(JULIAN)
Depois do dia agradável que tivemos ontem, parecíamos ter nos entendido, durante a noite acabamos bebendo um pouco demais, Val venho até meu quarto e começou a tirar suas roupas, estava gostando disso, falam que quando bebemos fazemos o que queremos quando estamos sobreos, mas não iria me aproveitar da situação, mesmo eu estando bêbado tinha totalmente minha razão em dia, eu a coloco na minhas cama e ela tenta me beijar mais não deixo ela fica brava e acaba dormindo ali mesmo, a cubro, então pego algumas cobertas e me deito no chão, durante a manhã seguinte me levanto dolorido, e vou até o banheiro faço minha higiene pessoal tomo um banho, mais quando eu saio do banheiro ela veio com acusações, e ser acusado disso pra mim é demais, posso ser o que for mais respeito muito as mulheres, então a mando ir embora do quarto não quero ver ela, me visto e desço para meu escritório resolvo algumas coisa quando Ramon me liga.
LIGAÇÃO....
*Julian*
Ramon algum problema.
*Ramon*
Sr. Um Bukovski quer o encontrar amanhã o que acha.
*Julian*
Sabe que eu não gosto da família Bukovski.
*Ramon*
Sr. E o filho do chefe sabe que não podemos entrar em guerra por pouca coisa assim do passado, e bem pensei que estava tudo resolvido entre vocês, não se preocupe não é o Darlan, e sim um dos irmãos, pelo que sei Darlan tem um irmão gêmeo acho que é isso.
*Julian*
Sendo assim tudo bem, sabe que não vou com a cara daquele homem, voltarei amanhã a noite, e o encontro depois de amanhã em minha casa.
Desligo e continuo o que estava fazendo, mais acabo parando o que será o um Bukovski quer comigo, não é que eu odeie a família toda, mas Darlan Bukovski era, não é um homem covarde a muitos anos tinha vindo ao meu país e no dia que estava na minha boate como de costume checando ok lucro do mês, tinha havido um tumulto e quando fui checar uma das mulheres que trabalhava prra mim o acusava de assédio e o desgraçado a estava culpando, fiquei com mais raiva ainda quando seu pai tentou acoberta isso, dava pra perceber no seu olhar que ele estava gostando daquela situação, e isso eu não consigo esquecer, o seu geito de presunção era uma facada no peito, tiro esses pensantos da cabeça e volto ao trabalho, quando um de meus homens bate na porta, o mando entrar.
*Segurança*
Sr. O Sr esta aqui a horas e não comeu nada ainda, sua mãe me mandou fazer isso então sinto muito.
*Julian*
Tudo bem já estou acostumado com isso.
Olho o meu relógio e já são seis horas, nem percebi o tempo que fiquei aqui no escritório, mais quando estou trabalhando acabo perdendo totalmente o foco das coisas, olho para meu segurança.
*Julian*
O que val comeu.
*Segurança*
Ela não saio do quarto Sr.
*Julian*
Tudo bem pode ir.
Por mais que eu quisesse, por alguma razão não conseguia ficar com raiva dela, mas as suas acusações feriam o meu ego, fecho o meu notebook que nunca ando sem me levanto e saio do escritório, mando um dos meus homens pedir comida, e me sento no sofá depois de alguns minutos ele chega e me entrga, deixo na mesa e subo, mais escuto um barulho muito alto, corro até o quarto e quando abro a porta, Val está no chão aos prantos, o que aconteceu porque está assim, vou chegando mais perto dela.
*Valentina*
Não... não chega perto de mim.
Não a escuto e vou até ela, a pego com calma, na minha frente não existia aquela mulher forte e sim, uma mulher vulnerável, ela me olha e acaba me abraçando, o que tem nessa mulher que me faz agir assim, ela demonstra ter tanta força e ao mesmo tempo ser tão frágil, a abraço forte, eu não a amo mais sinto que poderia amar ela se ela me permitisse, até porque me casei com ela, foi assim com meus pais, em meio ao abraço a pergunto.
*Julian*
O que foi que aconteceu com você.
*Valentina*
Nada, eu não quero falar sobre isso porfavor, não me obrigue a falar.
Pego ela no colo e coloco e a levo para sua cama, quando estou saindo, sinto sua mão na minha.
*Valentina*
Fica comigo...
*Julian*
Olha eu até queria mais não gostei do que você falou, vai que muda de ideia.
*Valentina*
Me desculpa, eu sinto muito.
Aquela é a primeira vez que ela me pede desculpas sem ser praticamente forçada, ou parecer falso, olho pra ela.
*Julian*
Não está com fome.
Ela acena com a cabeça, saio do quarto e pego alguma das coisas que meus homens trouxeram, subo e me sento ao seu lado deixando alguma das coisas na cama, comemos juntos, e depois tiro as coisa e me deito.
*Valentina*
Eu vou tomar um banho, já volto.
*Julian*
Vou também tomar um banho e volto pra cá se ainda quiser que fique.
*Valentina*
Sim eu quero...
Ela levanta da cama e vai até o banheiro, saio do quarto e vou ate o meu, tomo um banho e visto um shot e uma camisa, saio do quarto e vou para o de val, quando chego ela está de pé, com uma camisola muito sexy, aí merda aí e bem difícil, ela está dificultando ora mim, ela me olha e se deita, vou até a cama e me deito ao seu lado, ficamos ali deitado um do lado do outro, em silêncio mais um silêncio confortável, olho para ela.
*Julian*
Vamos embora amanhã a noite.
*Valentina*
Pensei que iríamos ficamos uma semana.
*Julian*
Íamos mais surgiu um imprevisto, que preciso voltar amanhã.
*Valentina*
Algum problema...
*Julian*
Eu ainda não sei, mais irei me encontrar com alguém importante amanhã, e preciso resolver isso, você queria ficar mais.
*Valentina*
Não tudo bem, eu só queria saber se tinha algum problema.
Ela me olha por um tempo e chego mais perto, toco seu rosto a todo momento vendo suas expressões.
*Julian*
Quer que eu pare.
Ela parece pensar um pouco.
*Valentina*
Não, eu quero que continue.
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Atualizado até capítulo 111
Comments
Maria Da Conceicao Silva
Oi autora faz eles se entenderem logo
e que ele ajude a destruir esse vagabundo do irmão dela
e que eles fiquem juntos porque o casamento não existe sem nome e sobrenome
eu sei que as máfias são inimigas mais dá um geitinho
quero ver a vitória se Valentina
2025-02-13
0
Janete Ribeiro
eita será que agora vai estes dois aí que nervo kkkkkkkkk
2024-05-16
2
Valda Martins
Eita cadê os bombeiros pra apagar o fogo
2023-09-24
0