Capítulo 20

No primeiro livro capítulo um saem uns símbolos os quais jamais vi.

No segundo capítulo saem alguns diferentes e entre eles está o que está desenhado na entrada da estrebaria, pelo que diz aqui este se usa para sacrifício.

Isso então quer dizer que o senhor Tomas está querendo sacrificar os cavalos de seus irmãos.

Sigo vendo e lendo.

No capítulo 6 sai que o demônio marionete utiliza a imagem de algum familiar falecido ou de crianças inocentes para poder possuir os corpos de pessoas débeis que os consigam ver ou de médiuns que ainda não sabem manejá-lo.

Também sai que é muito perigoso ainda que não pareça, já que este demônio está ligado ao demônio da luxúria.

Isso quer dizer que se possuir um humano normal pode obrigá-lo a realizar coisas das quais jamais estará consciente.

E só saberá uma vez exorcizado, o qual seguramente trará consequências.

Em caso de possuir um médium o perigo é maior, posto que o ou a médium estará consciente do que faz e não poderá controlá-lo.

São 23 h, tudo aconteceu muito rápido, decido retirar-me pelas crianças, o padre Giovanni me diz que vá todos os dias depois das 19 h que é quando os fantasmas andam mais por assim dizer.

Para poder treinar minha vista e meu ouvido melhor.

Lhe disse que bom e me retirei a casa da minha mãe.

Quando chego na casa da minha mãe, meu pai está me esperando para irmos buscar as coisas.

Subo na caminhonete e vamos.

Ao chegar em minha casa vi que não havia ninguém assim que entramos, abri a porta e começamos a tirar as caixas, quando terminamos de tirá-las meu pai as levou para sua casa.

Lá me ajudaram minha mãe e minha irmã.

Enquanto ele descarregava as coisas eu comecei a desmontar as camas e deixar tudo perto da porta.

Meu pai voltou e começou a carregar, uma vez cheio foi-se.

Só ficavam as cortinas as quais decidi tirar por último por precaução, a máquina de lavar roupa, a televisão, a mesa e a geladeira.

Voltou e terminamos de carregar tudo, fechei a porta com chave e a deixei pendurada perto de uma janela da cozinha, a qual se abre fácil.

Chegamos na casa da minha mãe e baixamos o resto das coisas.

Pergunto se aviso a ele que fui e minha mãe me diz que não avise nada até amanhã para que ele não venha agora para casa.

Enquanto arrumamos um pouco olho a hora e já eram 3 da madrugada, lhes digo que vão dormir que depois arrumo as coisas durante o dia, me dizem que bom e se retiram.

Eu vou me deitar com meus pequenos que estão dormindo no colchão que jogamos no chão.

Estou deitada mas não consigo dormir, me sinto estranha, como se algo não se encaixasse.

Me viro para um lado e para o outro.

A cadela não late, isso me deixa um pouco tranquila mas não sei porque me sinto assim.

Tento dormir mas continuo sem conseguir.

Sinto a mão no meu ombro e sua voz.

_A voz: Você se sente assim porque o diabo mandou demônios para vigiar.

Mas não se preocupe porque eles não podem entrar.

Obrigada digo em voz baixa, e me viro abraçando meus pequenos até que consigo dormir.

A manhã chega rápido e me levanto para levar as coisas para um quarto tipo salãozinho que minha mãe tem no fundo com banheiro, o que é ótimo porque vamos poder usar como um apartamento sem prejudicar a tranquilidade dos meus pais.

Meu pai e minha irmã me ajudam enquanto minha mãe prepara o café da manhã para os pequenos.

Já é meio-dia e eu continuo arrumando as coisas.

_Avó: Falta muito?

_Eu: Não, só tenho que estender as camas e ligar a garrafa térmica.

_Avó: Ah ok, porque já vai estar pronta a comida.

_Eu: Ok já vou.

Depois de um tempo terminei tudo, vou almoçar, uma vez que terminamos lavo os pratos e levo para as crianças para que vejam como ficou a casa arrumada.

Eles gostaram muito de como ficou tudo.

O bom é que não os deixo sozinhos nunca, porque não sei se contei, sou escritora, então trabalho em casa.

É muito agradável porque não tenho que incomodar minha mãe sempre.

A tarde vai passando e já está na hora de ir com o padre Giovanni.

Deixo tudo preparado para as crianças com os desenhos que gostam, digo para se comportarem e levo o bebê para minha mãe e aviso que as crianças estão vendo desenhos.

Vou indo para aquele lugar.

Chego e o padre Giovanni já está me esperando com os livros e com o que vamos praticar hoje.

Voltou a me dizer para tentar ver se há algum fantasma.

_Eu: Vejo uma mulher, cabelo preto, tem um coque, vestido longo preto.

Está muito séria, suas mãos estão na frente como costumavam andar as mulheres nos anos 60 se não me engano.

_Giovanni: Ok, pergunte seu nome.

_Eu: Como se chama?

Ela me olha fixamente, seus olhos se tornam negros, sua boca se abre mais do que o normal e grita.

_Fantasma: ASKRI.

_Eu: Seu nome é ASKRI.

(Digo o que ela está fazendo)

_Cler: Bem, não se ponha nervosa, estamos aqui para te ajudar.

_Giovanni: Siga os conselhos de seus companheiros, não desconfie deles.

_Eu: Está se aproximando.

_Giovanni: O que ela diz.

_Eu: Que eu não deveria estar aqui, este não é meu destino, vocês só estão me utilizando e ofuscando meu poder.

(Repito enquanto me afasto dela, mas ela me segue e ri)

_Fantasma: Nch nch nch você não sabe o que ele pode fazer por você, muito mais do que eles seriam capazes de fazer.

É melhor que se entregue a ele e aproveite todos os benefícios que ele pode te dar.

_Cler: Está tentando convencê-la padre.

_Giovanni: Repita o que Eddi diz.

(Olha tudo o que acontece, esperando o momento em que tenha que agir)

_Eddi: Deus te ordena que deixe este mundo ASKRI e que volte ao lugar de onde veio.

_Cler: Diga com calma e com voz firme.

_Eu: Ok.

Deus te ordena que deixe este mundo ASKRI e que volte ao lugar de onde veio.

Digo com voz firme, ela começa a mover a cabeça rápido de um lado para o outro.

_Eddi: Eu te ordeno em nome do pai, do filho e do espírito santo, amém.

O padre Giovanni me dá um frasco com água benta e me diz para jogar em forma de cruz enquanto digo isso.

_Eu: (Enquanto faço o que ele me disse).

Eu te ordeno em nome do pai, do filho e do espírito santo, amém.

Ela desaparece dando um grito.

_Cler: Foi-se padre, excelente desta vez você foi muito bem. (Aplaudem todos).

_Giovanni: Agora me diga se você pode notar alguma diferença entre esta e a anterior.

_Eu: Sim, houve uma, foi a seriedade e seu rosto.

Da outra vez ainda que tenha sido uma menina esta sorria mas neste caso ela estava séria.

A menina continuou sendo linda mas a mulher teve seu rosto deformado.

Também no nome, a menina tinha um nome terno e a mulher um de demônio.

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