CAPÍTULO 03
Ainda sem saber o que fazer, resolvo ir pedir ajuda para o senhor Alberto ele é o único que conheço e considero como amigo da gente, eu vou contar oque aconteceu e pedi ajudar, espero que ele me ajude.
Correndo pelo campo em direção a fazenda de seu Alberto eu choro e pensando na dor no meu coração que me impede de respirar direito. O que farei agora, vozinha sem ninguém na vida? Eu deveria ter ficado em casa, talvez poderia ter os protegidos.
Após correr por 20 minutos sem parar, sentido à casa grande da fazenda, vejo seu Alberto vindo em minha direção, me olhando com a testa enrugada.
É tão bom encontrar um rosto, um ombro amigo para me abraçar e dizer que, na verdade, estou ficando louca e tudo o que vi não passou de alucinação e não uma grande tragédia.
Seu Alberto—De onde vem, Clara, e porque vem correndo assim? Por que você está chorando tanto?
Seu Alberto olha-me dos pés à cabeça, aflito. Para conseguir falar, tento controlar o choro, e ora chorando, ora soluçando, consigo surtar as palavras sem me importa com a maneira que é expressada ao sair da minha boca.
Clara_ Mataram a meus avós, seu Alberto!
Falo para chorar e soluçar muito.
Clara_Eu estava no pomar colhendo frutas, fiquei lá apenas uns trinta minutos! Quando voltei… Eu não acreditava eles ainda estão lá da mesma maneira que encontrei eles. Me fala que isso não é verdade? Fala que tudo isso aqui é um programa de TV onde estão me pregando a pior peça de todas. Me fala por favor, seu Alberto! Isso é uma crueldade comigo.
Imploro, quase caindo desfalecida em seus braços gritando desesperada.
Alberto — Vem comigo, Clara. Vou te levar para um lugar seguro!
Clara
Seu Alberto começa a me arrastar pelos braços, para o lado oposto ao meu destino.
Alberto— Precisamos informar alguém dá família de vocês, ele tem que saber logo. Vamos Clara você está correndo perigo.
Clara— perigo? Como assim? O que está acontecendo? Questiono sem entender nada, pois seu Alberto está me arrastando para dentro das árvores, e alguns de seus trabalhadores estão nos seguindo.
Clara— Estou em perigo? Encontraram o monstro que fez aquilo com os meus avós e como vocês sabem que eu estou em perigo?
Alberto_ Pare de fazer perguntas clara.
Mas adiante em uma estrada de chão se encontrava uma caminhonete e os homens de seu Alberto entrar no lado do motorista e os outros atrás.
Seu Alberto? Eu não quero ir! Tenho que velar meus avós. Tento me soltar, mas ele é muito mais forte e me enfia no carro sem me dar a mínima chance de escapar.
Alberto_ Clara confia, minha nós meus homens, eles iram te explicar tudo. Eu vou cuidar dos corpos, agora seja uma menina obediente e não argumente agora.
Clara narrando
Estou encolhida no lado direito do banco de trás do carro. Fábio um dos homens de seu Alberto permanece ao meu lado me olhando, e o carro já está em movimento. Pedro dirige, e Gustavo está na frente com ele. Viro-me para trás para ver se tem alguém olhando, e a única coisa que vejo é um homem em um cavalo bem distante, que jamais ouvirá caso eu grite.
Fábio puxa o meu cabelo com muita força, fazendo-me olhar para ele.
Fábio— Tomou banho hoje antes de sair de casa, Clarinha?
Pergunta com uma expressão que está me admirando e isso me enjoa.
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Atualizado até capítulo 67
Comments
Eliane Vitorino
também não
2024-02-15
1
Conceição Freire
não estou entendendo autora
2024-01-06
0
Jô Freitas
😲coitada foi pedir ajuda e pegaram ela 🤔🤔
2023-12-03
1