Sebastian puxou a perna de Shirley de repente e a arrastou para fora da cama, fazendo-a cair no chão.
Seus olhos estavam cheios de ódio. Ele não disse uma única palavra, nem se sentiu mal por machucá-la.
Lágrimas encheram os olhos de Shirley por causa da dor, mas ela não reclamou.
No entanto, ela estava tossindo muito, e a dor sugou toda sua energia enquanto ela se apoiava fracamente na cama.
— Não me importa o quanto você esteja excitada ou o quanto queira que um homem te foda. Você vai ter que assinar os papéis do divórcio primeiro — Sebastian disse, friamente.
Lágrimas escorreram pelo rosto da mulher enquanto era humilhada pelo homem que tanto amava. Mas ela pensou em seu filho no hospital ainda a esperando para salvá-lo, e pôde apenas morder os lábios e aguentar.
— Por favor, fique comigo apenas por uma noite e eu vou assinar — ela implorou.
Sebastian franziu, mas acenou.
— Tudo bem. Eu sou um homem de palavras afinal. Tire suas roupas, e vamos terminar isso logo. Eu sou ocupado.
O homem tirou toda sua roupa e se aproximou de Shirley, completamente nu. Ele a pegou e a jogou na cama antes de tirar seu vestido e sutiã, deixando as meias como as únicas peças de roupa nela. Shirley estava agora deitada na cama, e seu peito pálido permaneceu firme mesmo depois de deitar.
Sebastian então deitou em cima da mulher nua enquanto passava suas mãos por todo o corpo dela. Ele tinha prometido que faria amor com ela, então queria ficar o mais duro possível.
Shirley ainda estava usando seus sapatos de salto. Sua perna esquerda estava agora apoiada no ombro direito de Sebastian, enquanto sua perna esquerda estava dobrada até seu peito. Enquanto seu corpo tremia quando o homem tocava seu ponto sensível, os seus seios tremiam também.
Sebastian então tocou a vagina de Shirley. Um único toque, e ele soube que ela estava completamente molhada. Ele então puxou as pernas dela pra cima e as abriu para que sua vagina molhada apontasse para o teto. Sua vagina rosada abriu um pouco, e Sebastian apontou sua carne para o buraco antes de empurrar a ponta nela.
— Ah, Deus. Você é realmente apertada! — Sebastian exclamou, enquanto tentava enfiar seu pênis na vagina de Shirley. Assim que sua ponta entrou nela, ele pôde sentir seu interior macio se embrulhar ao redor de sua carne com força. Ele teve que se mover e mexer um pouco para enfiar a coisa toda.
— Ah… - Shirley murmurou e soltou um gemido enquanto seu corpo tremia.
Sebastian então puxou quase tudo para fora, antes de enfiar seu pênis longo e grosso de volta à vagina rosa e macia dela. Ele começou a se mover e sons de esguicho saíram da vagina dela. Enquanto a noite continuava, o quarto foi preenchido por gemidos de Shirley.
Apesar de Sebastian odiar Shirley até a alma, ele ainda assim não pôde deixar de aproveitar o processo.
Ele cerrou os dentes e mergulhou sua carne inteira em Shirley como se estivesse descontando sua raiva através do ato.
Meia hora depois, Shirley se esforçou para levantar da cama e perguntou:
— Você bebeu?
— Por que você se importa?
— Você devia beber menos. Seu corpo não é tão saudável.
— Como eu deveria foder você sem me intoxicar?
Quando Sebastian disse isso, Shirley se sentiu nauseada, e sangue começou a encher sua boca. Ela franziu e rapidamente enxugou o líquido repugnante com o lençol.
— Você voltou bem rápido. Não tinha trânsito? — Shirley perguntou com seu costumeiro tom gentil e elegante.
Nesta altura, Sebastian já tinha se vestido e acendido um cigarro. Ele se sentou nas sombras e disse:
— Como eu poderia vir devagar quando finalmente posso conseguir meu divórcio?
— Você quer isso tanto assim?
Shirley estava agora olhando para o outro lado, mas sua voz ficou rouca por conta da fumaça se espalhando dentro do espaço fechado.
— Você tem que perguntar? — Sebastian assoprou a fumaça na direção dela propositalmente e ficou extraordinariamente animado quando a viu tossindo. — Eu já cumpri minha parte. Nós estaremos oficialmente divorciados amanhã.
— Ainda não. A promessa era ficar comigo pela noite. A noite toda.
O homem apagou o cigarro e zombou:
— Shirley, você realmente é uma mulher sem-vergonha.
Quando eu me apaixonei por ele?
Shirley tentou pensar sobre isso, mas não conseguiu se lembrar.
Eles tinham crescido juntos, já que suas famílias eram amigas por gerações. Eles eram basicamente amigos de infância que nunca tinham se separado um do outro. Mesmo quando eram crianças, suas famílias já tinham certeza de que eles iriam se casar quando crescessem.
No passado, Sebastian a tratava como se ela fosse seu tesouro. Desde que ela foi diagnosticada com hipoglicemia, ele sempre levava o Star Candy favorito dela com ele, para que ela pudesse comer um pouco de açúcar quando ficasse tonta.
Quando eles eram estudantes, todas as cartas de amor que ela recebia eram tomadas por Sebastian. Ele constantemente até a lembrava de que todos aqueles caras não eram nem 1% do que ele era. Quando era aniversário dela, ele começava a fazer origamis de estrelas meses antes, para encher uma garrafa e dar pra ela de presente.
Naquela época, ela era até modesta e dizia:
— Elas são falsas. Eu quero verdadeiras.
Sebastian sorria e dizia:
— Eu vou pegá-las pra você.
— Só estou brincando, seu bobo. Elas estão lá no céu. Como você vai pegá-las?
— Contanto que você queira, eu vou pensar em um jeito de pegá-las.
— Você está mentindo.
— Shirley, eu prometo que vou te dar estrelas de verdade quando nos casarmos.
Shirley não podia evitar se perguntar se estava começando a ver sua vida repassar na sua frente já que ia morrer.
Ela tocou a parte do lençol que estava agora machada de vermelho com seu sangue e sorriu. Era como se os deuses não quisessem que ela vivesse uma vida boa e quisessem destruir tudo que ela tinha.
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Atualizado até capítulo 570
Comments
tuca
o pau mole nao endurecida por nada mas ele aproveitou mas como ela sabia que ele nao iria usar camisinha?
2024-12-08
0
tuca
ele ta vendo ela tossindo e nao tem piedade
2024-12-08
0
Kerollen🌺
Não era ele o homem de pau mole que não endurecia por ela?!
2024-10-30
0