Na universidade.
Shin, caminhava junto ao amigo quando entraram na sala sendo recebidos pelo novo recruta.
O rapaz parecido a Shin, contudo, mais jovem. Tinha os ombros encolhidos a mostrar um pouco o seu nervoso.
— O que faz aqui Akira?_ perguntou Shin, não gostando de ter se encontrado com o jovem.
Shin, não era do tipo que escondia o que sentia. Então se ele visse alguém da família, já imediatamente mostrava o desconforto que sentia ao ver tais pessoas.
— Eu só estava de passagem_ falou o rapaz em reposta.
— Se estava de passagem, deve saber onde fica a saída_ falou em tom frio e apontou para a porta que eles acabaram de passar.
Akira, torceu os lábios os apertando com força, fechou os punhos a se segurar ao notar a presença do amigo do primo, saiu a mostrar o enojado que estava.
O homem ao lado de Shin, trancou a porta quando o rapaz saiu, se virou a encarar o amigo que se sentou na mesa a arrumar a placa que continha o nome de Shin.
— Você não acha que está a exagerar, não? Qual é ele é só um adolescente.
— Adulto! Ele forma-se na primavera, então o considere como um adulto _ explicou Shin, a pegar a pasta posta sobre a mesa.
— Vamos, ele pode ser um moleque mais vocês ainda são família. E além disso ele está a passar por problemas familiares.
Shin, mirava a pasta fingindo não escutar o amigo, que suspira ao notar estar levando um gelo. Mesmo assim ele continuou:
— Sabia que a filha da madrasta dele está desaparecida?
— Que jovem não some por uns dias, vamos fizemos muito sso quando éramos jovens.
— Só que ela não está desaparecida por uns dias. A menina não volta a casa desde uns seis meses_ explicou o amigo a encarar a Shin.
Shin, explicou então que se ela não havia voltado para a casa era porque a garota havia fugido ou estava morta em algum lado. Isso era algo bem comum em casos de pessoas com habilidades que saiam para caçar monstros.
— Ao menos podia fingir que se importa_ disse o amigo, que pegou o celular do bolso da calça e o ligou a digitar_ olha, ela é assim quem sabe você não a viu em uma das suas missões.
Shin, virou o olho e mirou de lado para a tela do celular do amigo. De repente, para a surpresa do amigo ele pegou o celular e começou a mexer na tela.
— Qual é o nome dela mesmo? _ perguntou Shin, mirando o celular.
— Ela chama-se Yumi, Yumi Watanabe, ela tem uma aparência simples mais quem sabe por aí…
A escutar o amigo Shin, suspira e se acomoda na cadeira a levantar o celular para cima o encarando.
Enquanto isso, na casa de Shin, no enorme armazém que ficava do lado de fora. Yumi, entrou a coçar o nariz devido à quantidade de poeira que ali continha.
As caixas de papelão estavam entulhadas, sobre os enormes baús e ela adentrando-se naquela escuridão, deu um passo para o lado quando um barulho a assustou.
Um rato pulou entre as caixas derrubando alguns rolos antigos. Um deles caiu e rolou até o pé de Yumi, que pegando o objeto viu uma letra familiar escrita na tampa.
Sentiu um frio nas mãos ao ter aquele objeto, que quando deu por si, o estava derenrolando. Abriu o que parecia uma pintura bem antiga, tinha até o cheiro de papel antigo amarelado nela.
Apertou o papel com os dedos, na pare de cima do desenho haviam uma de palma de mão da cor vermelha, e quando percebeu, estava a cair lágrimas dos seus olhos.
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Atualizado até capítulo 139
Comments
Ezanira Rodrigues
Ou possa ser que ela tenha outro sobrenome.
2025-01-16
0
Souza França
achei que era Suzuki!
2024-04-10
2
Valda Martins
ainda não entendi
2023-11-18
4