...[Erden Von Drakon]...
Erden deixa a prisão Luten pelo mesmo caminho que veio, no meio das passagens secretas que tinha conhecimento. Agora ele sabe que foi realmente traído, Sir Carlos e o seu primo da família Oden, como outro cavaleiro da família Lins, ambas famílias pertencentes ao norte, sendo suas áreas de atuação na fronteira do principado de Busan.
Erden Von Drakon: " Agora sei que pode está acontecendo no Grão Ducado de Drakon... Uma rebelião. A família Oden e a família Lins se juntaram ao principado de Busan. Bem que eu soube a estranha movimentação das tropas de Busan, embora eu tenha dado a ordem de observar e reagir aos movimentos deles, com certeza ambas famílias fingiram seguir os meus comandos e agora temos uma brecha na defesa...".
Erden vai para pousada, ele tranca a porta do quarto e vai até pequena escrivaninha. Usando uma caneta pena e tinta começa a escrever sobre os seus planos seguintes, a situação atual era mais ou menos essa que ele escreveu no papel:
Quem está contra mim? - A família Oden e a família Lins.
Existe influência externa? - Principado de Busan.
Quais são os próximos passos? - Provar a inocência dos cavaleiros e recuperar controle do Grão Ducado, prevenir apoiadores das duas famílias (Oden e Lins) e fortalecer contra Busan.
Por que isso aconteceu?
Erden não sabe quando as duas famílias começaram a agir contra as suas costas. Mas, de uma coisa ele tinha certeza, isso tudo estava envolvido com a guerra pelo trono. Ele observa a folha escrita com os próximos passos e fala sussurrando.
Erden Von Drakon: Sempre um novo governante atrai atenção para o seu domínio, mesmo que principado de Busan age sempre contra o império Hyperion, esse ataque coordenado contra mim, após eu apoiar príncipe herdeiro...
Erden percebe que o problema era mais sério que ele poderia imaginar, se tinha mais coisas que ele não escreveu, mas, conseguiu imaginar. Porém, a sua mente estava com os seus cavaleiros presos em Luten, como ele poderia desloca-los e ele ainda não tinha conhecimento geral das forças do inimigo.
Erden Von Drakon: " Tenho que retirar todos dali, apesar disso, o que farei depois? Eu seria condenador e morto pela familia Oden e Lins, mas, quem garante que eles não irão me matar assim que me ver."
Erden percebe que ficar pensando demais pode acabar com dia. Ele decidiu dormir sem jantar. No dia seguinte, Erden passa novamente ao redor da prisão Luten, um plano bem arquitetado poderia ser a oportunidade de todos ali, ele tinha que garantir que mesmo perderia.
Erden Von Drakon: " Já posso por isso em dia? Onde ficarei? Quando eu atacar os regentes, saberão que estou vivo e pronto a reassumir o comando do Grão Ducado. Mas, é claro que apenas duas famílias se uniram com o principado de Busan para me ferir...".
Erden compreende que não poderia esperar muito tempo, enquanto estava circulando a área, descobriu através de uma conversa de dois comerciantes, que naquela hora do dia teria um julgamento contra os seus cavaleiros e se ele não agisse logo, nos próximos dias os seus cavaleiros estariam mortos.
...[Eleonora] ...
Isso aconteceu depois que Erden, deixou a prisão de Luten. Eleonora se perguntou do porque, o jovem Grão Duque estava agindo assim, escondido das pessoas. Desde que ela observou, andou nos mesmos lugares que ele, exceto a pousada/taberna, gradualmente compreendia as ações dele com bases nas conversas que ouvia.
Diferente de Erden, que ocultou a sua mana para evitar outras pessoas na prisão e andar por passagens secretas. Eleonora voou para perto de uma área remota próxima à prisão, embora o castelo torre de Luten, seja uma imponente construção na superfície. Havia várias partes embaixo da terra, como masmorras e câmaras isoladas.
Eleonora decorou onde exatamente Erden foi escondido. E depois que confirmar que regressou a pousada, retornou a prisão e estando nesta área remota, ela toca o chão. A primeira vista, não seria nada estranho, porém, sobre a roupa de viajante dela, surgia runas violetas e douradas, nos braços, pernas, se não por boa parte do corpo dela. O espaço estava a ser distorcido e alterado, pelo olhar de terceiros a Eleonora sumiu do mundo.
Ela cria uma barreira espaço e tempo naquela região, sendo assim, nenhum humano conseguiria percebe-la, mesmo se avisasse. O que a Eleonora era? Ela era parte deusa e parte dragão, uma espécie rara se não única neste mundo. Os seus pais eram dos dois clãs, deuses e dragões, a mãe da Eleonora ela descobriu quem era pelas palavras de Eragon.
...[Memórias]....
Eragon: Sua mãe? Você deseja saber quem era sua mãe?
Apesar de ser uma garota comum aos olhos humanos, para deuses e dragões, ela era uma aberração, um monstro. Ambas as raças priorizam a pureza dos seus poderes e filhos. Embora a concepção entre essas duas raças superiores no mundo nunca foi aberta ou discutida até aquele nascimento. Tirando Eragon e Ártemis, os demais seres divinos e dragonicos brigavam com a Eleonora, machucavam ela, mesmo sobre a forte proteção desses dois seres, eles não poderiam ficar 24 horas ao dia com ela. Devido a isso, as emoções de uma criança desde cedo, foram mortas e a Eleonora se movia apenas para sobreviver e retribuir o favor dos dois cuidadores dela.
Eragon: O que você sabe de tempo e espaço, nos dragões?
Eleonora já era uma garota desde dos 4 anos, sempre conseguiu entender questões e ter pensamentos avançados, ela era como uma mini adulta, devido às capacidades físicas, mágicas, mentais, divinas e dragonicas.
Eleonora: Dentre todas as espécies de dragões, há um círculo pequeno que por leis dos dragões vive com os seus números reduzidos. Eles são chamados dragões brancos Void White... Espera...
Eragon: Correto, os seus estudos sobre nós, dragões, não foram em vão e se fosse, eu lhe mandaria embora... Cof Cof... (Tosse forçada)... O nome da sua mãe, que era uma mulher dragão, ou dragão fêmea, como preferir, era Silvie, na nossa linguagem era chamada Silvpheis. Era filha do líder dos dragões Void White, sendo assim, a segunda dragão do espaço e tempo mais forte desta geração. Os dragões Void, consegue manipular as leis do espaço e tempo. Ambos são juntos e, ao mesmo tempo separados, se baseando neste conceito, os poderes dos Voids eram temidos, o Deus primordial dos dragões, Garhan, pediu para essa única espécie de dragão, não popular muito, em troca, lhes daria mais liberdade do que outros dragões e bem como um poder para cada dragão Void nascido. Você pode estudar a usar isso... (Eragon ativa a magia de espaço, abrindo uma fenda e dela cai monte de livros e pergaminhos)... Diferente dos seus pais, tios, irmãos, amigos e outros dragões Void. A sua mãe era bem livre e conversava bastante comigo e outros dragões, quando ela soube que estava grávida de você, ela deixou tudo isso para o futuro... (Eragon tira no seu rosto uma expressão triste e arrependida)... Caso ela não estivesse aqui. Leia tudo aqui e saberá mais sobre uma parte da sua origem.
...[Tempo presente]....
Eleonora estava aplicando o que aprendeu com estudos deixados por sua mãe, uma dragão do espaço e tempo. Ela ativando os seus poderes, conseguiu teletransportar para mesma posição onde estava Erden, sem ao menos ter ido uma vez ali. Justo quando ela adentrou a câmara dos prisioneiros, havia um cavaleiro ali checando o estado deles.
- Quem é você!? Identifique-se!!! Intruso na... (Dizia o cavaleiro guarda da prisão e setor).
Eleonora com a sua alta velocidade, consegue loucautiar o cavaleiro guarda, ela o põe sentado no banco ali perto e ativa a magia de fazendo adormecer, logo levaria umas horas até que acordasse. Ela olha para trás e ver na cela, os cavaleiros de Drakon que Erden conversou anteriormente.
Sir Lancelot: Quem é você!? Espera, como você simplesmente surgiu do nada!?
Todos ali viam a pessoa suspeita apareceu do nada diante do olhar deles e atacar um guarda. Todos ficaram tensos e observando o menor dos movimentos da Eleonora.
Eleonora: Vocês são cavaleiros de Drakon... Então ele veio ver vocês.
Sir Chopper: Quem veio nos ver? Do que você está falando? Você está com cara mais cedo?!
Eleonora percebe o que Erden fez, ela não poderia revelar a eles, que o seu Senhor, Erden Von Drakon, tinha ido falar com eles, baseado nas primeiras palavras e ações desconfiadas deles. Nem mesmo os cavaleiros tinham conhecimento de que diante deles, não era uma pessoa humana, apesar da forma humana que tinha.
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Atualizado até capítulo 504
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