Eleonora abre os olhos depois que lembra do seu passado. Ela viveu com a divindade, Ártemis e o Dragão das trevas, Eragon. Ela foi ensinada por ambos a viver no mundo seja dos deuses ou dos dragões. Mas ela não era bem-vinda em nenhum dos dois lados, por mais que desejasse. A deusa e o dragão ensinaram-lhe tudo que podiam, desde do básico do corpo dela, ao entendimento como linguagem, artes, formaram do zero a personalidade da garota que deveria ser função dos pais. E o principal... Os poderes dela.
Ártemis e Eragon não sabiam como a era o poder da Eleonora, ela emitia aura divina e dragonica, mas, sempre que usava um dos dois poderes, o outro poder descontrolava dentro dela. Tanto que por 10 anos pesados, ela treinou o corpo e mente para usar ambos poderes ao mesmo tempo, e isso a fortaleceu ainda mais.
Porém, o acordo com lei de ambas raças dragonicas e divinas, que seus filhos ao completarem 18 anos saíssem das cidades capitais e vivessem no mundo, eles poderiam voltar em um a dois anos... Mas, no caso da Eleonora, ela nunca poderia voltar a duas cidades, viveria na sombra do mundo.
Eleonora: "Farei isso... Deixarei Grão Duque longe do perigo e mandarei ele rumo a Regios, caso alguém do porte dele morra, exércitos humanos viriam desbravar essas terras. Agora essa floresta é minha casa...".
...[Erden Von Drakon]....
Erden acorda lentamente, ele percebe que a Eleonora estava apagando a fogueira. Ele tinha adormecido mesmo e nem se quer percebeu todo movimento na gruta.
Erden Von Drakon: Poderia ter me acordado...
Eleonora: Sim, poderia. Mas, não desejei fazer isso. Você tem recuperar suas forças, espero que hoje estaremos pelo menos metade do caminho para Regios.
Erden observa as ações da jovem mulher, que era apenas uns anos mais nova que ele. Porém, a sabedoria dela era algo que mesmo Grão Duque atual, ou os anciãos da família Drakon poderiam sonhar ter.
Erden Von Drakon: Desculpa a brincadeira... Mas, deseja se livrar de mim tão rapidamente? ... (Disse isso em tom de brincadeira).
Eleonora para que está fazendo, se levanta e encara Erden, ele mesmo percebe que a Eleonora era uma lady bastante bonita. Seus cabelos longos prateados davam tom de poder e sobrenatural, seus olhos eram vibrantes e profundos, com brilho violeta com vermelho incomum aos homens e a pouca pele que viu, branca como uma folha pura ou como a neve.
Eleonora: Se o senhor, que é como rei em suas terras. Não está nenhum pouco preocupado com a sua situação atual, pelo menos um de nós deveríamos está. Eu poderia simplesmente me livrar disso tudo e seguir o meu rumo.
Eleonora se vira e caminha rumo a entrada da gruta, mas, para com as palavras de Erden.
Erden Von Drakon: Me desculpe por isso... Eleonora.
Eleonora: Tudo bem, não ligo mesmo, vamos... temos longo caminho pela frente...
Pouco tempo depois, os dois saem da gruta e ativam seus poderes mágicos. A magia de corpo reforçado e se lançam rumo a Regios. Erden sem ver a Eleonora em sua frente, o fluxo da mana dela era completamente diferente a dele. Era forte, pura e fluente como se fosse um só com mundo.
Eles passam duas, três, seis horas caminhando sem descanso. Tinha horas que pulavam entre as copas e galhos das árvores e se escondidam de bestas mágicas, havia vezes que Erden queria lutar, mas a Eleonora sempre o deteve.
Eles param diante de um riacho para beber água, pelo menos Erden. A Eleonora estava sempre atenta ao redor, como se estivesse esperando um ataque.
Erden: Tudo bem? Não sente sede? Nem mesmo fome? Tenho carnes assadas aqui comigo.
Eleonora: Se preocupe com você mesmo, que de mim cuido eu.
Erden Von Drakon: Não precisa ser assim, somos parceiros de viagem...
Eleonora: Se não caiu a realidade ainda para ti. Estamos dentro de uma floresta que não tem misericórdia de ninguém, passamos horas nos escondendo de bestas mágicas, pois, lutar contra qualquer coisa que aparecer em nosso caminho é suicídio.
Erden Von Drakon: Apenas lhe ofereci um descanso!!! Não precisa agir assim. E não iria lutar contra todas as bestas mágicas pelo caminho.
Eleonora: Tudo bem, mas, tenha cuidado... Não podemos mexer muito nos domínios das bestas mágicas...
Erden Von Drakon: Brigas territoriais?
Eleonora confirma com o balança positivo da cabeça.
Eleonora: Sim, muitas das bestas mágicas e animais selvagens tem territórios, se o matar-los sempre que vermos. Outros inimigos destas bestas e animais vêem pegar como domínio para si. Isso poderia causar danos para alguém desliza por essas terras...
Erden Von Drakon: Me desculpe...
Eleonora olha pro céu, era três a quatro e meia da tarde. Ela compreendeu que está na hora de parar o avanço.
Eleonora: Tudo bem, iremos procurar um novo abrigo para nós. A noite fica mais perigoso a floresta, não quero tentar lhe proteger.
Erden Von Drakon: O que? Eu sei me defender...
Eleonora: Sim, sim, sabe sim... (Disse dano os ombros)... Irei procurar uma caverna ou um lugar aqui perto para nós...
Eleonora dar um salto para alto das árvores e some. Erden fica perto do riacho concentrado ao seu redor.
Erden Von Drakon: " Queria traz-la para Grão Ducado de Drakon, ela sabe agir bem na floresta. Fiquei melhor mesmo depois de saber andar nestas terras e tornar nosso comércio seguro...".
Algum tempo depois, após uns dez minutos, Eleonora retorna a Erden e disse que achou uma árvore para eles descansarem. Erden sem acreditar que disse isso e a Eleonora se manter firme na escolha.
Erden Von Drakon: Meu Deus... Isso é sério?
A árvore era imensa, o tronco passava de trinta metros de diâmetro. Mas, mesmo com essa largura. Eleonora aponta pro alto.
Eleonora: Não iremos dormir no chão, mas, nos galhos médios dela. Nesta região são poucas, as bestas mágicas e animais selvagens que escalam. Vamos enquanto ainda temos sol...
Erden Von Drakon: Sim, sim...
Ambos usam seus poderes mágicos e sobem na árvore centenária. Do alto, Thirmos tem uma vista imperdível da região. Ele olha para Eleonora, então ele ver alguma tristeza em seu olhar, apesar que imagem e momento eram incríveis.
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Atualizado até capítulo 504
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