Fui o caminho todo dormindo, quando o piloto avisa que vamos polsar, aperto o sinto e depois de um longo tempo cheguei em Paris, que na verdade não era longo, desço do avião pego as minhas coisa e saio do aeroporto, estava prestes a chamar um uber, quando escuto uma buzina olha e é Olivia vou até seu carro e entro.
*Valentina*
O que faz aqui, como sabia que estaria aqui agora.
*Olivia*
Quem mais me falaria isso.
*Valentina*
Aí Rony eu pego esse garoto, queria fazer um surpresa.
*Olivia*
Então qual é a boa.
Noto ela mudando de assunto então conto tudo a Olivia sem pular uma parte se quer, ela me olha chocada.
*Olivia*
Aí meu Deus estou ao lado da chefe da máfia, quem diria que aquela garotinha que eu conhecia se tornaria você esse mulherão, sabia que Darlan daria problema, mais deixa isso pra ela e você está feliz.
*Valentina*
Bem sabe que nunca foi um sonho meu, mais essa é a decisão de meu pai e vou seguir.
vamos o caminho conversando.
*Valentina*
A mais é você prestes a se tornar uma advogada, a melhor.
*Olivia*
Assim espero.
O meu nome Olivia Fernandez tenho 25 anos, faço faculdade de direito, conheço a família Bukovski a minha vida toda, graças a eles faço essa faculdade e pretendo trabalhar pra família, os pais de Valentina meio que me adotaram, não de forma legal mais estou com a família, por isso me esforço muito, mais Valentina e Rony e como irmãos, na verdade eles são a minha única família, meus pais morrendo, mortos por outra máfia, o pai e a mãe de Valentina me ajudaram e cuidaram de mim e quando Valentina e Darlan nasceram eles não mudaram comigo continuaram sendo amorosos comigo, e graças ao Sr. Bukovski tive as informações para saber quem era os meus pais, e eles eram advogados então eu queria seguir seus passos, graças a eles sou quem sou hoje.
*Olivia*
O que acha de irmos a uma boate hoje?
*Valentina*
Vamos nos divertir, será a última vez que venho aqui.
*Olivia*
Responsabilidade nê, mais deixa logo eu termino a faculdade e vou estar do seu lado, prometo ser uma ótima advogada.
*Valentina*
Não precisa prometer eu sei que vai.
Depois de algumas horas chegamos a um bairro bem simples, que na verdade não conhecia.
*Valentina*
Onde estamos?
*Olivia*
No bairro onde eu moro.
*Valentina*
Como assim Olivia o que aconteceu?
Ela não fala nada, chegamos a um prédio simples, saímos do carro ela ajuda-me com as malas, entramos no seu apartamento e até que é bonitinho.
*Valentina*
Vamos me fala o que aconteceu.
*Olivia*
Eu não recebo mais a pensão.
*Valentina*
O que meu pai parou de mandar, vou ligar para ele agora.
Olivia tira o meu celular de mim.
*Olivia*
Não e isso, eu que pedi para ele para de me mandar o dinheiro, foi difícil ele concordar.
*Valentina*
Mais porquê.
*Olivia*
Valentina, eu não posso mais aceitar, eu já deveria ter um emprego então arrumei um de Garçonete, por isso o apartamento é só o que dá para pagar, eu não posso depender do seu pai a vida todo ela já fez muito pro mim, já paga a minha faculdade e agora isso, só mais esse ano e acabou, o próximo eu termino no meu país.
*Valentina*
Mais...
Ela pega a minha mão.
*Olivia*
Tá! tudo bem, já está resolvido.
Resolvido, como assim ninguém me falou nada, aposto que ela só tomou essa decisão por causa de Darlan que sempre jogou isso na cara dela, aquele idiota, mais deixa isso para lá, não vim aqui para brigar, vim aqui para ficar com a minha melhor amiga e irmã que eu nunca tive, Olivia e um pessoa maravilhosa e quando se mudou para cá fiquei desolada, medo de perder ela para esse lugar.
*Valentina*
Ta bom vamos nos arrumar e sair.
Tomo um banho e escolho uma roupa, visto algo sexy mais ao mesmo tempo reservado, nunca gostei de roupas que mostrar demais, visto um vestido verde que combina comigo, olho para Olivia como sempre estava linda.
*Valentina*
Caramba não cansa de ser linda mulher.
*Olivia*
Olha quem fala esta um espetáculo.
Saímos de casa e fomos até a melhor boate que tem em Paris, entramos facilmente um bom dinheiro abre portas, demos identidades falsas, tenho medo de alguém reconhecer-me quando estou viajando e tão vulnerável, entremos e ela estava bem animada.
*Olivia*
Quer pegar alguém.
*Valentina*
Não tô muito afim não.
*Olivia*
A qual é Valentina, porque tem esse medo de ficar com as pessoas.
*Valentina*
Para de besteira não tem nada, eu só não quero.
Sempre me perguntam isso do que eu tenho tanto medo, e na verdade eu tenho medo de amar como o meu pai, ele amou tanto a minha mãe que quando ela se foi ele não teve mais forças para nada era somente nós e o trabalho, papai não era mais feliz, até mesmo a sua aparência jovem se foi, ele parece bem mais velho, e isso dói-me, mas isso me faz o amar ainda mais, por que mesmo ele sofrendo não deixou de nos amar, Olivia cutuca-me olho para onde ela olha e vejo três homens admito que são bem bonitos, mais deixo de olhar, não quero que pensem que estou interessada.
*Olivia*
Valentina eles são gatos vai, pena que o que olha para mim, parece ser muito novinho e não gosto de novinho, queria o outro mais não estou o vendo mais, mas não me impedi de paquera né.
Olivia fica paquerando um dos homens que estavam olhando, quando dois caras chegam perto demais, tentar encostar eu afasto-me e ele toca a minha bunda, isso sobe-me uma raiva, pego a sua mão e dobro, e vou até o seu ouvido.
*Valentina*
Se passar a mão em mim denovo, eu arranco isso daí que você chama de pint*.
Ele afasta-se de mim, olho para Olivia e ela está na mesma, então olho para aquele homem e não sei o que é mais ele tem um olhar frio, e isso me sobe um arrepio pelo corpo, puxo Olivia.
*Valentina*
Vamos pegar umas bebidas.
Pegamos algumas bebidas, bebemos a noite toda, algumas vezes notava e sentia olhares em mim, quando procurava via aquele homem ele nem piscava só estava ali me olhando parado, com um homem ao seu lado, pela primeira vez em tempos adimito que queria que ele vinhesse até mim, quando um homem entrega uma bebida para mim e Olivia, não sei o que me deu como eu aceito uma bebida assim, sem nem saber de quem era, mas estava tão bebeda que não conseguia, depois que bebi não me sinto bem, Olivia vem até mim.
*Olivia*
Val não tô me sentindo muito bem vou ao banheiro, já volto me espera aqui.
Não sei o que estava acontecendo, tento-me controlar, então percebo que fui drogada merda, tinha certeza disso pois não estou tendo controle do meu próprio corpo, preciso sair daqui, olho em volta e tento procurar Olivia o que foi que ela disse mesmo, estou tentando a achar quando um homem me toca.
*Homem*
Aí gata não tá afim de curtir.
Era o mesmo homens de antes ele passa as suas mãos em mim, me causando nojo, ele aperta o meu peito aí foi demais, pego a sua mão e dobro chuto o seu joelho fazendo ele cair, eu o solto deixando o caído no chão, tento andar, preciso achar Olivia, estava tonta demais, sinto mãos em mim, tento lutar mais não tenho forças.
*Valentina*
Me soltem... socorro…
Sinto um pano no meu rosto que me faz apagar, recobro a consciência bem mal, pois ainda sinto o meu corpo dominado pela droga, olho pro meu corpo meio grogue que ainda estou, olho e estou só de calcinha e sutiã, várias pessoas com máscara umas luzes vermelhas, cada um segura um controle o que é isso tento sair, mais o meu braço estava amarrado, a minha cabeça doía muito parecia que tinha levado uma paulada, escuto aplausos, não conseguia entender o que estava acontecendo naquele lugar, como vim para aqui, não conseguia ouvir nada e nem presta a atenção ainda estava muito mal, só consigo repara em uma pessoa mascarada que se aproximando e coloca um pano no meu rosto, cobrindo o meu corpo, então sinto minha mão sendo soltada, poderia tentar fugir mais não tenho forças pra isso, ando com alguém que me coloca num carro, então apago denovo.
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Atualizado até capítulo 111
Comments
Anonymous
Pensei que fosse mais inteligente. Mafiosa burra da gota. Esse povo que afora uma boate, parece que não existe outros lugares para sair. Toda estória é a mesma coisa.
2025-02-25
0
Anonymous
Essa mafiosa é de última
2024-07-01
3
Eliana Morais
nem parece ser mafiosa
2023-09-27
2