| Bem-vindo á Mahishmath!

Alguns dias se passaram desde que a família real de Laevra partiu rumo a Mahishmath. Como havia chegado o dia em que eles chegariam ao seu destino, todo o castelo do poderoso rei Baruch está se preparando para recebe-lós. Pelo fato de ser um acordo selado em sigilo, o acordo e o casamento serão mantidos em segredo por um tempo, então a recepção será algo menor.

Se arrumando para a ocasião, Baruch faz uma pequena reflexão sobre o importante passo dado naquele dia, mas tendo em mente que será o melhor para todos. Por conta de todo o mistério em volta da aparência da princesa — e motivos para o rei Eros mantê-lá longe de todos —, o rei de sente ansioso para o momento. Com um sorriso no rosto, Orfeu entra nos aposentos do rei, olhando para o rei pelo espelho.

Orfeu: Ansioso, menino rei?

Baruch: Eu confesso que sim, tio! O momento é aguardado, justamente porque todos aguardam com ansiedade para verem o rosto da princesa, inclusive eu.

Orfeu: Tendo em vista a beleza da antiga rainha de Laevra, não espero menos do que a mulher mais bela de todos os reinos.

Baruch: A antiga rainha era tão bonita assim? Não me recordo de ter ouvido falar dela. O que aconteceu com ela?

Orfeu: Muito! Ela era uma mulher muito linda, muito educada, muito inteligente, que sempre cativava á todos com a sua presença. Naquela época, muitos acreditaram que o reino de Leavra era abençoado pelos deuses por ter uma rainha tão graciosa assim, e isso pode até mesmo explicar a teoria de que o rei mantém a filha mais preservada por uma promessa feita. Ninguém sabe o que de verdade ocorreu com a rainha, porque ela sumiu de uma hora para outra, e o rei também nunca deu muitas explicações, deixando que tudo sobre ela caísse no esquecimento da maioria.

Baruch: O rei Eros sempre foi cheio de mistérios?

Orfeu: Sobre a família? Sim.

Baruch: Entendo.

Colocando o seu bracelete de ouro, o rei se olha mo espelho uma última vez, saindo da sala juntamente com Orfeu. Entrando na sala dos tronos, ele é reverênciado por todos os presentes, se assentando em seu trono. Na sala, as expectativas são grandes para a chegada da família real, com a esperança de que eles cheguem a qualquer momento.

Entrando na sala, o escriba anuncia a chegada da família real de Laevra.

Escriba: Soberano, gostaria de anunciar a entrada do grande rei Eros, rei de Laevra! Seja-bem vindo!

As grandes portas se abrem, e Orfeu entra na sala sendo ao companhado pela sua caravana. Os olhos de Baruch varrem toda a multidão, procurando pela princesa que logo se tornaria a soberana do reino. Depois da entrada de todas as pessoas, Eros para em frente ao rei, lhe fazendo uma pequena reverência.

Eros: É uma grande honra estar em sua presença, rei Baruch!

Baruch: A honra é toda minha, rei Eros! Seja muito bem-vindo a Mahishimath!

Eros: Muito obrigado, soberano! Muito obrigado por ter aceitado nos receber aqui em vosso reino.

Baruch: Era o mínino que eu poderia fazer, tendo em vista tudo o que já fizeste pelo reino! Então, onde está a princesa Kassaya?

Como sempre sendo muito direto nos seus objetivos, Baruch pergunta dando um gole na sua taça, atentado os seus olhos para as grandes portas ao ouvir a voz do Escriba.

Escriba: Quero anunciar também a presença da princesa Kassaya, filha do rei Eros. Seja bem-vinda, princesa!

Uma música envolvente começa a dança, e logo algumas dançarinas entram em dupla, e de acordo com os movimentos nelas, logo dão passagem para a princesa Kassaya, que com um sorriso no rosto, mantém os seus olhos fixos no rei Baruch, fazendo uma pequena reverência á ele balançando suavemente a sua cabeça. Os belos olhos verdes de Kassaya acabam enfeitiçando por completo o rei Baruch, que desce os olhos pelo corpo escultural da princesa, que se move de acordo com a música. A sua pele aparenta ser muito macia, deixando o rei com um certa curiosidade em toca-lá. O decote do seu vestido está valorizando os seus seios médios, que dá um grande destaque para a sua cintura fina e quadris largos. No momento de se virar de costas, Kassaya coloca uma das pernas na frente da outras, movendo a perna de modo suve enquanto rebola, movendo graciosamente os seus quadris. Com uma verdeira maestria, Kassaya dança sem tirar os seus olhos do rei, até chegar ao trono, finaliza a sua apresentação, reverenciado o rei mais uma vez.

Quando a música termina, Kassaya olha para o seu pai com um sorriso, tentando controlar a sua respiração ofegante. Com um sorriso, o rei Eros estende a mão para a filha, que a segura graciosamente, enquanto Baruch não consegue tirar os olhos do decote da mulher que em breve seria a sua esposa. As expressões de todos na sala variam entre admiração, cobiça, inveja e raiva. Ísis estava fervendo de raiva por dentro pela forma como Baruch estava olhando para Kassaya, enquanto algumas outras mulheres a olhavam com muita inveja. Outras, a olhavam com muita admiração, enquanto os homens estavam variando entre a cobiça e admiração.

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Comments

Juliana Vicentina Da Vo

Juliana Vicentina Da Vo

Bando de invejosos, ambiciosos.😠😠😠

2024-07-22

13

Nino

Nino

Não sei como expressar em palavras minha admiração por este autor/a. Simplesmente incrível.

2024-05-28

1

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