Capítulo 9

Marco

Essa semana foi a pior da história, pensei que ia conseguir extravasar com Cartney, mas me enganei. Não consegui relaxar com nenhuma mulher, apenas Antonella vinha nos meus pensamentos, essa desgraça de mulher não sai dos meus pensamentos. Ela é um tormento para mim.

Acreditei que ela estouraria o limite do cartão em um dia, mas até hoje não gastou nenhum centavo meu.

Essa missão foi um fracasso, não conseguimos tirar nada dos soldados deles, e olha que fizemos todos os tipos de tortura, devido ao meu mau humor, acabei a colocar toda a missão a perder, matei os homens sem termos nenhuma pista, de quem foi o responsável pelo saqueamento, só sei ser alguém que odeia a minha família. Por isso, tive que redobrar a segurança da minha família. Ao chegarmos aqui, havia uma emboscada para nós. Matamos todos, mas acabei levando um tiro no braço.

Cartney, quis vir comigo para Nova York, não queria, mas ela insistiu muito, porém chegou causando com Antonella, que não abaixou a cabeça para ela. Acabamos tendo uma discussão e a mandei para um hotel. Ela quem iria fazer o curativo no meu braço, mas não tive um pingo de paciência.

Irritado, peguei a garrafa de whisky para beber e não sentir dor e levei Antonella para cuidar de mim, afinal foi a culpada por Cartney ir embora.

Essa mulher é uma perdição mesmo, fez o curativo com aquelas mãos tão delicadas, que nem doeu muito. Cartney quase me mata, toda vez que tenta remover alguma bala, ou fazer curativo. Fora que tem nojo de colocar as mãos nos ferimentos.

Em certo momento, acreditei que ia sair da minha sanidade e beijar essa mulher, ela é tão linda, tão gostosa. Só que essas qualidades, me fazem a odiar ainda mais.

A noite, quase não dormi pensando em qual será o próximo passo da minha vingança, o problema é que o meu corpo contradiz a minha mente.

Acordei, fiz as minhas higienes pessoais, tomei um banho, troquei-me e desci para tomar café, encontrei com Mário e descemos conversando, sobre a empresa. Fiquei muito surpreso, a casa estava toda cheirosa e a mesa do café toda arrumada. Bolo e café quentinhos e frescos, e tudo estava uma delícia.

Marco: Quem está limpando a casa e preparando o café? — perguntei desconfiado, de que ela estivesse pagando alguém.

Mário: Antonella!

A campainha tocou, a governanta foi abrir a porta, pois foi a única que deixei trabalhando aqui. Era Cartney, estava mais calma e tomamos café conversando, expliquei-lhe o real motivo desse casamento.

Antonella, chegou na sala de estar toda arrumada e cheirosa. Entregou uma pasta para Mário e saiu.

Cartney: Que papéis são esses?

Mário: Os documentos da empresa estavam uma verdadeira bagunça, sou administrador e não gestor financeiro... passei a semana toda tentando organizar os documentos, e analisar para ter certeza que estávamos sendo roubados! Antonella é formada em gestão financeira, poucas horas com a sua ajuda, organizamos tudo e ela descobriu que não fomos roubados, mas os executivos não estão investindo o dinheiro corretamente e tal...

Marco: Como pode dar liberdade para essa mulher entrar nos documentos da minha empresa?! Deve ser uma rata como o pai! -disse irritado.

Mário: Então deveria conversar com o seu gestor financeiro, e não comigo... parece que não me conheci Marco! Está duvidando do meu trabalho e da minha capacidade de analisar as pessoas! -disse asperamente. -Nunca deixaria Antonella mexer nesses documentos, se não soubesse com quem estou lidando!

Marco: Não quis dizer isso!

Mário: Mas foi o que pareceu!

Cartney: Calma, Mau! -disse a pousar a sua mão sobre a dele, para me provocar ciúmes.

Isso nunca me afetou e nem nunca me afetará, ela perdi o seu tempo, o que me intrigou foi que Mário, não cedeu as suas investidas dessa vez, e rapidamente tirou a sua mão.

Ele começou a analisar os papéis...

Mário: Uau... -disse a soltar o ar. — Cara, tem que ver isso!

Peguei os papéis e fiquei impressionado, no final teríamos uma renda muito maior.

Mário: Devia contratar Antonella! Ela é muito boa no que faz!

Cartney: Vai dizer que andou fudendo com a mulher do dom! — provocou.

Só de imaginar, desferi um soco na mesa os assustando.

Mário: Jamais faria isso! -disse asperamente. — E conheci uma mulher muito linda aqui em Nova York!

Marco: Já deu todo esse papo... vamos para o escritório! Precisamos resolver alguns assuntos pendentes da máfia!

Na hora do almoço, Antonella fez uma refeição maravilhosa, mais uma vez não quis nos acompanhar disse que ia trabalhar.

Passamos o dia trabalhando. Cartney foi embora e Mário saiu para jantar fora.

Na hora do jantar, nossa comida veio do restaurante, a governanta arrumou tudo e disse que Antonella quem mandou.

As horas foram se passando e nada dela chegar, fui para o meu quarto e tentei dormir, pois, estava exausto. No entanto, não consegui.

Já era meia noite, quando escutei ela chegar, fiquei transtornado.

💭... Essa vagabunda, só pode estar com outro!... -pensei.💭

Encontrei com ela no corredor.

Marco: Onde estava até agora? -perguntei asperamente.

Antonella: Trabalhando!

Marco: Pelo horário, só pode estar trabalhando num prostibulo! Fode com esses homens e comigo não quer! -gritei segurando o seu braço com ódio.

Antonella: Ficou maluco? -perguntou com um semblante assustado.

Marco: Eu pago o triplo que eles te pagam para dormir comigo! -disse já transtornado.

O ódio, de pensar que outro está tocando o que é meu, se sobrepôs a qualquer outro sentimento. Não quero fazer papel de idiota.

Antonella: Tira a mão de mim! -gritou.

Marco: Vai ser minha e eu vou pagar se for preciso! -disse encostando o seu corpo no meu.

Ela tentava me empurrar e gritava chorando, para que eu a soltasse.

Mário: Para com isso, Marco! -gritou chegando perto de nós.

A soltei e ela correu para o quarto chorando.

Marco: Que porra Mário!

Mário: Que porra estava fazendo? Ia obrigar Antonella a ficar com você?!

Saí irritado de lá, desci para o bar. Acabei quebrando várias garrafas de whisky de ódio.

Mário: O que está acontecendo com você, cara?! Quem está te perguntando é o seu amigo!

Marco: Essa mulher me tira do sério! Vê se isso é hora de chegar! Disse que estava trabalhando... só pode ser num prostibulo, pelo horário!

Mário: Como pode ser tão cego, Marco! Investigue primeiro, antes de agir feito um louco... tratando a menina como uma qualquer! Nem parece um dom!

Marco: Por que a defende tanto, vai dizer que...

Mário: Eu vou dormir e amanhã, quando estiver com a cabeça fresca, conversamos!

Ele subiu e eu fui para o meu quarto.

Não sei o que está acontecendo comigo, essa mulher está despertando o pior em mim.

...ΩΩΩΩΩΩΩΩΩΩΩΩΩΩΩ...

Cartney Salvatore

Meu nome é Cartney Salvatore, tenho 29 anos, sou a consegliere de Marco. Desde criança, sou completamente apaixonada por ele, quando começamos a transar, pensei que me levaria a sério, mas ele só me usa como diversão, mas confesso que não me importo, porque ele é perfeito e no final, sempre sou eu que ele procura.

Demorei muito, para conquistar o meu lugar na máfia, os meus pais Giovanni e Gisele, não concordaram para o que eu escolhi, mas amo essa vida.

Farei de tudo, para ser a primeira dama de Marco, saí da Itália para estar ao seu lado, e em Berlim permanecerei junto dele.

Mário é apaixonado por mim, mas é muito novinho..., de vez em quando até rola um beijo, mas ele não prolonga por respeito a Marco, ele me quer só para ele. E eu o uso para fazer ciúmes em Marco.

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Comments

tuca

tuca

a culpa agora é da antonela seu escroto isso foi desculpa porque vc poderia até chamar uma enfermeira pra fazer.mas vc quiz.humilhar a antonela

2024-11-16

2

Leidiane Lopes

Leidiane Lopes

Cartney nem parece que é filha da Giseli, pela a história da sua mãe achava que vc era mais cabeça feita

2025-02-03

1

Luciana Santos

Luciana Santos

tá lascada cartney

2025-01-30

0

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