vou levar ela para conhecer a casa onde viveremos.
DIANA- Achei que vocês viveriam separados.
HUGO- Como eu disse a Laís, eu não sou homem de casar e viver longe da minha esposa, depois do casamento, a Laís viverá comigo.
DIANA- Vai querer mesmo carregar esse fardo?
HUGO- Para mim não é um fardo, casamento tem haver com companheirismo e amor.
KAYKE- E por acaso a amor?
HUGO- Deixe que eu cuido disso primo.- Disse com um sorriso em seu rosto, enquanto kayke o olhava com raiva.- Vamos?
LAIS- Vamos.
Hugo levou Laís até o carro e logo partiram em direção a casa que o rapaz havia mandado construir para viver com a mulher, que ele jurou dar de tudo.
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Atualizado até capítulo 30
Comments
Isabel Esteves Lima
Estou amando a história. E o Hugo é o marido perfeito.💖😍💖😍
2025-01-22
0
Maria Alves
A irmã é o cunhado vai fazer o inferno na vida dos dois.
2025-01-13
0
Fbiana De Santos
tomara que Hugo e Laís seapaixone sejam felizes
2024-11-24
0