Depois do acolhimento que recebi da senhora Carmem e Cecilia, me sentir até mais segurar por estar aqui na cidade grande. Elas cuidaram de mim de um jeito que nunca tinha visto antes, era como se eu fizesse parte da família delas sem mesmo ter o sangue delas correndo em minhas veias! Nunca serei tão grata a elas pelo gesto que fizeram comigo uma desconhecida.
Sei que no começo foi difícil eu me adaptar, pois era muitas informações, a senhora Carmem conseguiu marcar uma consulta para mim, ela queria ter certeza de que eu e o bebê estivéssemos bem divido as emoções que estava tendo nos últimos dias que me deixaram um pouco abalada, pois eu comecei a ficar abatida nos dias seguintes a minha chegada ali na cidade grande.
O médico tinha explicado que seria a mudança em meu corpo, e o meu psicológico pois eu não planejava o bebê e o meu humor iria mudar ainda mais, ele explicou que isso seria passageiro e que estava tudo bem comigo e o bebê, o médico iria sempre me acompanhar para ver o desenvolvimento do meu bebê até a tão chegada hora do nascimento do meu pacotinho, me senti grata por isso.
Cecilia tinha falado com a amiga dela, que ficou de ver com a chefe dela uma vaga para mim, eu estava com esperança de que tudo poderia se tornar possível e minha vinda para cidade grande poderia ser algo bom para mim.
Enquanto eu não começo a trabalhar, Cecilia me ajudou para conhecer todos os lugares da cidade, assim se caso eu precisasse resolver ou comprar algo eu não me perderia já que aqui é muito grande, eu tenho que sempre aprender os caminhos ou estaria frita no futuro não tão distante!!
Ela me ajudou com algumas roupas, assim eu não ficaria tão por fora, e ainda me vestir bem já que vim só com uma mochila e não tinha muitas coisas dentro dela.
Eu quis dar o dinheiro para elas mais não aceitaram, disseram que o melhor a fazer era guarda que naquele momento elas não estavam precisando.
Durante esses dias sem trabalhar passeamos muito, conheci cada lugar incrível fui até mesmo no shopping! É muito lindo, lembro o quanto fiquei impressionada de como era grande por dentro, as lojas de roupas que tinha o seu charme, era coisa de outro mundo.
Tínhamos passado na frente da loja de bebê, e me peguei pensando no bebê.
Como seria quando ele chegasse ao mundo?
Será que eu seria uma boa mãe para ele?
E se eu não conseguir e falhar como mãe?
Eram essas perguntas que me atormentava toda noite.
Cecilia tinha visto como fiquei e decidimos entrar na loja para ver as coisinhas de perto.
As cosias de bebê são muito lindas e fofas dá vontade de aperta só de imaginar o meu pacotinho dentro delas. Acabei comprando um sapatinho na cor vermelha, pois a senhora Carmem disse trazer boas energia para o bebê, assim cada uma comprou uma lembrancinha para meu pacotinho. O meu bebê nem tinha nascido e já estava ganhando os seus primeiros presentinhos de pessoas que iriam encher ele de muito carinho. Me senti mãe comprando algo para meu bebê, uma sensação boa eu não conseguiria explicar só sentindo para saber.
Dona Carmem foi me explicando o que teria que comprar com passar dos meses, são coisas essenciais para uso do bebê.
Decidimos que quando chegamos em casa faremos uma lista, e aos poucos eu iria comprar cada item daquele assim não ficaria tão pesado para comparar tudo de uma vez já que estaria sozinha nessa.
Eu sabia que elas iriam me ajudar, mas eu queria ter esse prazer em ter de comprar para o meu pacotinho a cada item daquele, o meu amor pelo meu pacotinho só aumentava a cada dia mais, e sabia que elas os amariam da mesma forma, eu sentia isso e eu me apegava a isso pois o bebê teria muito amor envolvido.
Depois das compras na loja de bebê, a Cecilia nos chamou para lanchamos na praça de alimentação, seguimos para lá mais antes de chegamos eu tinha visto um homem que parecia muito com o meu irmão, com um grupo de pessoas ao redor dele, ali ele não se parecia com meu irmão franzindo que tinha saído de casa com 14 anos e sim outra pessoa um homem feito, o Alisson estava muito mudado eu paralisei e Cecilia acompanhou o meu olhar...
—Antonella, o que aconteceu? ela me pergunta.
—Menina, você ficou pálida! dona Carmem diz.
—Não aconteceu nada. Tento mudar a direção do meu olhar, só eu sei o que senti quando o meu irmão não me queria ali perto dele, o vendo ali agora nem mesmo sabia o que estava sentido era uma mistura de emoções
incluindo mágoa pelas suas palavras ditas e acusatórias contra mim.
—Têm certeza? Você reconheceu alguém ali? Cecilia me pergunta olhando em direção onde o Alisson está.
—Sim, aquele que estar com a camisa vermelha é o meu irmão, o que se dizia ser. falo no fio de voz.
—Então é aquele babaca que te deixou triste! ela diz já indo em direção ao meu irmão mais a impeço de ir segurando o seu braço.
—Por favor, não vale apena, só vamos embora, por favor? peço eu não quero confusão.
—Antonella, não vamos embora só porque ele está aqui, até entendo de você não querer falar com ele, mais não vai ficar saindo do lugar por causa dele. Cecilia diz já me levando para o outro lado, mas acaba que o meu irmão olha em nossa direção, ele fica surpreso ao me reconhecer eu apenas balanço a cabeça decepcionada ao ver ele ali tão bem. Vou em direção me negando olhar de novo para ele. Como Alisson mudou nem parece o mesmo de
quando saiu da casa dos nossos pais.
—Não fique assim, ele não merece, ele pode não perceber mais ter você como irmã é uma sorte grande, e deixe que o destino irá mostrar a ele isso! _ senhora Carmem diz tentando me animar.
—Obrigada.
Nesse dia, fiquei me perguntando se ele tem tempo de sair e ficar por aí por que então ele não foi ver os nossos pais esses anos todos que estar por aqui?
Depois desse dia eu não tinha visto mais ele, e o apartamento com tempo descobrir que era do Alisson, mais que ninguém morava nele, o que é estranho.
Alguns dias se passou e Cecilia me levou para conversar com a chefe da amiga dela.
Ela já sabia da minha história e disse que me daria uma chance.
Estava muito ansiosa pois eu queria me sentir útil naquela cidade, e quem sabe trabalhando isso me ajudaria ver as coisas de outro modo!
Na segunda estava muito empolgada a Cecilia não pode ficar comigo pois tinha curso, mas a amiga dela Katia ficou comigo, tinha me explicado de como era a chefe dela, confesso que tinha sentido o um pouco de
medo, mas eu precisava fazer daqui alguns meses meu pacotinho iria nascer e eu precisa ter o meu canto e as coisinhas necessária, eu sempre souber fazer de tudo dentro de casa e fora também não iria deixar a insegurança me dominar agora. Eu não queria ser um peso para senhora Carmem e nem para Cecilia, elas já me ajudaram muito era o mínimo que poderia fazer ajudar com o pouco que iria ganhar.
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Atualizado até capítulo 89
Comments
Rosangela Ramos Soares
colheita Daniel...escolhas...
2023-04-01
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