Após a intensa discussão com Valentina, Rogerio sentiu o peso de suas próprias falhas como pai pesando sobre ele como uma corrente fria e implacável. Ele sabia que havia errado ao negligenciar a educação financeira da filha, mas também sabia que precisava ensinar a ela a importância do dinheiro e da responsabilidade. Na solidão da noite, enquanto as estrelas cintilavam silenciosamente lá fora, ele encontrou consolo nos braços de Elena, a amiga de longa data que conhecia as profundezas da sua alma como poucos.
Elena, com sua gentileza e compreensão, envolveu Rogerio em um abraço caloroso, como se quisesse absorver a dor dele. Ela entendia a complexidade do coração humano, as sombras que escondiam desejos e remorsos. E naquela noite, em um impulso inesperado e cheio de emoção, eles se entregaram ao calor de um abraço que há muito tempo era mais do que amizade.
No silêncio da noite, eles compartilharam segredos e confissões, deixando as barreiras que os separavam desmoronarem. O amor, proibido e ardente, cresceu entre eles, alimentado pela solidão que compartilhavam. O quarto, uma testemunha silenciosa do nascimento de um romance nas sombras, tornou-se um santuário para os sentimentos que eles nunca ousaram expressar antes.
O toque de suas mãos, a ternura de seus gestos, tudo revelava um desejo reprimido que finalmente encontrava uma saída. O beijo, suave como a brisa da noite, foi o símbolo de uma paixão há muito tempo escondida, uma chama que agora ardia livremente. Nas sombras do quarto, eles se perderam um no outro, como duas almas que se encontraram em um momento de fragilidade e redenção.
O romance nasceu nas sombras da mansão, uma história proibida que desafiava as convenções e os limites impostos pelo mundo exterior. Eles sabiam que o que estavam vivendo era perigoso, mas o amor que sentiam um pelo outro era mais forte do que qualquer barreira que pudesse se erguer diante deles. Naquele momento, eles encontraram conforto nos braços um do outro, uma fuga temporária das complexidades da vida que os cercavam.
E assim, na quietude da noite, eles se tornaram amantes secretos, explorando o território desconhecido do amor que havia nascido entre eles. O futuro permanecia incerto, mas naquele momento, eles se entregaram ao calor do romance proibido, buscando consolo e paixão um nos braços do outro. Enquanto o mundo lá fora permanecia alheio ao que se desenrolava nas sombras da mansão, o amor entre Rogerio e Elena florescia, iluminando as escuras passagens de seus corações com uma luz intensa e proibida.
Na manhã seguinte, ao despertar com os primeiros raios de sol pintando o quarto de um tom dourado suave, um turbilhão de emoções me envolveu como uma tempestade emocional. Um arrependimento profundo e amargo me invadiu, pesando em meu peito como uma âncora de remorso. As lembranças de Maria, meu amor há muito perdido, ecoavam em minha mente, lembrando-me das promessas quebradas e das palavras não ditas que continuavam a ecoar no silêncio da minha consciência.
No entanto, em meio a esse arrependimento, uma paixão proibida e avassaladora por Elena, que eu secretamente nutria há anos, me consumia. O desejo que sentíamos um pelo outro era como uma chama ardente, uma energia que nos ligava de uma forma que eu mal podia entender. Cada olhar, cada toque compartilhado naquela noite, parecia revelar um mundo de possibilidades, mas também trouxe consigo o fantasma doloroso de Maria. Eu estava preso em um redemoinho de emoções conflitantes, onde o passado e o presente colidiam, deixando-me à deriva em um mar tempestuoso de arrependimentos e desejos incontroláveis.
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Atualizado até capítulo 89
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