Oliver
Era o dia da alta da minha magnífica esposa, estávamos ansiosos para o médico a liberar rapidamente para irmos para casa, eu estava ansioso por esse dia.
Ivina: Amor? Está olhando pra onde?
Ivina olha em volta, certamente eu estava focado em um único ponto específico.
Oliver: hum? Perdão amor, eu só estava pensativo.
Ivina: Sobre?
Sorrio e beijo sua bochecha
Oliver: O quanto sou completamente apaixonado por você meu amor.
Ela sorri, ainda consigo deixar ela com as bochechas coradas.
Ivina: Até quando vais continuar a ser tão encantador, hein?
Dou um riso leve e cheio de carinho.
Oliver: Para sempre, se depender de mim.
Ela aperta minha mão com delicadeza, e, por um instante, o mundo parecia em paz. Lá fora, a vida seguia com suas rotinas apressadas, mas naquele quarto de hospital, só existia a calma da presença um do outro.
Ivina: Mal posso esperar para irmos para casa... voltar à nossa vida.
Oliver: Vai ser incrível. Só nós dois. Finalmente em casa.
Minhas palavras poderiam ser suaves, mas carregavam uma verdade profunda. O peso dos últimos dias logo se dissiparia, e o que restaria era o amor e a cumplicidade que nos mantinha unidos.
Neste momento, não importava mais nada. O nosso futuro estava ali, no presente, na simplicidade de um sorriso, de uma troca de olhares e de promessas silenciosas que nós dois sabíamos que seriam cumpridas. O médico entrou no quarto, interrompendo o momento tranquilo. Eu e Ivina olhamos para o médico, antecipando as notícias tão esperadas.
Médico: Bom, Ivina... parece que está tudo em ordem. Já pode ir para casa hoje mesmo.
O meu coração deu um salto de alívio, enquanto Ivina soltou um suspiro, misto de felicidade e cansaço.
Ivina: Finalmente… que alívio.
Oliver: Ouviu isso, meu amor? Estamos livres desde quarto branco.
O médico sorriu juntamente conosco, assinando os papéis de alta enquanto dava algumas instruções sobre os cuidados a seguir em casa. Ivina, sempre atenta, ouvia cada palavra com seriedade, mas eu não conseguia tirar os olhos dela. Mesmo naquela cama de hospital, com a palidez que a situação lhe trouxe, ela era, para ele, a mulher mais linda do mundo.
Médico: Pronto, tudo certo. Desejo-vos uma boa recuperação, Ivina, e que tudo continue a correr bem.
Ivina: Muito obrigada, doutor.
Assim que o médico saiu, eu não consegui conter a empolgação.
Oliver: Vou buscar o carro, amor. Espere só mais um pouquinho. Quando voltar, levo você para casa, onde é o seu lugar.
Ivina acenou, ainda um pouco cansada, mas os seus olhos estavam repletos de ternura.
Ivina: Obrigada por estares sempre ao meu lado, amor. Não sei o que faria sem ti. Afinal a casa é o nosso lugar
Me inclino para ela, com os olhos brilhando de emoção e lhe roubo um selinho, á deixando com um sorriso bobo no rosto.
Oliver: Não precisa agradecer. Somos um casal, para o que der e vier. E agora vamos finalmente voltar à nossa vida.
Ela sorriu e eu saio do quarto, o coração leve e ansioso para o momento de finalmente levá-la para casa. Ao descer para o estacionamento, sentiu o peso dos últimos dias deixar seus ombros. Depois de tudo, o pior parecia ter passado. Eles poderiam recomeçar, juntos, mais fortes do que nunca. Após pegar o carro estaciono o mesmo à porta da entrada do hospital e, pouco depois, lá estava Ivina, pronta para ir. Saio do carro e corro para ajudá-la a entrar no carro com cuidado, enquanto ela segurava minha mão com força.
Ivina: Estou pronta, amor. Vamos para casa.
Oliver: Sim, para casa. Nosso lar e nosso ninho de amor
E com isso, sigo viagem para nossa casa, uma viagem calma e tranquila pois estava chovendo.A chuva caía suavemente sobre o para-brisa, criando uma melodia tranquila enquanto conduzia o carro pela estrada. O som rítmico das gotas de água parecia acompanhar os batimentos serenos dos corações deles. Ivina, sentada ao seu lado, observava a paisagem molhada passar, com uma expressão de paz no rosto.
Oliver: Gosto de dias assim. A chuva tem algo de reconfortante, não achas?
Ivina sorriu e acenou levemente com a cabeça.
Ivina: Sim, é como se o mundo estivesse a desacelerar, a dar-nos tempo para respirar... para aproveitar este momento.
Aperto a mão dela suavemente, sem desviar os olhos da estrada, mas sentindo o calor do toque.
Oliver: O que importa é que estamos juntos. O resto... é apenas paisagem.
O caminho para casa era familiar, mas naquele dia parecia diferente. Havia uma sensação de recomeço, de algo novo, mesmo na rotina que já conheciam tão bem. As árvores à beira da estrada, as pequenas colinas ao longe, tudo parecia ser visto com novos olhos.
Ivina: Nosso lar... já tenho saudades de sentir o cheiro do café de manhã, de ouvir a chuva bater nas janelas enquanto ficamos enrolados no sofá.
Oliver: E de preparar o seu chá preferido enquanto te vejo ler ou te perder nos teus pensamentos.
Continuávamos em silêncio por alguns minutos, apenas desfrutando da presença um do outro e do suave murmúrio da chuva. Quando finalmente avistaram a entrada da casa, nós sentíamos uma onda de alívio e felicidade. Estávamos de volta na nossa casa
Paro o carro em frente à casa, desço rapidamente e abro a porta para Ivina. Mesmo com o cansaço ainda presente, ela sorriu e aceitou a minha mão, era nítido que agora ela se sentia segura e protegida.
Ivina: É tão bom estar de volta.
Oliver: Bem-vinda ao lar, amor.
Entramos em casa, onde o calor nos envolveu imediatamente. A familiaridade do ambiente trouxe uma sensação de segurança. Eu ajudo Ivina a se acomodar no sofá da sala, onde ela se ajeitou confortavelmente, enquanto eu tirava os casacos molhados.
Ivina olhou em volta, sentindo que logo poderia até mesmo dormir pela leveza que a casa carregava.
Ivina: Me sinto em paz aqui, como será quando a família aumentar?
Me sento ao lado dela, puxando uma manta para cobri-la com carinho.
Oliver: E é assim que será, eu e você olhando as crianças brincando no tapete com a cara suja de chocolate
Ela se inclinou para ele, fechando os olhos por um momento e sentindo o aconchego de estar em casa, de estar com quem amava.
Ivina: Não poderia pedir mais nada. Tenho tudo o que sempre sonhei, até as crianças com a cara suja.
Nós dois damos risada e aproveitamos o momento de conforto um com o outro.
Ivina: Temos um casamento para planeja novamente.
Oliver: Você tem sim, eu só irei arcar com o dinheiro.
Ivina e Oliver estavam de volta ao ponto de partida. Embora o casamento já tivesse sido planejado uma vez, circunstâncias inesperadas os obrigaram a reconsiderar toda a celebração. Eles haviam conversado longamente sobre o assunto, e, no fundo, sabiam que cada um tinha uma visão ligeiramente diferente do que esse dia deveria significar. Ivina, sempre detalhista e sonhadora, queria uma festa memorável, cheia de significado, cores e simbolismos. Oliver, por outro lado, era mais prático, menos apegado aos detalhes, e sua abordagem era mais direta: ele ficaria responsável pelo aspecto financeiro, enquanto Ivina teria carta branca para idealizar o evento dos sonhos.
Ivina: Ok, então, temos que planejar tudo de novo sinto que desta vez, podemos fazer algo mais íntimo, mas ainda assim bonito.
Oliver havia se levantado para pegar uma pasta e seu notebook voltando assim e ficando sentado ao seu lado com uma pilha de documentos do trabalho, levantou os olhos e sorriu de maneira indulgente.
Oliver: Você tem sim, eu só irei arcar com o dinheiro,desde que não quebre o banco, claro.
Ivina revirou os olhos, mas riu. Essa era a dinâmica deles — Oliver gostava de provocar, e ela sabia disso. Ele tinha uma abordagem relaxada para as finanças, o que a tranquilizava, mas, ao mesmo tempo, ela não queria exagerar nos gastos. Planejar o casamento perfeito, porém simples, não precisava de muito, assim acreditava ela.
Ivina : Não se preocupe vamos fazer tudo com muita sabedoria. Já sabemos o que queremos e o que não deu certo da última vez. Vamos ser mais focados ai vamos definindo prioridades.
Uma das primeiras decisões a serem tomadas foi o tamanho da cerimônia. Na última tentativa de casamento, seus pais, menos Helena, haviam se empolgado com a ideia de uma grande festa, mas agora, após horas de reflexão, ambos concordaram que uma celebração menor, mais íntima e acolhedora, seria mais apropriada. Além disso, com a experiência do casamento anterior eles estavam certos que a noiva iria aparecer.
Ivina: Eu estava pensando, como vai ser acolhedor e intimo, algo numa praia particular ou uma chácara no campo
Oliver, que estava distraído com o celular, a princípio não parecia prestar muita atenção. Mas, depois de alguns segundos, eu sorrio
Oliver: Gosto da ideia de um casamento ao ar livre. Seria mais fácil em termos de decoração, não é? O cenário já está meio pronto.
Ivina concordou com um aceno.
Ivina: Exatamente. A natureza já oferece beleza. Mas, claro, isso depende do clima. Precisamos de um plano B, caso chova.
Oliver: ah, sempre o plano B, vocês mulheres sempre pensam em tudo independente da escolha dos homens.
Ivina sorriu de maneira suave. Ela sabia que, no fundo, Oliver apreciava a sua atenção aos detalhes. Talvez ele não demonstrasse o tempo todo, mas ela sentia que ele confiava plenamente nela para conduzir o processo. Isso lhe dava uma sensação de conforto.
Depois de algumas horas de busca, encontraram um local perfeito. Era um jardim amplo, com árvores antigas que criavam um arco natural sobre o espaço onde a cerimônia aconteceria. O local ficava em uma pequena cidade próxima, a algumas horas de onde moravam, e oferecia tudo o que Ivina sonhava: a tranquilidade da natureza, o charme de um local histórico, e um salão coberto para o caso de mau tempo.
Ivina: O que você acha?
Olho com interesse para a tela do notebook
Oliver: Acho perfeito. É bonito, tem essa coisa de vintage que você gosta, e, mais importante, parece que não vai nos deixar na mão caso tenha uma mudança no clima.
Com o local escolhido, o próximo passo foi definir a lista de convidados. Na última tentativa, haviam convidado mais de 200 pessoas, o que, em retrospecto, lhes parecia exagerado. Desta vez, estavam determinados a manter a lista reduzida, convidando apenas amigos e familiares próximos.
Ivina: Eu realmente não quero um casamento lotado, quero que cada pessoa lá tenha um significado real para nós.
Oliver: Concordo, acho que apenas os amigos íntimos mesmo e a nossa família
A música era um ponto de interesse para ambos. Oliver sempre foi apaixonado por música e, durante alguns minutos, eles discutiram sobre a banda ou DJ.
Oliver: Eu quero algo clássico para a cerimônia, mas algo mais animado para a festa
Ivina: Dependendo da banda, até eles fazem uma festa agitada, porém como é um casamento ao lar livre, vai ser um almoço, então vai ser algo mais calmo, não acha?
Eles passaram horas discutindo e ouvindo diferentes opções, até que finalmente concordaram em contratar uma pequena banda ao vivo, algo bem simples mesmo tendo muito dinheiro, Ivina não gostava de esbanjar e Oliver também não era do tipo gastar, pra mostrar que eu tenho mais e o dinheiro não seria problema.
Ivina: Desta vez, quero algo simples, mas elegante. Nada muito exagerado
Oliver: É né... No primeiro você não usou, sua mãe e sua irmã foram praticamente de preto
Ivina deu uma risada ao lembrar, realmente ela não apareceu ao casamento e sim o seu advogado.
Ambos ficaram dando risadas sobre o ocorrido.
Oliver: Vou preparar algo para a gente comer.
Ivina: Hum? você sabe cozinhar?
Oliver: Me respeita meu amor, com certeza eu sei.
Ivina revira os olhos e Oliver segue para a cozinha, nesse meio tempo Ariel manda uma mensagem para Ivina.
**Mensagem on**
Ariel: Hey Ivi... você realmente vai se casar de novo?!
Ivina: Oii vou sim, a mamãe te contou né?
Ariel: Contou mulher, mesmo eu esperando que você me contasse né...
Ivina: Relaxa, vai ser algo bem simples dessa vez, não quero nada extravagante e cheio de gente aleatória da máfia que o papai chamou, vai ser algo entre família e amigos bem próximos.
Após conversar com a sua irmã Ivina foi para a cozinha ver se seu marido precisava de ajuda, mas estava tudo indo bem, ele terminou rapidamente e ela se ajuntou a ele para comerem, após a refeição ela lavou o restante da louça e eles foram para o quarto, ele a ajudou no banho sem nada muito quente ou provocativo.
Ivina: Quem diria né ?
Oliver; O que meu amor?
Ivina: Que estaríamos agora, deitados novamente na nossa cama sem os bipes dos aparelhos do hospital... Mas estou até que meio ansiosa para voltar ao hospital.
Oliver a olhou com tudo assustado
Oliver: Está se sentindo mal? Quer algum remédio? Vou levantar pra te levar
Ivina deu risada e puxou seu amado de volta para a cama o abraçando.
Ivina: A próxima vez que eu for pro hospital, vai ser para ter o nosso bebê, que ainda não tivemos tempo o suficiente para gerar ele ou ela.
Oliver respira fundo e sorri, realmente ele sempre quis ter filhos, mas não imaginava que encontraria uma mulher maravilhosa igual a Ivina, após alguns minutos de silêncio ele sentiu a respiração dela um pouco pesada, mostrando que a mesma já dormia, então ele desligou o abajur que estava ligado, beijou a testa da sua esposa e a abraçou não forte, mas o suficiente para dormirem de forma tranquila e aconchegante.
Autora aqui :3
Meninas, peço perdão pela demora, tive uns acontecimentos na família que tiraram o meu foco do livro, aí aceitei a proposta da minha antiga chefe de voltar a trabalhar na Editora que eu trabalhei no início do ano rs.
Eu vou lançar um capítulo Bônus no final do livro, com a novidade que vai vir pela frente, mas irei realmente escrever bem tudo para não deixar faltar nada para vocês, então é isso.
Peço perdão pela demora e eu amo vocês de montão 🩷
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Atualizado até capítulo 22
Comments
Maria Eduarda Wrobel Pinheiro
Que pena que a história é boa mais é muito pouco capítulos
2024-12-19
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Rosely Lessa
estou adorando a estória e curta mais uma linda história de amor parabens
2024-09-23
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