Capítulo 6

Yan Lee já está com a janta pronta e se senta na mesa da cozinha, como seus pais demoram a chegar ela tem em mente que a lanchonete ganhou movimento de clientes bem no horário de pico.

- Bem, é assim mesmo os comércios, principalmente os que cuidam dos estômagos de seus clientes e isso eu sei bem.".

Ela liga seu MP3, coloca seus fones no ouvido e escuta as suas músicas favoritas enquanto espera seus pais.

Ouvindo suas músicas favoritas, ela se recorda do primeiro contato que teve com Chi hoje quando retornava do trabalho, e como prometeu para ele vai vê-lo amanhã assim como fará todos os dias se ele assim permitir ela fazer.

" Aquela mão quando tocou a minha"

Ela se lembra do toque de sua mão e da beleza do rapaz que apesar de cego é única, olhos castanhos, cerca de 1, 80 de altura, cabelo liso e lábios carnudos.

" Os lábios de Chi me lembram um coração."

"  Que lindo sorriso ele deve ter"

Lembra de quando tocou o seu rosto e sente um frio na espinha ao pensar em como deveria ser beijar aqueles lábios carnudos.

" Droga Yan Lee para de pensar besteiras, você vai se aproximar dele para se tornar amiga dele e não para lo namora".

" Se bem que eu não me importaria em namorá-lo mesmo ele sendo especial, eu cuidaria dele e o amaria, seria sua visão e sua guia."

" Yan Lee, que porcaria para de pensar essas bobagens, ela mesma chama a sua atenção em pensamento".

" Droga, ele tem que ser tão bonito?".

Yan Lee fica nessa confusão de pensamentos pensando no coreano e em como seria namorá-lo e até lo beija e se repreendendo, até que seus pais chegam e ela nem se da conta, pois para cada música romântica que ela escuta imagina uma situação diferente e romântica com Chi.

Tanto está distraída que se assusta no momento em que seu pai Min-ho a toca no ombro.

- Calma filha sou eu seu pai.

Ela tira os fones do ouvido e desliga a música.

- Desculpa papai, eu estava aqui ouvindo as músicas e nem percebi que você e mamãe chegaram.

Min-ho não recrimina a filha, afinal quem chegou depois da hora foi ele e sua mulher e é natural que uma jovem moça escute suas músicas favoritas e se percam em pensamentos.

- Fica tranquila, minha pequena gaivota diz Min-ho eu e sua mãe viemos para cá, pois sentimos o cheiro delicioso de comida vindo daqui da cozinha.

Yan Lee sorriu para o pai e percebeu a felicidade dele e de sua mãe quando chegaram a casa e perceberam que a janta está pronta.

- Fiz com muito amor para vocês mamãe e papai. Eu sei como é a rotina em uma lanchonete, pois querendo ou não eu trabalho em uma.

Yan Lee coloca os pratos na mesa enquanto seus pais lavam suas mãos e resolve saber de seu pai sobre Chi já que eles tiveram um primeiro contato, ela não precisa mais esperar tantos dias para conversar com seu pai e com certeza ele deve conhecer melhor a história daquele garoto coreano que não sai de seus pensamentos.

Min-ho nota sua filha e percebe que ela está querendo lhe perguntar alguma coisa, como ele liga com o público diariamente e há muitos anos ele consegue ler as feições das pessoas, habilidade que Yan Lee vai ainda desenvolver, pois trabalha numa conhecida rede de fastfood.

A garota coloca as comidas na mesa em um apoio próprio e seu pai pergunta a jovem.

- Filha, eu sei que você quer me perguntar alguma coisa. E não tente mentir para mim, eu lido com o público e sei ler suas feições faciais.

Para Yan Lee foi um alívio seu pai dar início a conversa, pois ela não saberia por onde começar.

- Bom pai, eu quero saber se você conhece um pouco mais da história de Chi, o rapaz coreano que é especial.

Servindo -se da comida, Min-ho tenta achar a melhor forma de contar a história de Chi para sua filha.

A qual ele conhece tão clara como a água e a conhece, pois Roo é seu amigo de longa data.

- Chi um bom rapaz, minha filha um menino

muito especial. O qual meu amigo, Roo sempre desejou ele e sua esposa Ha-yun. Para eles, Chi foi o raio de Sol na época em que nasceu há 21 anos. Roo estava feliz com o nascimento de seu filho Chi, porém com o passar dos meses ele e Ha-yun estranhavam o comportamento de Chi que era apenas um bebê e só chorava.

Yan Lee sabe que os bebês assim que nascem realmente fazem quatro coisas e fazem com a proeza de um mestre: mamam, choram, enche as fraldas e dormem.

- Pai mais os bebês choram mesmo o que Chi tinha de tão diferente?

- Calma minha filha seu pai vai chegar lá diz Janete atenta a história.

- Bom Yan Lee como eu dizia Chi só sabia chorar e só se acalmava quando estava nos braços de Ha-yun, conforme o tempo foi passando e já esgotados levaram o pequeno há um médico que depois de vários exames em Chi descobriram que o garotinho é cego.

Foi um choque para Roo e sua esposa e com essa sentença saíram do consultório do médico sem ouvir se a cegueira tinha cura ou não. Acabaram sentenciando o pequeno á uma vida de solidão e sem luz.

Yan Lee ficou chocada em saber que seus, país não buscaram saber se a cegueira de Chi tinha cura, mas não julgou a atitude de Roo e sua mulher, pois receber uma notícia dessas pode levar qualquer pai e mãe ao choque.

- Depois disso Roo ainda quiz que seu filho tivesse uma vida normal, mais sua mulher uper protetora sempre estava com argumentos formados, o garoto até frequentou por um tempo a escola, mais sob insistência de Ha-yun Roo pagou professores particulares para lhe ensinar ele aprendeu a língua dos cegos (braile) e vive recluso desde então.

- Nossa, pai, que triste a história dele.

- Mas, por que quiz saber Yan Lee?

Yan Lee ainda achou cedo para dizer ao pai que tinha tido contato com Chi, então respondeu:

- Eu sempre o vejo na janela da sala de sua casa quando saio para trabalhar e no jardim quando volto do trabalho.

Entendo filha se quiser tente uma aproximação com ele eu não vou impedir, esse rapaz precisa de uma pessoa que o compreenda.

- Min-ho! Diz Janete preocupada com a filha.

- Bah! Deixe Janete Yan Lee será uma luz e alegria para a vida de Chi e Roo não irá se importar.

- Mais e a mãe dele, Glória me falou que ela é super protetora.

Min-ho sabe que Ha-yun tem o gênio difícil mais que é uma boa mulher, mais para tranquilizar a esposa ele orienta a filha:

- Só tenha cuidado com a mãe no início ela acha que Chi é de vidro e pode quebrar.

- Eu terei cuidado, pai.

- Então desejo -lhe sorte minha filha.

Yan Lee sorri para o pai em agradecimento e assim já conhecendo a história de Chi ela saberá como se aproxima e mais sem magoá-lo.

" Quem sabe para a cegueira dele há cura".

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Comments

Saalem Pontes Braga

Saalem Pontes Braga

perfeito demais

2024-03-04

0

Fabiana Dantas

Fabiana Dantas

lindooooo🥰

2023-04-12

3

Ana Priscila

Ana Priscila

amando 😍😍

2022-11-16

1

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