...[Eleonora]...
A garota deixa a gruta de trás da cachoeira e parte rumo ao oeste, dando uns 300 metros de distância, ela encosta as costa em uma árvore e depois se senta um pouco, ela levanta a cabeça e olha pros céus cinzentados e com a neve caindo lentamente.
Eleonora: " Que droga estou fazendo... Eu não deveria me expor, ainda mais que decidi viver fora do clã... (Ela põe a mão esquerda sobre a cabeça e tocando o cabelo)... Todos os jovens de 18 anos, deixam o clã para viver no mundo dos homens, mas, recebemos 3 ordens absolutas: 1- Não revelar localização do clã, 2 - Não intervir no curso da história e por fim 3 - Não revelar a si mesmo para mundo... Já quebrei duas últimas regras ajudando o Erden... Irei deixa-lo perto de Regios e depois seguir meu rumo. Tenho 20 anos para retornar ao clã, até lá viverei na sombra do mundo e dos homens...".
Trinta minutos depois, Eleonora retorna a gruta com gravetos e quatro lebres e dois coelhos de chifre, Erden reconheceu os dois coelhos de chifre, pois, são duas bestas mágicas.
Erden Von Drakon: Espera um pouco?
Eleonora olha para ele quando ela ia cortar as caças, começando pelos dois coelhos mágicos.
Eleonora: O que? Nunca viu esse tipo de monstro?
Erden Von Drakon: Não é isso, você planeja come-lo? Uma besta mágica?
Eleonora suspira.
Eleonora: A melhor forma que conseguir conseguir recuperar as forças a tempo, devorando a carne de uma besta mágica, normalmente comeria apenas elas, mas trouxe quatro lebres para ti e misturar as carnes.
Erden Von Drakon: Isso é profano... Não, nenhum humano consegue comer a carne de uma besta mágica, eles morrem depois de consumi-la.
Eleonora: Então a humanidade regrediu bastante. De fato, a carne de uma besta mágica, tóxica ao corpo devido a presença de magia e mana da besta morta. Mas se eu misturar sua carne a outro animal que não seja mágico, irá dissolver toxicidade.
Erden Von Drakon: Isso é sério? Então poderiamos solucionar problema da fome em alguns lugares do continente.
Eleonora: Desculpa, mas não. Eu estava brincando com você...
Erden Von Drakon: Hã?! Brincando?
Eleonora: Sim, metade que disse é verdade, devido a mana e magia da besta mágica morta, torna difícil a pessoa comer. Isso por que a pessoa em si não tem reservas de mana altas, como se você repor a mana perdida.
Erden Von Drakon: ... Isso não teve graça...
Eleonora: Normalmente não tem mesmo, soube que brincar um pouco antes de demonstrar uma verdade bruta, ajuda a pessoa...
Eleonora pega as caças e deixa as armas dela dentro da gruta, ela corta as carnes e lava sangue saindo delas com a água da cachoeira. Erden a observa e começa a preparar a fogueira, tempo depois Eleonora retorna com as carnes, ela pega uns gravetos e espeta nas carnes, tempera-las com especiarias que Erden reconhece e as põe perto do fogo.
10 a 15 minutos depois, as carnes cozinhadas e assadas estavam prontas para consumo. Eleonora pega um dos espetos, este contia a carne da besta mágica morta e oferece a Erden.
Erden Von Drakon: Irei morrer?
Eleonora: Não hoje, se comer essa carne. Suas reservas de mana estão baixas, o coelho de chifre menor das bestas mágicas, ideal para pessoas com baixa reserva de mana e que não estão acostumadas a comer tal carne.
Erden começa hesitando em pegar o espeto, mas, ele observa a Eleonora. Ele percebe que para alguém que salvou a vida dele, não mataria quando ele se sentisse seguro. Logo, ele pega o espeto e espera a Eleonora comer o dela, mas, sem nem ao menos hesitar, ela come a carne da besta mágica.
Erden Von Drakon: Ah... Tudo bem então...
Erden dar uma mordida na carne, em primeiro momento a carne não tinha nenhuma diferença entre de lebre ou coelho comum. Embora o sabor seja denso de consumir, era meio duro de mastigar e gosto de ferro vindo do sangue mesmo com a carne limpa era bem presente. Mas, Erden compreendeu assim que estava terminando de comer a carne, que sua mana perdida, sua fadiga estavam sumindo.
Erden Von Drakon: Isso é incrível... Sinto meu poder mágico recuperar mais rápido...
Eleonora: Ótimo, precisa descansar para poder se acostumar com isso, pus uma barreira na entrada da gruta, bestas mágicas e animais selvagens não irão entrar.
Tempo depois, Erden adormece, Eleonora fica de canto da gruta. Ela observa o crepitar da fogueira e as memórias do passado dela vieram à tona.
...(Passado indefinido...)....
Eragon: Escute criança, segredo de nossa raça deve sempre se manter as escondidas do mundo mortal. Isso foi um acordo entre Dragões e Deuses. Nenhum dos dois assumiria um lado nas raças do mundo para puxa-los para um dos dois lados.
Dizia para a Eleonora quando ela tinha 5 anos, um imenso dragão negro. A região era domínio dos dragões e deuses, no meio da grande floresta de Dras, nas grandiosas montanhas. Perto do pico das montanhas ou no centro delas eram território proibido, onde vivem os deuses e dragões, usando poderes mágicos divinos ou dragonicos, eles escondem suas casas e existências do mundo. Nos picos das montanhas, o espaço é distorcido onde vivem duas grandes cidades nos céus: Divine, a capital dos deuses e Dragonar, a capital dos dragões. Ambas cidades vivem uma de frente para outra, sobre pico de duas montanhas.
Eleonora: Obrigada... por me salvar...
Dizia a menina com dificuldades em falar. O dragão começa a emanar uma leve luz violeta e vai diminuído de forma até que assume forma humana, um homem de 32 anos com longos cabelos negros e olhos vermelhos. As vestes eram escuras e apesar da sua forma física ser alterada, a garota tremia.
Eragon: O que a Ártemis tinha na cabeça ahhhh...
Um brilho dourado suave entra na caverna e depois intensifica revelando forma de aspeto humano. Uma mulher de 27 anos, de pele branca com longos cabelos prateados e olhos azuis. A aura que emitia era divina.
Eragon: Ártemis!!! Sua deusa idiota!!! Por que trouxe a menina proibida para cá?
Ártemis: Ela ainda não despertou, ela mais fraca que todos nós, deuses e dragões, como queria a deixasse a própria sorte na floresta de Dras ou mesmo perto de algum assentamento humano?
Eragon: Os conselhos de ambas raças estão decidindo a vida dela, poderia ter deixado na praça dos deuses ou dos dragões, mas, por que na minha casa!?
Ártemis: Ela é mais acostumada aos dragões do que aos deuses. Não sabe disso, uma das lideranças dos dragões, Eragon, Dragão das trevas.
Eragon: Ahhh... Ela nem fala a língua dos humanos, que é considerada mais fácil do que a língua dos deuses e dragões ...
Ártemis: A mãe e pai dela...
Eragon: ... Você sabe que foi ferida gestante e deu a luz as pressas e o pai dela... O Nirtur não lhe contou?
Ártemis: Contou, mas, é difícil de aceitar isso... Ela um é dragão e ele um Deus. Apesar de ambos serem de raças que séculos atrás viviam em guerra, conseguiram se apaixonar e consumar esse amor...
Eragon: E veja... (O dragão aponta para Eleonora)... tal [amor] está aqui na minha casa!!!
Ártemis: Os deuses em sua maioria preferem pureza do sangue. O mesmo com os dragões não é, Eragon?
Eragon: Sim, por isso ambos lados estão decidindo sobre a criança proibida. Eu não queria participar da reunião... Acho idiota.
Ártemis: Você é gentil, dragon darkness...
Eragon: Cala a boca... Ela é metade dragão, não sou cruel de matar uma vida que nasceu, cujo a mãe lutou tanto para deixa-la viver...
Ártemis: Sim... (A deusa olha para pico da terceira montanha a oeste da entrada da caverna)... Eles estão nos chamando...
Eragon: Tsk... (Estala a língua)... Ambos os lados não chegaram ao um consenso e buscam alguém ou duas pessoas para votar... Idiotas... (Eragon faz surgir asas nas costas e pega a Eleonora com uma das mãos, como se fosse um saco de batatas)... Vamos lá.
Ártemis: Credo... Trate ela bem...
Ártemis faz surgir asas douradas de anjo e voa logo atrás de Eragon, havia duas montanhas uma frente para outra, cada uma tinha uma grande cidade, uma dos deuses e outra dos dragões. Mas, haviam outras duas montanhas menores que tinham em seus picos povoados destas duas raças e a terceira maior montanha, residia o Conselho das duas armas, que raramente se une para decidir futuro em conjunto dos deuses e dragões, eles reuniram para decidir futuro de Eleonora. A filha de uma dragão com um deus, uma mestiça.
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Atualizado até capítulo 504
Comments
Ilizeth Domingos
muito interessante,,,,espero que o livro tenha fim,,,,não pare pela metade
2024-04-20
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