capítulo 17

Na fazenda

 

Jennifer— Eu quero voltar para o meu quarto.

 

Gregory— Calma! Calma! Você vai mais antes de conversar. Quero saber se você está fugindo de mim e por conta do nosso beijo naquele dia? Será que foi tão ruim assim?

 

Ali, olhando Jeniffer toda assustada, minha mente gira e revira ao lembrar de como beijá-la mexeu comigo de um jeito inexplicável, apesar que o beijo foi rápido e inocente, um beijo sem língua. O gosto da sua inocência foi o bônus extra que ficou gravado em minha mente.

 

Minha intenção não era beijá-la, não era pular várias etapas. Eu ia só conversar, fazer com que pudesse confiar em mim, para depois dizer o quanto estou louco por ela, mas todo aquele violento desejo de tê-la foi mais forte que a minha sanidade, com seu olhar de inocência pronta para ser roubada, me fez agir como um adolescente na puberdade desesperado para beijá-la. Matar a curiosidade que tive ao saber que seus olhos pediam e seu corpo também queria. Tenho que saber porque está resistindo tanto se o seu corpo também me quer.

 

O que mais tive nessa vida foi mulher e sabia muito bem quando elas queriam me seduzir ou mesmo se entregar, porém, nenhuma delas me deixou tão sedento por mais quanto quero ter com essa novinha.

 

Jennifer_ Gregory, por favor, não podemos ficar sozinhos conversando aqui, não é certo.

 

Gregory— Por favor, Jennifer. Não parei de pensar em você. Não estávamos fazendo nada, responde minha pergunta Jennifer. Meu beijo foi ruim?

 

Jennifer_ Não, não é isso. Abaixo a cabeça e levanto da cama tomando distância de Gregory.

 

Gregory _ Preciso que você fale oque está acontecendo.

 

Jennifer— Só tenho que enfrentar o que sinto.

 

Gregory_ E o que você sente Jennifer?

 

Tento me aproximar enquanto faço a pergunta, mas Jennifer se afasta, ganhando uma distância ao ir para o centro do meu quarto, mas insisto e encurto o espaço entre nós. Seguro seu rosto deixando-o entre minhas mãos. Peço para me olhar e espero sua resposta, que demora bem mais para vir.

 Gregory

Jennifer

Gregory me encara com um olhar fixo e profundo. Sua voz é rouca e, ao mesmo tempo, grave, ela adentra em mim e impregna cada espaço do meu ser.  Aliás, de tudo. Gregory é terrivelmente lindo tirando suas tatuagens enormes que me apavoram. O toque de seus dedos contra meu rosto e seu cheiro deixam as minhas veias dilatadas.

 

Jennifer _Na verdade, não posso dizer o que sinto se nem mesmo eu consigo definir. E tudo muito confuso. É um sentimento estranho que me apavora.

 

Gregory_ Me explica como é esse sentimento.

 

Jennifer _ Sinto-me nervosa em sua presença, meu coração acelera, um arrepio no estômago.

Viro de gosto para Gregory. E um silêncio se forma entre nós.

 

Gregory— Você se sente como eu me sinto, Jennifer.

 

Gregory então encerra o silêncio que criei e não só sinto toda minha pele se arrepiar, mas sua voz arranha em meu ouvido todo com o timbre pesado e sensual.

 

Gregory— Todo meu corpo te deseja Jennifer, mas minha razão não quer ceder porque você é muito nova para mim. E sou um fodido cheio de cicatrizes da vida. Mas eu te desejo tanto que minha ração se perde nesse meio.

 

Jeniffer

 Gregory então encosta seus lábios no meu ouvido e toca meu lóbulo. Ele suga, engolindo enquanto suas mãos chegam ao fim dos meus braços e passam para minha barriga, fazendo um retrocesso e um frio na minha barriga se forma.

As mãos firmes de Gregory sobem e sem força alguma não as impeço de ficarem sobre meus seios sobre a minha blusa. Aliás, fecho meus olhos quando elas se fecham sobre os pequenos montes que ele apalpa. Ele estava indo longe demais.

 

Jennifer

Seguro sua mão e suspiro pesado, retiro elas de cima de mim._ Não posso, isso está indo longe demais. Gregory segura minha cintura e me vira para ele.

 

Gregory— Só sinta, Jennifer... Não precisa enfrentar nada e nem ninguém. Somos só nós dois aqui, ninguém está vendo e ninguém vai saber.

 

Aparecida_ Jennifer.... Ô Jennifer, você está aonde menina.

 

Jennifer_ Meu Deus, minha mãe Gregory, ela vai me matar.

 

Gregory _ Porque sua mãe vai te matar? Ele fala franzindo a sobrancelha.

 

Jennifer_ Minha mãe não quer eu perto de você.

 

Gregory_ Como assim? Por quê? Oque ela te falou?

 

Jennifer_ Por favor, agora não dá para te explicar.

 

Gregory _ você me deve uma conversa e uma explicação também. Prometa-me que irá conversar comigo em breve.

 

Jennifer _ Te juro, mas abra a porta.  Gregory abri a porta e olha para vê se minha mãe está no corredor, e graças a Deus ela estava no andar de baixo, eu saio correndo para meu quarto. Entro e penso na desculpa que irei inventar para ela, lembro do jardim, então vou para a varanda e desço pela árvore, saio correndo para um banco próximo e me sento para recuperar o fôlego, avisto minha mãe de longe na porta da casa ela ainda não me viu e espero que me veja para se aproxima, assim não levanto nenhum suspeita e ainda dá tempo de recuperar meu fôlego.

 

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Comments

Ilma Oliveira

Ilma Oliveira

kkkkkkk

2024-11-13

1

Fatima Maria

Fatima Maria

PENSE EM UMA INOCENTE SABIDA E JÁ SABE DIBLAR A MÃE 😏😏😏😏😏😏😏😏😏😏😏😏😏😏😏

2023-11-28

5

Eliane Bertozz

Eliane Bertozz

porra que homem bonito do kri. é esse. Gregóri

2023-11-22

0

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