Enquanto Sumire, encarava a Akira, sem medo. Os alunos observavam tudo, alguns até tinham os celulares em mãos.
Akira, franze a testa e fala para ela sair da frente que estava a interromper a conversação. A negar, a garota disse que o que ele estava a fazer era errado. E que se isso fosse uma conversa ele não teria que usar a violência.
Em defesa Akira, mencionou que ela não sabia de nada do que estava a passar e a mandou sair mais uma vez de sua frente. Sumire, ainda se mantinha firme no seu lugar sem se mover.
Akira, estende a mão em direção a garota quando um vento cortante atravessa bem a frente do rosto do rapaz. O vento passou num flash, parando bem na parede.
" Bam" fez o barulho quando acertou o concreto a se quebrar em pedaços num formato de círculo. Os três adolescentes olham para a parede surpreendidos.
— Continue Akira_ falou Kenji, a sair do meio da multidão _ isso se tiver coragem.
A veia do pescoço de Akira, se sobressai saltando.
— Eu posso explicar Kenji, ela_ apontou na direção de Yumi.
— Yumi! _ falou Kenji _ alguma relação sua com a minha aluna?
Kenji, perguntou como se não soubesse de nada.
— Sim, estávamos a resolver um problema de família quando está se intrometeu.
— Está!_ apontou Sumire, para si mesma.
— Sinto pelos problemas que a irmãzinha causou, mas voltando ao foco, quais problemas vocês têm?
Akira, ia responder quando do nada Yumi, se interpôs na frente.
— Nós não temos nenhum problema, afinal, não somos família e nem nada.
— Ah! Que baboseiras está a falar agora Yumi?
— Não estou falando bobagem nenhuma, não somos família e nunca fomos, nisso pare de causar problemas só para chamar a atenção.
Sumire, segurou os ombros de Yumi, e a arrastou para trás do irmão.
— Parece que você obteve a sua resposta, nisso _ Kenji, apontou para a saída _ desejo que volte para a sua turma, afinal, não queremos mais problemas, certo.
Akira, mirou a Kenji, que o encarava como se fosse superior a ele. O jovem, mirou pela última vez Yumi, que lhe encarava com uma expressão fria. Ele estala a língua e sai dali, com indignação.
Uns minutos depois na sala de enfermagem, Yumi, se sentou no banco a não parar de mirar a Sumire, que andava em círculos a amaldiçoar Akira, enquanto mordia as unhas sem parar.
A porta se abriu e Shin, entrou. Ele acabará de receber uma ligação do amigo que disse ter surgido um ocorrido na escola.
A ex-presos de Shin, mostrou decepção quando viu que o ocorrido tinha a ver com Akira.
— Aquele homem é um covarde_ exclama Sumire, a olhar o rosto de Yumi_ como ele pode bater tão forte assim, olha só está até inchado, deve doer não?
— Não muito_ falou Yumi, a tocar a bochecha.
De repente a mão de Yumi, que tocava a sua bochecha começou a brilhar e minutos seguintes a vermelhidão e dor já haviam sumido, ela suspira quando sente olhares postos sobre ela. Tanto Sumire, quanto Kenji e Shin, que conversavam afastados pareciam travados a encara-lá. Era visível a surpresa nos olhares deles.
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Atualizado até capítulo 139
Comments
Ezanira Rodrigues
Estou gostando...
2025-01-16
1
Saionara Alves de Melo
Nunca achei certo homem ou menino batendo em mulher isso é ato de um covarde em uma mulher não se bate nem em /Rose/uma rosa
2024-09-03
2
Valda Martins
Agora estou entendendo
2023-11-18
3