DOIS MESES DEPOIS........
Bela estava de 7 meses já, sua barriga protuberante era a coisa mais linda da minha vida, amava cada momento dela, nossos sexos violentos deram lugar a algo que nos conectava, e estávamos ligados demais, meus filhos sempre mexiam ao som da minha voz e às vezes a Isabely ficava até com ciúmes
Eu olhava Bela dormir e vi que algo molhou a minha cama, logo ela deu um gemido e pulou:
meu amor? - me aproximei dela e ela gemeu novamente.
aiiiiiiiii, a bolsa estourou Enrico- Ela gemeu mais uma vez e só então eu me dei conta de que os meus filhos iam nascer, corri para acionar a médica e a equipe de plantão,era a equipe que ela tinha sido atendida todas às vezes e ela já tinha deixado claro que queria eles para acompanhar o nascimento do bebê, minha mãe chegaria só no próximo mês e os pais dela já estavam prontos para o próximo mês.
Pietro ouviu meu grito e veio com a arma em punho,
ABAIXA ESSA PORRA,- gritei para ele e Antonella veio logo atrás,
A bolsa estourou, meus filhos vão nascer- falei e ele respondeu:
Não está cedo?
Não importa isso agora, me ajude com o sistema de segurança, Antonella, pegue as bolsas, vou pegar a Isa no colo- falei e ela assentiu, meu irmão começou a rir e saiu também...
Pietro já preparou o esquema de segurança enquanto Antonella estava pegando as bolsas, fomos logo para o hospital e minha esposa chorava com muita dor,
Após vingar o que Marco fez podemos finalmente ter nossos filhos em paz.
Isabely...
Fomos para o hospital e ter nossos filhos em meus braços vai ser incrível.
Após chegar no hospital Enrico me ajudou a deitar na maca, existia uma multidão de médicos e enfermeiros no hospital que descobri que é somente para a máfia e associados, existia um grande esquema de segurança, meus pais e meus sogros foram avisados, mas não chegariam a tempo, a médica disse que eu estava com 8 dedos de dilatação e que nasceria logo Enrico estava ao meu lado já pronto.
__ Mi amore respira, sei que dói,- ele falou tentando me agradar
__ Nãããão você não sabe, nunca mais vai chegar perto de mim para não correrrrrrr risco de engravidar novamente.- falei e ele riu, ignorando minha ameça
__ Bela, vamos lá, faça força, seu bebê mais velho está a caminho já vejo a sua cabeça- a médica disse e eu fiz força apertando a mão do meu marido.
De repente ouvimos o chorinho e fiquei sem reação, amei demais ver a cara do Enrico com os olhos cheios de água, não deu nem tempo de olhar mais e minha filha queria vir ao mundo, fiz uma força descomunal e ela veio ao mundo, acabei perdendo as forças e minha visão ficou turva.
Acordei e levei um susto, olhei para o lado e minha mãe estava no quarto.
Filha, que bom que acordou, gêmeos de parto normal é difícil, acabaram suas forças e você dormiu, não levou pontos nem nada porque eles são pequeninos, estão com o pai e os avós nesse momento, a médica liberou 10 minutos, mas não podia sair daqui sem você acordar, eles são lindos e fortes, meus netinhos estão poucas gramas abaixo do esperado para não ficar na incubadora, logo estarão em casa, sua sogra está em cólicas e sua irmã está apaixonada, - ela me olhou e riu-
E eu falando demais né.
Quero ver meus filhos mãe, falei com um tom de voz que mostrava dor
chama meu marido para me levar lá, por favor. - falei muito triste e minha mãe me olhou com amor,
__ Minha filha, primeiro vamos tomar um banho, comer alguma coisa e se acalmar, eles estão bem, são lindos, mas precisam da sua força, você vai amamentar sem comer? Vamos levantar devagar e ver se não fica tonta, vou chamar a enfermeira que vai trocar essas roupas de cama e pedir que tragam eles aqui ok?- ela disse e entendi que mãe sendo mãe era assim mesmo, enquanto todos olhavam os bebês ela olhava pela filha.
Fiquei surpresa e muito feliz pela atitude da minha mãe, ela tinha razão, Antonella entrou para me ajudar com meu cabelo e pedi que fizesse fotos de tudo, tomei um banho e comi algo leve, já havia amanhecido e finalmente bateram na porta.
__ Com licença meu amor- Enrico entrou com os bebês, eles não usavam oxigênio e isso foi um alívio, eles eram lindos meu menino era emburrado igual o pai, os olhos azuis eram perfeitos, minha menina era linda, tinha os cabelos escuros como a noite, e como era cabeluda, fofinha demais, incrível como carreguei 7 meses e vieram com os seus olhos - falei para ele.
Nos beijamos e logo meus sogros entraram, com meu cunhado e meu pai e irmã, minha família linda, estava completa, e feliz...
__ Conversei com os médicos e falaram que eles não precisam da incubadora mais do que dois ou três dias, que eram fortes, que você terá alta amanhã- falou meu pai
__ Não vou embora sem eles. Enrico, por favor, não vou deixar meus filhos- falei já emocionada após amamentar eles.
__ Se acalme meu amor, está tudo bem, vamos cuidar o agora e esse momento, meus pais e os seus vão voltar para casa e Pietro vai ficar esses dias no meu lugar, logo iremos ficar juntos com nossos filhos.
Todos foram embora e eu olhei ao meu redor, o quarto mais parecia uma versão menor da nossa suíte, era incrível como o dinheiro abria portas, saber que meus pais, na verdade, já haviam morrido e que fui salva pelo meu marido anos atrás me fez dar valor a coisas que talvez eu não teria, a enfermeira trouxe a janta e avisou que as cabines com os bebês ficaria na UTI aquela noite e pela manhã o médico olharia eles, tirei leite e a enfermeira levou para a sala avisando que eles tomariam mamadeiras ali, foi impossível não chorar, mas sabia que Deus estava cuidando de tudo, logo adormeci e nos braços do meu marido finalmente dormi.
UMA SEMANA DEPOIS......
Finalmente havia chegado o dia de buscar meus filhos, minha sogra disse que estava indisposta e não iria comigo, estranhei sua atitude, mas fomos eu e meu marido, o carro já não era o esportivo, era um SUV lindo, bem grande e todo preparado blindado, ao chegar no hospital fomos ver nossos filhos, levei chocolates para todos como agradecimento, mesmo meu marido dizendo que não tinha necessidade que era o serviço deles.
Quando vestimos as crianças e colocamos nas cadeirinhas, meu marido falou algo que me emocionou.
Amor, temos que dar nomes as crianças, quer fazer homenagem para alguém, você carregou e ajudou eles a crescer fortes é justo que queira escolher os nomes. — Ele falou,
Meu amor o mérito não é todo meu, fizemos eles juntos, podemos dividir, eu escolho da menina e você do menino, minha avó se chamava Eleonora, quando fui morar com a minha família ela demostrou muito amor por mim, cuidava de mim sempre com muito carinho, meu pai e avô sofreram muito com a morte dela, tanto que meu avô morreu pouco tempo depois.
__ Eleonora é lindo mesmo, a mãe da minhã mãe também chamava Eleonora, coincidência né - falou Enrico e eu sorri…
__ Então será surpresa em dobro né, - ri e o beijei, estávamos a caminho do carro, colocamos as crianças no veículo e seguimos estrada.
__ Queria chamar meu filho de Cesare, igual meu pai, se você não se importar- ele falou cauteloso.
_ Claro que não, meu amor, Eleonora e Cesare, nossos filhos...
Chegamos em casa e havia uma verdadeira festa, minha sogra armou uma surpresa com meus pais e Antonella, estavam todos reunidos e havia presentes em todo lugar, com certeza essas crianças teriam muito amor e proteção.
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Atualizado até capítulo 22
Comments
Maria Alves
👏👏👏👏👏👏👏👏🧡🧡🧡🧡🧡💛💛💛💛💛💛
2025-02-02
1
Márcia Jungken
acredito nisso 🤣🤣🤣🤣🤣🤣
2025-02-01
0
Márcia Jungken
maluco 🤣🤣🤣🤣
2025-02-01
0