...[Ordem do princípio]....
Cada raça do mundo tinham o seu Deus Criador, Luminus, era Deus Criador dos humanos. Ele como demais deuses primordiais tinham diversos deuses menores que ajudavam a criar o mundo. Embora não fossem chamados ainda de deuses, eles que criaram tudo e seria chamado futuramente.
Os deuses primordiais observaram o mundo sem vida, que tinham apenas os deuses menores. Então ele propôs o seguinte:
- Vamos criar vida animada e inanimada neste mundo. Vamos florescer cada ser criado, seja agora e no futuro. Preenche-o com os nossos dons e poderes…
Os outros deuses primordiais, aceitaram a proposta de Luminus, foi então que vida do mundo nasceu, cada raça, tendo os deuses como guias que lhe deram, conhecimento, sabedoria, força, vida. Por séculos que viram milênios, cada raça vivia com seus deuses.
Se passando dois mil anos, Luminus, chamou as outras divindades e fez uma segunda proposta:
- Depois de um tempo, preenchemos este mundo, dermos vida de diversas formas a ele. Vivermos entre as nossas criações, apesar que foi admirável e deixou-nos orgulhosos, devemos dar-lhes a oportunidade perfeita de caminhar por si só, como virmos os pais deixando os seus filhos seguirem o próprio caminho. Farei isso com a minha criação, verei eles dos céus, dos mares, das montanhas, deixarei as minhas bênçãos, força e tudo que os fará seguir, mas, não estarei com eles. Eles não me ouvirão diretamente, nem mesmo mais me virão. Não pelo qual os odeie... pelo contrário, por amar tanto eles, desejo observar o potencial deles, quero-lhes dar a oportunidade de provar que todo o meu e dos demais deuses não foi em vão...
Com isso, os deuses primordiais, fizeram a mesma coisa. Dois mil anos após criação ser feita, tais deuses primordiais deixaram o mundo. Restando apenas os deuses menores de cada raça. Nem mesmo tais divindades sabiam onde estavam aqueles imensos seres, por mais que eles o procurassem, não encontravam. O que todos os deuses primordiais deixaram para trás, para os deuses menores foram isso: - Observai o mundo, sem interferir no curso da história. dão-lhes bênçãos como cada Deus primordial deu, mas, não ande mais no meio deles como deuses. Fazei como desejam os vossos corações, mas, nunca interfira diretamente da fundação de cada raça. É permitido até certo ponto e essa permissão caberá a vocês decidir entre vocês mesmos...
Com isso, os deuses menores seguiram as palavras dos deuses primordiais. Observando dos céus, ou de perto sem revelar suas identidades divindas. Com isso, as raças do mundo, seguiram de acordo com suas próprias visões de mundo, reinos de cada uma das raças, nascia, crescia e caía. Esse processo se repetia por mais de dois mil anos, neste tempo houveram muitas mudanças.
Os deuses menores de cada raça decidiram viver juntos nos continente de suas criações juntos, formando uma nova raça chamada deuses. Deuses menores dos humanos e deuses menores dos dragões, viviam brigando entre si, embora que as duas divindades primordiais deles Luminus dos humanos e Garhan dos dragões não tivessem nenhuma briga.
Eles viviam nos picos das montanhas, no interior das florestas densas, longe dos olhos da humanidade ou de outras raças. Mas era no alto das montanhas geladas da floresta de Dras, que as duas cidade de deuses e dragões brigavam. Lutas e disputas eram constantes, até mesmo brigavam no mundo mortal, mas, sempre se contendo.
Ninguém esperava que com a diminuição das brigas, quando as duas divindades maiores entre os deuses e dragões, Thales dos deuses e Hardan dos dragões fizeram um acordo de paz. Que foi as leis entre deuses e dragões e que uma dragão e um deus tivessem uma criança... Que seria chamada Eleonora.
Eleonora foi agredida por ambos os lados, pois, o sangue e existência dela eram misturado entre Dragões e Deuses. A sua mãe morreu a dar-lhe luz depois que retornou a capital dos dragões ferida do mundo humano. O seu pai faleceu depois de ir ao continente da raça dos demônios em uma missão dos deuses humanos. Os únicos entre os dois lados que cuidavam bem dela, era a deusa da caça, Ártemis e o Dragão das trevas, Eragon, se passou 4 a 7 anos desde do nascimento da menina. Quando conselho dos deuses e dragões chamou por ela, Eragon carregava Eleonora enquanto era xingado por Ártemis por não lhe trazer bem.
A terceira montanha da grande floresta de Dras, era como cidade unida de deuses e dragões, onde conselho de ambos se reunia. Ambos os lados, olharam para Eleonora com ódio e desprezo, a menina se esconde embaixo das asas de Eragon.
Eragon: Mantenha a cabeça erguida pequena... Credo...
Thales: Obrigado a todos que vieram, ambos conselhos decidiram suas opiniões a respeito da garota. Os deuses decidiram em unanimidade a morte dela... (Thales olhou para Hardan).
Hardan: Os dragões decidiram em maioria a morte dela. Embora ouvi muitas divindades e dragões debaterem nas cidades capitais.
Os presentes da reunião gritavam palavras de ódio contra a Eleonora, porém, outros diziam que era desnecessário aquilo. A pequena Eleonora, apesar da jovem idade, compreendia bem aquilo tudo, embora não chorasse, as lágrimas desciam pelo coração e seu corpo tremia. Foi então que Ártemis bateu com sua lança no chão e Eragon a sua cauda, o forte estrondo ecoou pelo prédio do Conselho da 3 capital celestial.
Ártemis: Isso é... uma forma de sentença idiota e injusta.
Eragon: Apenas monstros sem nenhuma inteligência matam seus filhotes por muito menos, eu sei que muitos aqui temem o poder e existência dela. Senhor Thales e Hardan me digam a opinião de ambos...
Thales olhou para Hardan e permitiu a Hardan dizer primeiro.
Hardan: Honestamente, Eragon, não compreendermos como essa criança nasceu da união de um deus e uma dragão. Deuses ficam com deuses, dragões com dragões, da mesma forma que humanos com humanos e assim segue as raças. Eu não sou frio bastante para matar alguém que ainda é filhote.
Thales: Minha resposta é a mesma que Hardan. Não temo a garota, apesar de não ter nada que assembleia ela à um deus ou dragão. Porém, como podemos permanecer seguros e continuar nossas vidas com ela viva? Se tivesse outra opção lhes daria, mas, não posso decidir todos que me seguem com base na minha visão e sim com a união de todos os seres de cada lado.
Ártemis: Se ela conseguisse provar seu valor e remover esse medo? Eu e Eragon cuidaremos da menina.
- O que!? (Todos na reunião gritavam e murmuravam).
Eragon: [Tem certeza disso? Desde de quando falei que cuidaria dela?! ]... (Disse sussurrando para Ártemis).
Ártemis: Cada filho de Deus ou Dragão, deixa a capital de cada raça, para viver no mundo mortal e compreender a sua origem e poder. Mas, mesmo assim deve ser antes preparado e viver com as raças do mundo. Sugiro que fazemos com ela... (Ártemis vai até Eleonora e a abraça)... Eragon e eu, cuidaremos dela e quando ela for maior será mandada ao mundo, se ela não causar nenhum mal ou ferir as nossas leis, viverá, porém, se for contrário disso pode matar a mim e ao Eragon junto delA.
Thales e Hardan se olham e suspiram, mas, olham para Ártemis e Eragon com sorriso. Ambos concordam apesar do protesto de vários deuses e dragões. Com isso a Eleonora, viveria com ambos, sendo treinada e educada para sobreviver aos deuses e dragões bem como outras raças do mundo e isso tudo foi uma memória do passado da Eleonora.
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Atualizado até capítulo 504
Comments
Eliana
Eita Ferrou. Já quebrou 2 regras
2023-05-27
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