Gardenzio avança e beija na boca da jovem Arina, que salta firme envolvendo suas pernas por trás daquele homem que fodera sua mãe. Desnuda, fica sentindo sua intimidade encharcar com tudo aquilo acontecendo, mesmo que não fosse sua primeira vez.
O beijo fica mais quente e a moça dá um jeito de ir puxando a camisa do homem, que interrompe brevemente a ação para deixar seu peitoral à mostra. Arina dá uma mordida naquele músculo bem desenvolvido e vai passando suas unhas pelas costas largas de Gardenzio, que geme gostoso com esse carinho.
Mesmo com os olhos entreabertos, ele vê um convidativo sofá e vai levando a garota com a força de seus braços, deixando-a impressionada e ainda mais excitada. Ela ficou sentada enquanto o cara tirava o restante de suas roupas. Ambos se olhavam com desejo.
Gardenzio revela seu pau, extremamente duro e pontudo, Arina fica boquiaberta, pois aquele cacete era muito melhor que dos estudantes que ela se deu uma chance antes e, agora experimentando um homem maduro, não deve querer outra coisa. Ficou ainda melhor quando, só para provocar, introduziu seu largo polegar em sua boca, fazendo-a fantasiar um boquete.
Vou chupar sua bucetinha primeiro. Com aquela voz grave ele antecipa sua ação e se abaixa.
Diante daquela jovial vagina, Gardenzio usa as mãos para apoiar as pernas de Arina sobre seus ombros e inicia o oral com um beijinho no grelinho. Aquilo foi como um choque e o prazer correu por todo o corpo dela, que gemeu gostoso e inclinou a nuca para trás. Ele melhorou os carinhos ao colocar suas grandes mãos naqueles seios e apertou deixando os mamilos entre os dedos e eles logo ficaram durinhos.
O oral foi ficando mais caprichado. Usando a língua e os lábios o homem dominava a buceta de cima até em baixo e entrando um pouco... não demorou nada até que o orgasmo acontecesse com intensidade, foi sem dúvidas o melhor que teve. Só que faltava a vez dele.
E antes de iniciar, ele deixou o gosto da intimidade em sua boca com um beijo. Na verdade todo seu rosto estava lambuzado, por conta da baguncinha boa que fez naquela região. Depois do beijão, era hora de sentir o cacete dele e já não era preciso fantasiar. A rola estava entrando.
Segurando seus longos cabelos, Gardenzio fodeu um pouco o rosto de Arina até que parou e sentou-se no sofá, batendo com as mãos em suas coxas, indicando o que queria da jovem, que entendeu imediatamente e foi se posicionando. Demorou quase nada e a cabeça rosada já estava na portinha, que era apertadinha... pressionando um pouco finalmente entrou.
Foi entrando mais... ela foi se movimentando e ele, com seus braços fortes, foi ajudando o movimento, que foi acelerando juntamente com as respirações ofegantes de ambos... o clímax estava próximo.
Goza... dentro... Sem pensar em mais nada que não fosse prazer a jovem pede.
O homem não responde, mas agarra em seu bumbum e soca com firmeza seu cacete. O pau acertava sua parte mais interna e a garota já estava gozando de novo e mesmo com um pedido tão covarde o cara conseguiu tirar no último instante e, colocando o pênis entre suas nádegas, deixou sair toda a paixão que estava armazenada. Mesmo com ele não obedecendo ao seu pedido, Arina gostou de sentir aquele líquido quente em seu bumbum e uma parte dele entrando no seu cu. Gardenzio não pensava em muita coisa, só estava se recuperando.
Depois de alguns segundos, já sem força para segurá-la, Gardenzio começou a falar.
Bem... melhor eu ir... né? O homem temia que a mãe dela chegasse e ele estava sem condições de satisfazê-la.
Sim... nossa, que bagunça... A jovem comenta ao ver que o sofá ficou manchado com seu melzinho.
Isso sem contar o inconfundível cheiro de sexo que estava naquela sala. Isso, agora, era problema para Arina. Gardenzio vestiu-se rapidamente e voltou para seu Mercury Monterrey e foi dirigindo bem devagar e sem música de volta para casa, pois em sua mente se passava muitas coisas.
Chegando em casa, apenas tomou um banho rápido, escovou a boca e os dentes e foi dormir. Ao todo dormiu cinco horas até que acordou cheio de fome, por razões óbvias. Era duas da tarde e só então foi procurar por almoço. Sua esposa já tinha feito e almoçado sozinha. A chateação era óbvia, mas os dois conversaram e, apesar de não rolar nada mais que um selinho de casal, estava tudo bem.
O tempo passou e já ficou na hora de buscar as filhas, Soffie e Systinne na Universidade e Scarlett no colégio. O combinado era o oposto do que acontecia pela manhã, ou seja, Gardenzio iria até a Universidade em seu carro para buscar as duas filhas mais velhas e Shara iria no seu veículo buscar a filha caçula. E assim foi feito. Rapidamente já estavam todos em casa de novo.
Tudo parecia certo, a família toda estava na sala, o patriarca assistindo programa esportivo, Shara brincando no tablet e as garotas conversando por mensagem com seus celulares, até que uma nova mensagem chegou ao telefone de Gardenzio. Ele leu que vinha de seu melhor amigo, Hans, e era bem simples:Vem aqui.
Parecia não ser nada grave, porém decidiu ir logo. Avisou para sua família que ia passar um tempo na casa de Hans e saiu. Foi andando normalmente, contudo ficou mais atencioso ao chegar no local.
Estranhamente a Ferrari F40 não estava ali e a porta estava fechada, mas as luzes da casa estavam acesas, tanto as luzes do jardim como as da parte interna, dava para ver pelas janelas e quando ele se aproximou a porta se abriu.
Hans?! Gardenzio foi entrando e... quem estava por trás da porta a fechou assim que o homem entrou totalmente.
Não! Emmy! Hans saiu e nós dois vamos ter uma conversinha. A namorada do melhor amigo armou uma cilada para ele.
Gardenzio engoliu em seco e não escondeu que estava desconfortável com aquela situação, mas Emmy disse:
Vai, senta no sofá. Em tom sério. Evidentemente ele obedeceu.
Os dois sentaram de frente um para o outro e não se sabe o que acontecerá agora.
Continua...
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Comments
Celia Duarte
Eita homme para transar😂 nao perde uma 😂😂😂
2024-11-10
2
Denise
Que cilada, eihm...
2024-07-01
1
Tatiane Marques
a casa caiu 😂😂
2023-11-25
2