Ivina
Olho para Ariel e vejo o relógio.
Ariel: Será que eles se mataram?
Vovô e vovó dão risada
Salvatore: Acredito que não, não escutei nenhum tiro.
Ivina: Mas o senhor disse que não tinha armas lá.
Salvatore: Minhas não, mas sua mãe anda armada assim como seu pai.
Olho para Ariel que arregalou os olhos.
Oliver: Fiquem calmas, assim que a gente ouvir batidas na porta é por que querem sair.
Ariel: Como assim?
Aurora: Já estão esse tempo todo lá, acha realmente que querem sair já?
Dou risada e Ariel faz cara de vômito, Oliver beija meu pescoço suavemente sem ninguém ver e eu o olho.
Oliver: Queria eu estar trancado com você lá...
Ele sussurra em meu ouvido, apenas para eu ouvir, só essas palavras causam um arrepio na minha pele e minha intimidade já fica em alerta com apenas o hálito quente dele no meu ouvido. Porém somos interrompidos por batidas na porta do escritório e damos risada, Ariel pega a chave e sobe as escadas para abrir a porta, rapidamente meus pais estão de volta, mamãe que estava bem arrumada agora apresenta umas bochechas vermelhas e os lábios bem vermelhos assim como meu pai.
Aurora: Acho que a reconciliação foi muito boa hein.
Minha mãe faz cara de quem vai matar ela e eu dou risada.
Ariel; mãe não é novidade que a senhora e o papai fazem sexø como dois animais selvagens, por isso eu sempre dormi com os fones de ouvido... Credo...
Damos risada da reação da Ariel e eu olho para minha mãe que está nitidamente feliz, assim como papai, então eu me levanto.
Ivina: Bom o jantar foi maravilhoso, a noite foi agradável, mas agora temos que ir embora.
Oliver: Temos?
Ivina: Sim, nós temos, amanhã eu levanto cedo tenho uma entrevista para trabalhar no museu de artes, porém como artista.
Todos vibram de alegria e quando olho para Oliver, ele está quieto, seu rosto tem um sorriso fraco, o que me incomoda um pouco, mas decido deixar para depois, após as felicitações nos despedimos de todos e vamos para o carro, durante o trajeto o silêncio reina.
Ivina: Tá bom, já pode falar, o que aconteceu?
Ele respira fundo e solta o ar pesadamente.
Oliver: Só fico meio assim, ao ser o último a saber que você queria trabalhar com arte e ainda num museu...
Reviro os olhos e sorrio balançando a cabeça.
Ivina: Querido eu me inscrevi para essa vaga semanas antes de nos casarmos, finalmente passei para a entrevista presencial.
Oliver: Eu entendo, mas poderia ter me avisado.
Seguro na mão dele enquanto estamos parados no semáforo.
Ivina: Eu prometo te falar tudo, para não te deixar desinformado.
Ele me olha e sorri, mas com um filme ou até mesmo uma novela, algo inexplicável acontece, um carro desgovernado bate na traseira do nosso onde a batida faz com que nosso carro seja empurrado até um lugar onde finalmente paramos de sermos empurrados causando uma batida forte o suficiente onde meu cinto de segurança não faz o trabalho dele de me proteger. Tudo está escuro e apenas isso que consigo ver.
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Atualizado até capítulo 22
Comments
Anonymous
Será que é o irmão dele?
2024-12-17
0
Este®️💫
volte aqui autora!!! como que você faz isso com a gente???😪😅🤣
2024-09-10
3
Claudia
O que será que aconteceu com eles 😱😱😱😱♾🧿
2024-09-07
2