Sou a Isabely, filha única da família Manfredini, meus pais me tiraram da escola quando eu era bem pequena, não sei o que houve ao certo, mas eu caí e me machuquei e então eles me tiraram da escola e eu estudo em casa, a única aula que faço na escola é de etiqueta em uma escola para meninas, hoje minha mãe veio me falar sobre Casamento e eu estranhei o assunto.
__ Sou uma menina estranha mamãe, ninguém vai querer casar comigo, não sei porque falar sobre isso agora, sou gordinha, uso aparelho, não sou legal, pois não tenho nem amigos, fico presa aqui dentro, ninguém além de vocês, a não ser a Clara que também mora aqui com a mãe dela, mas ela não pode ficar sempre comigo porque ajuda a mãe nas tarefas da casa, -Falei indignada com o assunto, mamãe já vem a alguns dias falando sobre casamento, sou nova mais sei que as mulheres na máfia são presas e sofrem, a Clara me contou que o pai dela soldado do Papai trai a mãe sempre, e que bate nelas, já pensou, Deus me livre, não quero passar por isso nunca, papai sempre foi carinhoso em nossa casa e nos protege do mundo, mas não sei como seria apanhar e viver assim.
De repente ouvimos gritos e muita correria, papai abriu a porta correndo e Mamãe me abraçou forte, ali eu vi que algo estava errado, mas não falei nada, fiquei avaliando a situação para ver o que estava acontecendo.
__ Querida, arrume suas roupas em uma pequena mala, você vai precisar ir embora, ficará bem, não posso te explicar agora, mas você tem um noivo que quer você em segurança- ele falou.
Papai jogou as palavras em meus braços e saiu porta à fora.
__ Como assim noivo mãe? - a cara de mamãe mostrava pavor e culpa, ela saiu logo atrás brigando com papai, e pela primeira vez na vida vi agressividade nos olhos do meu pai,
__ Giusepp pare agora, espere, não era só aos 18 anos que ela iria embora, nem contei direito ainda a história para ela, como assim perigo, espere- minha mãe indagava histérica.
__ Mulher pare agora, vão tentar matar nossa filha, não sabemos quem é o traidor, não temos soldados o suficiente e não sabemos quem está por trás disso que vazou essa informação do casamento, eles vão esconder e proteger ela até os 18 anos quando acontecer o casamento.
Ao ouvir a palavra casamento meu mundo desabou, minha mãe falou noivo e saiu do quarto me deixando no escuro e eu odiava aquilo, tratei logo de arrumar as coisas, pensei em fugir, mas tive medo, como sempre não consigo fazer outra coisa senão baixar a cabeça, voltei para o quarto e fui logo arrumar algumas coisas pessoais e de grande valor para mim, nem acredito que vou ficar 4 anos sem ver a minha família.
Passaram uns 30 minutos ouço passos apressados, um homem chegou, me tratou igual criança, não deixou que me despedisse de ninguém, nem mamãe me deu tchau, ouvi suas lágrimas na biblioteca, mas decidi que seria uma menina corajosa hoje, não deixaria que tivessem pena de mim, mesmo que por dentro esteja completamente apavorada, segui com o homem e um único soldado, ele deveria ter pouco mais de 18 anos, não erguia os olhos um só momento, posso estar enganada mais ele está apavorado igual eu, o outro é o irmão do meu Argh noivo, que horror, ele mexe no celular o tempo todo, papai tirou meu celular antes de vir, espero que me deem outro porque vai ser difícil as coisas agora.
Voamos por quase 12 horas, foi muito cansativo, acabei não conseguindo dormir nada de aflição, até que o homem me chamou:
_ Escute menina, sabe que daqui a quatro anos estará casada com meu irmão, e que ele quer te proteger, a aliança com seu País é fundamental para o bem da família, esse é o Marco, será o seu soldado e não será seu amigo, ele vai te proteger, o soldado me olhou sem demostrar nenhuma pena, esse internato tem tudo que você precisa para viver, sem pisar na rua, ninguém pode saber da sua existência, as professoras estão esperando você, aqui não entram e nem saem sem autorização, e nada passa batido aos nossos olhos.
_ Marco foi confiada a você a missão de cuidar e proteger ela, então nos mantenha informados- ele falou para o soldado que assentiu com a cabeça.
Segui sozinha acompanhada do soldado, o homem nem entrou no portão, chegamos a um salão e ao entrar na porta uma professora me esperava, tentou dizer que Marco não poderia entrar, que seguranças ficavam no pátio, mas o sobrenome causava medo até ali do outro lado.
Não sabia o que fazer, fiquei sem a minha família, sem nada, só iria estudar e me preparar sem nem saber quem é o noivo, acabou para mim, meus sonhos estão um a um sendo destruídos.
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Atualizado até capítulo 22
Comments
Maria Alves
Só é feio quem não tem dinheiro.
2025-02-01
2
aeysha zaied farid
realmente ela é muito feia...autora pelo amor só senhor..não coloca imagens de indianos.. eles são feios, baixos e nem tem esse corpo todo que a senhora descreve..affffff...já 6 histórias suas e todas os personagens são feios.
2024-10-20
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Iole Correia
comecei a ler agora não vi foto nenhuma
2024-09-23
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