Gabriela, após se afastar das amigas em busca do banheiro, não conseguia ignorar a curiosidade sobre onde Rafael poderia estar. Ela decidiu observar, discretamente, sua mente intrigada pela revelação(ironia) surpreendente feita por ele.
Enquanto caminhava pelo corredor em direção ao banheiro, Gabriela procurou por sinais da presença de Rafael. Seus passos eram cautelosos, e seus olhos buscavam qualquer pista que indicasse a localização dele. A tensão no ar era palpável, e a mente de Gabriela estava repleta de pensamentos sobre o que aquelas palavras poderiam significar.
Ao chegar ao banheiro e não encontrar Rafael lá, Gabriela ponderou sobre a possibilidade de ele estar em outro lugar da casa. Sua busca por respostas a levou a se aventurar mais fundo na casa, ansiosa para entender o que estava acontecendo entre Rafael e Isabella.
Ao procurar por Rafael, Gabriela observou uma porta fechada que despertou sua curiosidade. Apesar de saber que ali não era o banheiro, a intriga a impulsionou a abrir a porta. A cena revelou Rafael sentado em sua cadeira de couro, por trás de uma mesa imponente.
Rafael olhando em direção à porta:
(Sem erguer o rosto)
Algum problema?
Gabriela entrando:
Ah, desculpe, eu pensei que aqui fosse o banheiro.
Gabriela tentou disfarçar sua verdadeira intenção, usando a desculpa da confusão. Rafael continuou observando-a, mantendo uma postura inexpressiva.
Rafael calmamente:
O banheiro é mais adiante, à esquerda.
Gabriela
(sorrindo):
Desculpe pela confusão. Eu só estava procurando.
Antes de deixar o escritório, Gabriela, sentindo a necessidade de esclarecimentos, tomou coragem e se aproximou de Rafael. Ele, confuso com a abordagem dela, apenas a observou enquanto ela formulava sua pergunta.
Gabriela
olhando nos olhos de Rafael:
Você acha que eu fiz errado em
expressar minha opinião?
A pergunta direta de Gabriela criou uma atmosfera tensa no escritório. Rafael, ainda mantendo sua postura imponente, ponderou a pergunta por um momento antes de responder.
Rafael com um olhar sério:
As opiniões são pessoais. Cada um tem o direito de expressar o que pensa.
Gabriela, decidida a aprofundar a interação com Rafael, se aproximou mais, apoiando suas mãos sobre a mesa. A escolha estratégica de sua posição permitiu que a camiseta realçasse suas curvas, provocando uma reação evidente em Rafael. Seus olhos desceram momentaneamente para as curvas dos seios de Gabriela, e um sorriso ousado surgiu no rosto dele diante da ousadia dela.
Rafael sorrindo:
Você tem um jeito interessante de expressar suas opiniões.
A tensão entre eles estava claramente aumentando, e o jogo de sedução começava a se desenrolar no escritório, onde as linhas entre o pessoal e o profissional começavam a se misturar perigosamente.
Gabriela, consciente da tensão que estava criando, decidiu intensificar sua abordagem, tornando-se ainda mais provocativa. Ela manteve suas mãos na mesa, destacando suas curvas, enquanto seus olhos encontravam os de Rafael.
Gabriela com um sorriso malicioso:
Às vezes, a expressão fica mais clara quando acompanhada de um toque pessoal, não acha?
O sorriso malicioso de Gabriela indicava uma confiança crescente, enquanto Rafael, intrigado pela audácia dela, continuava a observar.
Rafael, decidindo entrar no jogo provocativo de Gabriela, se levantou de sua cadeira. Gabriela, de frente para a mesa, sentiu a proximidade de Rafael. Ele, apoiando as mãos na mesa, ficou bem perto dela, mergulhando na atmosfera tensa que pairava no escritório.
Rafael sussurrando provocativamente:
Parece que você gosta de brincar com fogo, Gabriela. A pergunta é: até onde você está disposta a ir?
As palavras provocativas de Rafael tinham o objetivo de testar os limites de Gabriela e ver até onde ela levaria o jogo perigoso que estavam iniciando. O escritório, agora carregado de uma energia intensa, testemunhava o
desenvolvimento dessa dança perigosa entre os dois. Rafael, parado diante de Gabriela, sentia a adrenalina pulsar em suas veias. O risco iminente de Isabella descobrir aquela situação proibida apenas aumentava a excitação do momento. Gabriela, consciente do jogo que estavam jogando, intensificou suas ações.
Rafael provocando:
Você tem noção do que está fazendo, Gabriela? Eu sou o esposo da sua amiga.
Gabriela sorrindo com malícia:
(Passando a língua sobre os lábios de Rafael)
Que amiga?
A resposta de Gabriela deixava claro que, naquele momento de intensa provocação, as lealdades e amizades pareciam ter perdido importância. A atmosfera no escritório estava carregada de tensão e desejo, criando um terreno perigoso para os personagens envolvidos.Em um momento de pura adrenalina e intensidade, Rafael, envolvido pelo jogo provocativo, cedeu à tentação e beijou Gabriela com voracidade. O beijo, carregado de desejo e proibição, ecoava no silêncio tenso do escritório.
O beijo expressava uma mistura de emoções, desde a urgência do desejo até a consciência do perigo iminente. O escritório, agora palco desse momento arrebatador, testemunhava as consequências de escolhas feitas em meio à tensão e à sedução proibida.
Enquanto o beijo voraz continuava, Rafael, impulsionado pela paixão momentânea e pelo jogo perigoso, começou a explorar fisicamente Gabriela. Ela, por sua vez, permitiu as carícias, alimentando seus próprios desejos e aspirações.
Gabriela suspirando:
(Deixando-se levar)
Eu faria qualquer coisa por alguém como você, Rafael.
A confissão de Gabriela revelava suas verdadeiras intenções e o quanto ela estava disposta a ir para conquistar o coração de alguém como Rafael.
O impulso de Rafael foi interrompido abruptamente pela consciência do que estava acontecendo. Em um momento de lucidez, ele pediu a Gabriela que deixasse seu escritório. Ela saiu com um sorriso no rosto, satisfeita com o que havia conseguido, mas Rafael permaneceu na cadeira, confrontando as consequências do desejo desenfreado.
Rafael
(pensativo):
O que eu acabei de fazer?
A realização do que ocorreu começava a pesar sobre Rafael. As escolhas impensadas e a intensidade do momento desafiavam sua moralidade e a estabilidade de seu casamento com Isabella. O escritório, agora impregnado de tensão e arrependimento, testemunhava o peso das decisões tomadas naquele momento de
paixão descontrolada.
O quintal, antes preenchido por risadas e conversas leves, agora estava envolto em uma atmosfera tensa. Gabriela, visivelmente desconfortável, tentava disfarçar o que aconteceu no escritório, enquanto Júlia observava atentamente.
Júlia
(com desconfiança):
Alguma coisa aconteceu lá dentro? Você está estranha, Gabriela.
Gabriela
(nervosa):
Ah, não, Júlia. Só estou um pouco cansada, acho que vou embora.
Júlia
(insistindo):
Cansada? Você parece mais agitada do que cansada. O que aconteceu?
Gabriela, sentindo-se pressionada, tentava encontrar uma desculpa convincente, mas a tensão era evidente em seu rosto. Enquanto Isabella saía para pegar mais bebidas, Gabriela, em um movimento calculado, decide criar uma narrativa para justificar sua pressa em deixar o local. Ela se aproxima de Júlia, mantendo a fachada nervosa e preocupada.
Gabriela com tom dramático:
Júlia, eu preciso ir embora. Rafael foi ríspido comigo lá dentro, e eu não me sinto confortável aqui.
Júlia surpresa:
Ríspido? Mas ele parecia tão tranquilo agora. O que aconteceu?
Gabriela fingindo desânimo:
Não sei, Júlia. Acho que ele está com problemas, e eu não quero me envolver nisso. Preferiria não contar para a
Isa, ela já tem problemas demais.
Júlia, agora mais desconfiada, olha na direção de Rafael dentro da casa, tentando discernir a verdade. A narrativa criada por Gabriela começa a semear sementes de dúvida e intriga, tornando o clima no quintal ainda mais denso. Ao retornar com as bebidas, Isabella encontra Gabriela pronta para se despedir. A tensão disfarçada paira sobre Gabriela, mas Isa, já um pouco alterada pela bebida, não percebe as intenções dissimuladas.
Gabriela:
(fingindo um sorriso)
Isabella, foi ótimo te ver, mas eu realmente preciso ir.
Isabella distraída:
Ah, que pena. Obrigada por vir!
Enquanto Gabriela se afasta, a mente de Júlia fervilha com as engrenagens de intriga que ela colocou em movimento. Isa, alheia à manipulação, volta para Júlia, mas a semente da desconfiança começa a germinar na cabeça de Júlia, afetando a atmosfera que antes era de alegria e harmonia.
Júlia, notando o estado alterado de Isa pelo álcool, decide encerrar a noite e levá-la para descansar. No entanto, Rafael, percebendo a situação, intervém no caminho, interrompendo os planos de Júlia.
Júlia preocupada:
Isa bebeu demais.
Rafael interrompendo:
Eu cuido dela, Júlia. Pode deixar que a levo para o quarto.
Júlia, hesitante, olha de Rafael para Isa e percebe que Rafael está agindo com uma atitude protetora. A situação cria uma atmosfera tensa no final da noite.
Júlia desconfiada:
Rafael, ela está bem?
Rafael sereno:
Sim, ela só precisa descansar. Eu cuido dela.
Júlia, ainda desconfiada, relutantemente permite que Rafael assuma o cuidado de Isa. O confronto sutil revela um clima de desconfiança crescente entre os eles, prometendo desdobramentos intrigantes no desenrolar da história. Com Isa entregue aos cuidados de Rafael, ele a leva até a cama com cautela. Ao colocá-la suavemente, seus sentimentos conflituosos emergem. Ele observa a face tranquila de Isa e, com uma mecha de cabelo dela entre os dedos, deixa escapar suas frustrações em um murmúrio quase inaudível.
Rafael
(voz baixa, para si mesmo)
Por que ela apareceu para estragar tudo...
A voz de Rafael carrega uma mistura de raiva, confusão e desapontamento. A quietude do quarto reflete o conflito interno que ele enfrenta, enquanto tenta processar as complicações que surgiram durante a noite e os dias. O momento revela uma vulnerabilidade oculta sob a fachada segura e confiante de Rafael.
Ao retornar à sala, Rafael é recebido por um olhar fuzilante de Júlia, que aguarda de braços cruzados. O ambiente silencioso da sala amplifica a tensão, e o confronto é expresso mais pelos olhares do que por palavras.
Júlia
(com firmeza):
Rafael, seja lá o que fez com Isa até agora, isso nunca mais vai acontecer, nunca mais permitirei que você
destrate minha amiga dessa forma como fez hoje, ela não merece alguém como você. E se eu souber que você está aprontando... Ah Rafael você pode ser o mais poderoso do mundo, eu não ligo...
Rafael sente o peso da desconfiança nos olhos de Júlia, mas sua expressão permanece inabalável.
Rafael interrompe-a:
Olha Júlia eu não vou aceitar ameaças vindo de você e de ninguém, eu sou bem grandinho e sei bem o que faço.
Júlia irritada:
Então você destrata minha amiga de propósito? Porque não pede logo a merda do divórcio e viva sua vida e a deixe viver a dela, ela merece ser feliz e você não está mais cumprindo esse papel.
O olhar de Júlia não cede, sugerindo que há mais dúvidas do que respostas. O silêncio na sala ecoa a desarmonia que se instalou, sinalizando o início de um conflito que pode moldar os rumos da narrativa. Júlia, furiosa com a situação, pega sua bolsa e sai da casa, deixando Rafael sozinho e imerso em seus próprios pensamentos. O ambiente tranquilo da noite é quebrado pelo som da porta se fechando, ecoando a intensidade do conflito.
Rafael
(murmurando consigo mesmo):
O que eu fiz...
A expressão de Rafael revela um misto de nervosismo e remorso. As palavras de Júlia ecoam em sua mente, provocando uma reflexão profunda sobre suas ações e as consequências que elas podem ter não apenas para Isa, mas para todos ao seu redor. O silêncio que se instaura na casa é preenchido pelo peso das escolhas feitas e das relações abaladas. O destino dos personagens parece cada vez mais incerto.
Rafael retorna ao quarto, onde Isa repousa, aparentemente inconsciente de seus conflitos internos. Ao se sentar ao lado dela, o carinho suave de Rafael no rosto de Isa é permeado pelo remorso. Cada toque é uma tentativa silenciosa de pedir perdão, mesmo que as palavras fiquem presas em sua garganta.
Rafael sussurrando:
Por que, Isa?
Enquanto ele sussurra, Isa, em um estado de semiconsciência, começa a balbuciar palavras entrecortadas, ecoando sua própria dor.
Isa balbuciando:
Por que?... eu ...o amo... Não.. me deixe.
Essas palavras, sussurradas por Isa, atingem Rafael como uma flecha. O "por que" de Isa parece ecoar as perguntas não respondidas em sua mente, enquanto o "eu o amo" revela a profundidade de seus sentimentos
feridos. Rafael sente o peso da responsabilidade por suas escolhas e o impacto que isso teve no coração da mulher que diz amar. O quarto fica preenchido com a fragilidade do momento, onde as palavras não ditas ecoam mais alto do que as que foram expressas.
Tudo isso era demais, os sentimentos confusos, não sabia mais se amava Isabella, a cada dia um vazio preenchia os dois e somente restava a dor e a solidão.
No dia seguinte:
A luz do dia invade o quarto de Isabella, que acorda com uma intensa dor de cabeça. Ao abrir os olhos, percebe que está sozinha na cama, sem sinais de Rafael ao seu lado. A confusão mental se mistura com a sensação incômoda de abandono.
Isabella murmurando consigo mesma:
Onde ele está?
Isabella tenta recordar os eventos da noite anterior, mas as lembranças estão turvas, obscurecidas pela dor pulsante em sua cabeça. O silêncio na casa é um lembrete silencioso da solidão que a envolve naquele momento. Enquanto tenta entender a situação, a ausência de Rafael pesa como uma sombra sobre seu despertar.
Ao pegar seu celular para ver as horas ela vê a data, dia 30 vésperas de ano novo, ela então respira fundo e afunda seu rosto no travesseiro em contestação, depois ela se levanta toma um banho e vai até a mesa tomar café da manhã tarde, ela informa a cozinheira que não prepare o almoço que ela não irá almoçar hoje.
Enquanto ela tomava seu café da manhã ela tem um estalo em sua mente, procurar pistas para o comportamento estranho de Rafael, ela sai da mesa e vai até o guarda-roupa, ela começa a procurar qualquer coisa que indique alguma coisa, alguma pista. Nada ali, pensa mais um pouco e vai até o escritório e começa a procurar e nada também. Isa então resolve deixar para lá, Isa chega na cozinha e libera todos os funcionários para comemorarem o ano novo e assim ela fica sozinha em casa. O dia se desenrola lentamente para Isabella, marcado pela monotonia e pela ausência de Rafael. A véspera de Ano Novo, que normalmente seria preenchida por expectativas de celebrações e alegria, torna-se um vazio solitário em sua casa. O silêncio é interrompido apenas pelos sons ocasionais do mundo lá fora, contrastando com a solidão interna que Isa experimenta.
Isabella suspirando:
(Olhando ao redor da casa vazia)
Parece que o mundo lá fora está comemorando, mas aqui dentro... é só solidão.
A falta de companhia torna a véspera de Ano Novo um dia tedioso e melancólico para Isabella. O sentimento de abandono e a incerteza do que o futuro reserva pairam no ar enquanto ela aguarda o início de um novo ano.
Seus pensamentos são interrompidos com o barulho da mensagem em seu celular, por um breve momento Isa sente o coração acelerar achando que talvez pudesse ser Rafael mandando alguma mensagem a ela, mas era Júlia.
📲Júlia:
Oi Isa, como você está?
📲 Isabella:
(Digitando por um momento)
Estou me sentindo perdida, Júlia. O Rafael viajou, a véspera de Ano Novo e eu estou aqui sozinha, e não sei o que pensar.
📲Júlia:
Oh, Isa, sinto muito ouvir isso. O que aconteceu?
📲 Isabella:
(Digitando hesitante)
Ele disse que tinha que viajar a trabalho, mas algo parece estranho. Ontem à noite, tudo desmoronou.
📲 Júlia:
Isa, estou em uma confraternização na empresa do meu pai. Preciso muito da sua presença. O endereço é ... Vem logo! Vai ser bom para espairecermos.
📲 Isabella:
Não acho que será uma boa ideia.
📲 Júlia:
É uma ordem mocinha... Preciso de você... Urgenteeeee.
Isabella dá uma risada do exagero da amiga e resolve se arrumar, ela resolve colocar um vestido vermelho para realçar sua cor vermelha, fez um penteado solto e colocou um salto, passou perfume, maquiagem e estava pronta.
(ilustração da roupa, cabelo e sapato)
Ao chegar à festa, Isabella fica impressionada com a grandiosidade do evento. A entrada é marcada por um arco decorado com flores e luzes brilhantes. Ao cruzar essa porta, ela se vê imersa em um mundo de elegância e celebração.
O tapete vermelho estende-se pelo chão, guiando os convidados em direção ao salão principal. À sua volta, as luzes suaves destacam detalhes da decoração requintada, enquanto uma suave melodia embala o ambiente. Isa sente a atmosfera festiva ganhar vida.
Recepcionista
(sorrindo):
Boa noite, senhora Isabella. Seja muito bem-vinda à festa de final de ano da empresa.
Isabella agradece com um sorriso e segue em frente. Seu vestido longo e elegante arrasta levemente pelo chão, destacando sua presença sofisticada. Ao adentrar o salão, ela percebe as risadas, os brindes e os múrmuros animados dos convidados.
A área de recepção está repleta de pessoas bem-vestidas, conversando e desfrutando de aperitivos finos. Os olhares se voltam para Isabella, cuja presença não passa despercebida. Ela se sente um pouco desconfortável no início, mas a recepção calorosa dos conhecidos de Júlia a tranquiliza.
Júlia empolgada:
Isa, você está deslumbrante!
Isabella agradece, sentindo-se grata pela amiga que a trouxe para este evento especial. Juntas, elas exploram o salão, mergulhando na festividade que a noite oferece.
Isabella pensativa:
Talvez esta seja exatamente a pausa que eu precisava.
A noite promete ser cheia de surpresas e emoções, e Isabella decide se entregar ao momento, deixando para trás as preocupações e se permitindo desfrutar da festa que se estende diante dela.
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Atualizado até capítulo 66
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