O meu corpo ainda estava tendo espasmos, o orgasmo se espalhavam pelo meu corpo eu tremia, ofegante cabeça girando o calor entre as minhas pernas a visão turva, quando escuto aquelas palavras "eu te amo", ele deve ter confundindo as palavras talvez queria ter dito "eu amo trepar com você" ou qualquer outra coisa, na verdade talvez ele nem tenha falado essas palavras eu devo tá delirando a falta de sono a falta de me alimentar direito durante esses dias só trepamos o tempo todo então eu posso tá desnutrida tendo alucinações. Eu não consegui evitar a cara de espanto até tentei disfarçar, mas meus olhos esbugalhados me delatava.
- Obrigada!
BURRA! BURRA! Como que eu posso ter soltado um obrigada após ouvir um eu te amo, pôs gozar, ele parecia tão surpreso quanto eu, o rosto dele ficou vermelho ele escondeu o rosto com as mãos enquanto o seu membro ainda latejava dentro de mim.
- Você é... Você... Escul...
Ele gaguejava, parecia nervoso, eu não sabia como reagir.
- você disse alguma coisa? sabe eu não escuto muito bem quando estou delirando de prazer.
Minto, mas parece aliviar a tenção que pairava no ar.
- vão não ouviu?
- não!
- então o porquê do obrigado?
Puta que pariu cara eu tô tentando aliviar o clima entre nós dois, Aaaah eu vou explodir de vergonha estou nua toda exposta com o pau dele dentro de mim, tentando fazer ele não morrer de vergonha, mas ele não tá facilitando.
- fiquei confusa durante o orgasmo.
Ele saiu de vagar de dentro de mim, fechei as pernas, ele levantou-se, foi até a mesinha do quarto e pegou um pacote de lenço e veio de novo na minha direção, se ajoelhou e retirou um lenço.
- posso?
Ele apontou para o meio das minhas pernas eu fiquei tímida, mas aceitei, ele me abriu e delicadamente limpou a minha intimidade retirando os traços do seu líquido, tão delicado que eu quase não o senti, eu fiquei parada apenas o observando ele estava imerso concentrado no seu trabalho, tanto cuidado chegava a parecer que estava limpando um cristal que a qualquer movimento irregular quebraria.
- que bom que você não ouviu.
Ele pegou-me de surpresa novamente, ele deve ter falado aquilo no impulso e arrependeu-se, senti um embrulho no estômago um amargo na garganta sabe fingir que não quer chorar e torturante dói para caralho, mas o porquê de estar reagindo assim eu disse obrigado! . Eu nem pensei em dizer também, eu nem sei se o amo também, sei só de uma coisa: eu o quero, eu necessito dele a todo o estante, isso é amo? Se e amor eu sou uma covarde por não admitir isso, mas pela reação dele agora e melhor esquecemos isso e mantemos esse relacionamento de conveniência o sexo casual e fim.
- vamos dormir amanhã, quero sair bem cedo amanhã.
- tudo bem.
Ele deita-se atrás de mim e ficamos de conchinha ele cheira os meus cabelos eu aconchego-me em seu peito, nus abraçados dormimos até o sol nascer que não demorou tanto já que passamos a metade na noite trepando. Acordo com o Lucca dando beijos nas minhas bochechas, eu abro os olhos meio sonolenta e o vejo já de banho tomado ele estava cheirando a flores eu amo esse cheiro dele ele estava com um sorriso enorme no rosto parecia muito animado então já deve ter esquecido o incidente de ontem a noite.
- Bom dia! Vamos levantar que o dia já começou.
- que horas são?
- hora de levantar, anda vamos.
Ele estava enérgico, acabou fazendo o que ele quer, vou para o banheiro, tomo um banho quente, saio, as nossas coisas já estão arrumadas e sendo levadas apenas alguns itens ainda estavam no quarto pego uma calça jeans uma t-shirt branca, tênis branco, amarei o cabelo em um rabo de cavalo algo bem casual ideal para uma viagem de carro o clima estava um pouco frio então observo o moletom do Lucca sobre a cama não penso duas vezes pego e visto fica um pouco largo, bom nem largo, mas fica eu adoro isso, tem o cheirinho dele e ainda me deixa bem quentinha, escuto algumas batidas na porta erra ele que parou e fico me observando cheirar o seu moletom senti o meu rosto ficar vermelho que vergonha.
- Você importa-se e que já levaram as minhas coisas e eu estava com frio.
Ele deu um sorriso de satisfação, veio até mim e me deu um beijo na testa.
- ele fica ótimo em você.
Eu o abraço e ótima a sensação.
- agora precisamos ir.
- eu ainda não comi nada.
- não precisa se preocupar, eu preparei lanches para a viagem.
- você é perfeito.
- você que é.
Agora ele beija os meus lábios e depôs agara a minha mão me levando para fora, achei que iríamos de carro, mas ele me surpreendeu com um helicóptero.
- espera, um helicóptero não vamos para casa?
- e vamos, não me diga que tem medo de altura.
- não.
- ótimo
Ele me acomoda no meu lugar, me ajuda a pôr o sinto os fones e logo se senta do meu lado e faz o mesmo, o pulo aciona e rapidamente já estamos no ar, ele realmente preparou alguns lanches sanduíches naturais e suco algumas barrinhas de cereal.
- onde estamos indo?
- surpresa.
Eu não sei quantas vezes eu perguntei: falta muito? Ele não quis dizer-me já fazia uma hora que estávamos voando quando finalmente ele fala alguma coisa.
- Aurora olha pela janela.
Olho e vejo uma propriedade.
- gostou?
- e linda
- sim, ela tem estábulos, um lago, uma propriedade gigante.
Passamos um tempo ainda sobrevoando a área, mostrando tudo de cima até que aterrissamos.
- gostou do lugar?
- é um paraíso
- ótimo, fico feliz então ela e a sua agora.
- am?
- eu não só estraguei o seu jantar já são de graça, mas eu também estraguei o seu aniversário eu perdi a chance de te dar um presente já que muita coisa aconteceu, mas então um amigo me ofereceu a propriedade alguns dias atrás o preço estava bom só precisava saber se iria gostar e já que gostou então e sua agora.
Eu não me contive e dei pulos de alegria, eu amei muito o presente.
- feliz aniversário!
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Atualizado até capítulo 30
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